Willian Oliveira de Assis

Repositório de trabalhos de alunos. Conteúdo experimental.

Nome: Willian Oliveira de Assis

Flickr: http://www.flickr.com/photos/woassis/

Tabela de conteúdo

[editar] Produção Gráfica

[editar] O bom e o mau design - exemplo

[editar] Mau design

snoop-dogg-doggystyle.jpg [1]

A capa do CD Doggystyle, do rapper Snoop Doggy Dogg, de 1993, é um exemplo de mau design porque peca no excesso de informações. Por esse motivo, não há um espaço em branco que sirva para "respirarmos" ao apreciarmos a imagem. Além disso, esse problema faz com que não nos concentremos em nada, por querermos enterder tudo de uma vez, ou seja, o exagero nos elementos gráficos, incluindo desenhos, cores e letras, nos impede de apreender claramente a mensagem presente na composição.

[editar] Bom design

2Pac-MeAgainstTheWorld.jpg [2]

A capa do disco Me Against de World, do rapper 2Pac, de 1995, é um exemplo de bom design porque, com poucos elementos, consegue passar todas as informações que se esperam de uma composição desse tipo. O alinhamento do texto é quebrado pelo alinhamento do cantor, o que constroi uma relação entre essas duas partes. Além disso, o contraste de luzes é intenso e complementado pelas roupas do rapper, que é destacado do fundo por um marcante backlight. A composição, por fim, consegue transmitir o tom introspectivo das músicas desse álbum.

[editar] Harmonia e Equilíbrio

[editar] A harmonia

Tha+Doggfather.jpg[3]

A harmonia da capa do álbum Tha Doggfather, do rapper Snoop Doggy Dogg, é evidente nas cores e tipografia escolhida. Dessa forma, o processo de entendimento da composição é facilitado, pois tudo o que é preciso saber é passado de maneira simples. Por fim, por mais que alguns elementos estejam centralizados, alguns não estão, como o nome do rapper e o selo de advertência, o que quebra a simetria excessiva.

[editar] A desarmonia

capas+megadeth_-_youthanasia-front.jpg[4]

A capa do álbum Youthanasia, do grupo de rock Megadeth é desarmônica porque não há uma unidade clara entre os elementos presentes na composição. Desse modo, por exemplo, a grama está clara demais para o céu, que ainda está escuro. Além disso, os elementos visuais e suas cores não condizem com a tipografia utilizada. Desse modo, a harmonia por cor, proximidade e tipografia, nessa composição, deixa a desejar.

[editar] O equilíbrio

spidey+%26+venom.jpg [5]

Essa composição é equilibrada, mesmo estando em movimento. Há uma história ocorrendo no momento em que esse snapshot fictício foi tirado. Além disso, a composição nos transmite uma estabilidade, por mais que os dois personagens estejam no ar. Ela prende nossa atenção com as fortes cores do homem-aranha e do fogo que está em um plano inferior. As nuances de luz e sombra também valorizam os personagens, dando ainda mais dinâmica à composição.


[editar] O desequilíbrio

[editar] Desafiando as leis da gravidade

[editar] O incorreto

16470.jpg [6]

Esse anúncio da emissora de televisão Record, em homenagem ao nadado Cesar Cielo, deixa a desejar porque concentra um grande peso bem em cima de uma pequena e leve massa de texto. Por mais que seja normal, em anúncios publicitários, o título vir sempre escrito em letras garrafais, nesse caso essa prática é incorreta porque, como todo o layout é centralizado, o texto sufoca o restante da composição e esta se torna estranha, pois contraria a ordem natural das coisas de um jeito nada criativo.

[editar] O correto

revista-epoca-amor-e-odio-aos-gays.jpg [7]

Por mais que pareça estranha à primeira vista, a transgressão das leis da gravidade nesta composição se faz necessária. Em primeiro lugar, porque o elemento pesado, de várias cores, trata-se de uma bandeira e é mais palusível que uma bandeira fique no alto, como se estivesse hasteada. Em segundo lugar, ficaria difícil utilizar o elemento do sangue escorrendo com a bandeira na parte de baixo da composição. O sangue escorrendo se equilibra com o texto alinhado à direita e ainda consegue deixar um espaço em branco na peça.



[editar] Fotografia Digital

[editar] Cor aprendida X Cor apreendida

4941961008_ba9cdb8d53_m.jpg [8] Dizemos, seja por convenção ou por experiências anteriores, que o tomate tem a cor vermelha. É estranho pensarmos que há infinitas variações de cores em um único tomate, pois nossos olhos estão treinados para descrever muito mais a forma das coisas em detrimento de suas cores. Além disso, usamos tais convenções por nos apegarmos àquilo que nos foi ensinado ou a algo reminiscente de nossas experiências do cotidiano, o que facilita e simplifica nossa vida, afinal, estamos em um tempo em que, quanto menos complicações, melhor. Entretanto, ao analisarmos a imagem desse tomate, percebemos que juntamente com o vermelho característico, há outros elementos cuja existência dá sentido à imagem e à nossa percepção, como a luz incidindo do lado esquerdo, a presença de utros tons de vermelho no tomate e até mesmo a da cor amarela e as linhas menos iluminadas e que nos transmitem um vermelho menos iluminado. Por que podemos descrever tudo isso? Porque, afinal de contas, um tomate não é um simples borrão vermelho, mas algo rico em tons e contrastes variados, os verdadeiros responsáveis pela forma que tanto descrevemos.

[editar] Testando os Limites da câmera

[editar] Grão

5008514273_3ea9159a5b_m.jpg [9] Aproveitei as boas condições de iluminação do ambiente e o momento paralisado do meu cachorro para utilizar um ISO 80 para bater a foto. Com o retardo do disparo, consegui não tremer e registrar muitos detalhes do animal, como seus finos bigodes brancos, as pequenas nuances em seus pelos e até mesmo a profundidade no olho.

5009130922_006c65397f_m.jpg [10] Devido às más condições de iluminação (apenas uma vela acesa) nota-se a granulação na imagem, mesmo usando o retardo de disparo. Por isso, Para que fosse possível registrar essa planta artificial, foi necessário usar um ISO muito alto (1000).

[editar] Foco

5008528973_ea50c4f563_m.jpg [11] Como a câmera utilzada não dispõe de controle manual de abertura do obturador, centralizei o foco da câmera e aproximei ao máximo a xícara branca, para deixá-la bem desfocada. Assim, consegui focar a xícara de trás e o fundo.

5008533679_8cf67b6b6d_m.jpg [12] Coloquei no modo "close-up" da câmera, e a aproximei da xícara branca. Coloquei a outra xícara mais afastada, para conseguir o desfoque. Assim, até os azulejos ficaram fora de foco.

[editar] Tempo

5008539159_acbffcca12_m.jpg [13] Coloquei os dois carrinhos parados, programei a câmera com um timer de 2 segundos, disparei e empurrei o terceiro carrinho, verde escuro. Assim, consegui captar o movimento dele. Tive que usar ISO 400 porque a foto foi feita na cozinha da minha casa, que é mal iluminada para fotografar.

5008768721_a57ba7772a_m.jpg [14] Como minha câmera é ruim em termos de configurações manuais, não fiz nada nessa foto a não ser equilibrar a luz e aumentar a luminosidade. Mesmo assim, consegui paralisar o momento em que a gota d'água cairia da torneira.

[editar] O que é ser brasileiro?

5222237401_6617b19332_m.jpg [15] Feiras livres formam uma característica marcante do Brasil, Mas o espiríto empreendedor brasileiro, que faz com que cartões de crédito e/ou débito sejam aceitos nessas feiras, as tornam extremamente peculiares.

[editar] Compensação de exposição

5210397327_d1e287ba25_m.jpg [16] 5210997436_b1e933e29a_m.jpg [17] A clara distinção de iluminação nas duas fotos se dá pela utilização da ferramenta de compensação de exposição da câmera. Na primeira imagem, foi utilizada a subexposição, para que a janela fosse registrada. Em contrapartida, o corredor ficou mal iluminado. Na segunda imagem, foi utilizada a superexposição para que o corredor, mal iluminado, fosse registrado, enquanto que a janela, que emitia uma forte luz, "estourou", ou seja, de tão iluminada, deixou de ficar visível. Assim como disse a Michele, em cada uma das fotos algo foi sacrificado para que outro elemento fosse registrado com melhor clareza.

[editar] Zoom

5218683590_be83b5fb55_m.jpg [18] 5218687046_f7a1c641d3_m.jpg [19] Na primeira imagem, identificamos com facilidade a ordem dos elementos que compõem a fotografia, desde a última casa até as folhas da planta. Nota-se também que a foto está bem clara, com o céu estourado. Já na segunda imagem, registrada com o máximo de zoom óptico (3x) essa percepção da ordem dos elementos já não é tão visível como anteriormente. Além disso, a imagem perde em foco e em luz, pois o céu não está mais superexposto. Essas constatações reforçam o que foi dito pela Luciana sobre a dificuldade de se usar o zoom.

[editar] Fotograma

The-Godfather-.jpg [20] A cena da foto é pertencente ao filme O Poderoso Chefão, de Francis Ford Coppola. Nela, o personagem da esquerda está dizendo à Vito Corleone, o personagem de Marlon Brando, seu desejo quanto ao destino dos agressores de sua filha. Nesse fotograma, percebemos a presença da key light iluminando os dois homens a ponto de deixar a testa de Marlon Brando "estourada". A fill light é utilizada para ressaltar as rugas e as linhas de expressão de Brando e do outro personagem. Finalmente, a back light é utilizada para destacá-los, já que tanto suas roupas quanto o fundo são pretos. É interessante perceber que há a impressão de que a back light é produzida pela entrada da luz do sol pela janela. Essas três luzes, em conjunto, dão o destaque e a importância necessária à esta cena, já que é um momento silencioso e tenso do filme.

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