Viviane Mieko Ito

Repositório de trabalhos de alunos. Conteúdo experimental.

Nome: Viviane Mieko Ito

Nº USP: 5649458

Curso: Publicidade e Propaganda - Noturno

E-Mail: vivi.mieko@gmail.com

Tabela de conteúdo

[editar] Produção Gráfica

[editar] Análise de imagens

[editar] Fotografia

--Categoria-crp357-- e --Categoria-Viviane Mieko Ito--. Palhaço.jpg Palhaço.jpg
  • Harmonia

Os instrumentos musicais que “apontam” para o palhaço estabelecem a harmonia, bem como os tons dessa fotografia, marrom e preto, criam uma unidade.

  • Equilíbrio

A sensação de equilíbrio se dá pelo alinhamento dos instrumentistas e palhaços, que foram fotografados de maneira que ficasse claro que estão em um mesmo ambiente.

  • Imagem vs fundo

O fundo é composto pelo chão e cortinas, que apenas dão suporte à ambientação da imagem. Não há aqui “briga” entre fundo e ação principal.

  • Camadas

A familiaridade é a primeira coisa que essa foto consegue despertar. Lembra orquestras em programas de TV que passam de madrugada, ou alguma apresentação musical já vista. O elemento surpresa é o palhaço no canto. Fica a dúvida do que ele está fazendo nesse lugar, é um detalhe que só alguém que conhece essa apresentação pode nos dizer.

  • Formas

Os músicos, por estarem de roupas pretas semelhantes, apresentam também formas parecidas, assim como os instrumentos.

  • Contraste

O fundo de cortina branca contrasta com o fundo preto, que é onde o palhaço está localizado. Este, contrasta com os outros músicos, por estar vestido de maneira distinta (detalhes vermelhos).

  • Fluxo/Ritmo; ênfase/hierarquia

Os instrumentos direcionam o olhar ao palhaço, assim, como a cortina, que clara, torna-se escura. O elemento que se quer dar ênfase, é, portanto, o palhaço.

  • Síntese/simplicidade

É possível observar a foto e notar que é uma situação inusitada e divertida pela atitude do palhaço à direita (de quem vê a foto) dos instrumentistas.



[editar] Quadro de artes plásticas

Noite estrelada.jpg

  • Harmonia

As formas curvas e cores frias dão aspecto harmônico ao quadro.

  • Equilíbrio

Está equilibrado e coeso devido à composição do quadro: estrelas acima, casas na parte inferior, Lua do lado direito. Esses elementos combinados, sustentam o quadro.

  • Imagem vs fundo

O fundo é azul, e é parte integrante da ação, onde podemos ver o vento soprando, e as estrelas e Lua.

  • Camadas

Ao observar, podemos deduzir que se trata de uma noite,estrelada e possivelmente fria. Fica a expectativa de descobrir qual o lugar retratado pelo pintor.

  • Formas

São familiares – casas, Lua. Compõem a harmonia do quadro, por serem semelhantes entre si, as casas são compostas por linhas retas e o restante por linhas curvas.

  • Contraste

O branco misturado ao azul na parte central do quadro dão destaque ao céu. A Lua, envolta em amarelo também se destaca do restante do quadro.

  • Fluxo/Ritmo

As linhas curvas conseguem estabelecer o fluxo do quadro, apontando para a Lua e estrelas.


  • Ênfase/hierarquia

Percebe-se, através do contraste de cor, que Van Gogh quis dar ênfase ao céu com a Lua e estrelas.


  • Síntese/simplicidade

O quadro faz jus ao seu nome “Noite estrelada”. O autor consegue exprimir o que pretende, pelos elementos familiares – Lua, estrela – cores frias, entre outros.



[editar] Cartaz

  • Harmonia

A imagem é harmônica porque os elementos estão combinados de forma precisa. As facas e o chão apresentam uma perspectiva que faz com que os olhos se dirijam ao rato, personagem principal do filme. A imagem parece limpa, apesar de possuir bastante elementos, o que comprova a harmonia: os elementos não “brigam” entre si. O texto complementa a imagem.

  • Equilíbrio

As facas ao redor do ratinho, o queijo e a inscrição “Ratatouille” sustentam a peça, de modo que os componentes ficam distribuídos de forma coerente. Sem esses elementos, o ratinho ficaria apenas boiando num fundo branco.

  • Imagem vs. Fundo:

O fundo é branco, e na parte inferior apresenta losangos pretos. É de extrema importância para a imagem, pois traz a informação do ambiente em que se situa a cena.

  • Camadas

Observa-se primeiramente os talheres, que apontam prontamente ao ratinho. O olhar então, prende-se ao pequeno personagem sorridente.

  • Formas:

As formas predominantes são os traços retos das facas e os curvos do ratinho e logotipo do filme. Como o cartaz baseia-se em um filme 3D, ele também apresenta aspectos desse universo, que se refletem nas formas.

  • Contraste:

É dado pela diferença de formas (curvas e retas) e cores: fundo branco, ratinho cinza, queijo amarelo, logotipo roxo. A imagem 3D contrasta também com o logotipo e textos.

  • Fluxo / Ritmo:

Usou-se a perspectiva para estabelecer o fluxo. Os talheres em 3D são os pontos principais desse processo, apontando para o rato. Pode-se observar uma história sendo contada na imagem: rato entra na cozinha e apanha o queijo, pessoa vê rato e atira talheres; rato fica sem graça e sorri.

  • Ênfase / Hierarquia:

O elemento em que é dada a ênfase é o rato, especificamente na sua ação de pegar o queijo. A perspectiva das facas atiradas e chão de losangos estabelecem a hierarquia da imagem.

  • Síntese / Simplicidade:

A imagem consegue sintetizar do que se trata o filme. O fundo branco é clean e os talheres são similares em forma e cor, o que não agride o público que observa o cartaz. O texto é básico e não ocupa muito espaço no cartaz, apenas comunica o necessário: faz piada na parte superior, para atrair a atenção do público, comunica os estúdios que produziram o filme (Disney e Pixar) e apresenta a data de lançamento nos cinema

--Viviane Mieko Ito 13h08min de 4 de Julho de 2008 (UTC)

[editar] Basmala

  • Harmonia:

É devida à combinação de traços, que estabelecem as formas do animal. A semelhança destes traços estabelece a harmonia do desenho. Pode-se observar a repetição do mesmo na composição,

  • Equilíbrio:

As letras que formam a ave sustentam a figura, os pés apóiam e apontam para o pássaro.

  • Imagem vs. Fundo:

O fundo é branco e a imagem é preta, o que dá destaque apenas a ela.

  • Camadas:

Observa-se a forma do animal e posteriormente as letras árabes. O espectador tenta decifrar o significado dos escritos.

  • Formas:

Caracteriza-se por ser uma imagem orgânica. É composta por formas arredondadas, com traços de pincel, como se o desenho tivesse sido feito manualmente.

  • Contraste:

Há o contraste de traços que em alguns momentos são delicados e em outros mais grossos, como se estivessem em negrito. Linhas retas contrastam com linhas curvas.

  • Fluxo / Ritmo:

Um observador atento consegue imaginar o desenrolar do desenho, como foi composto, pois as linhas indicam isso (são mais fortes quando o pincel encosta no papel, ficam finas quando o pincel é retirado).

  • Ênfase / Hierarquia:

Primeiramente, percebe-se a figura de uma ave, e depois observam-se os traços e letras árabes.

  • Síntese / Simplicidade:

A simplicidade é evidente ao primeiro olhar. São letras árabes, em preto, formando a imagem de um animal, com fundo branco. A idéia da utilização dos tipos, fez com que a imagem ficasse rica em detalhes e informação.

[editar] Mosaico

Shoe.JPG
  • Harmonia:

Para um mosaico ser harmônico, a disposição das peças têm que estar com cores, formas e tamanhos condizentes com a imagem que se quer formar. Aqui, as formas e o estilo do mosaico reproduzem de maneira interessante o produto anunciado: um tênis. A imagem abriga inúmeros detalhes, porém o tênis os comporta de maneira organizada e coesa, o que demonstra a harmonia deste mosaico.

  • Equilíbrio:

A sombra abaixo do calçado estabelece o equilíbrio da peça. O calçado não fica suspenso no ar. Essa sombra dá também a idéia de que se trata de um calçado real e não apenas de um mosaico.

  • Imagem vs. Fundo:

A imagem tem o fundo branco e algumas sombras que direcionam o olhar ao tênis.

  • Camadas:

Primeiramente, observa-se o tênis, para depois perceber um grande número de camadas e detalhes – muitas cores “escondidas”, espaços em branco etc.

  • Formas:

São formas indefinidas, em sua maioria pontos coloridos, que dão forma ao tênis. Este, por sua vez, caracteriza-se por suas curvas.

  • Contraste:

Há o contraste de vários pontos coloridos, e da forma do tênis em relação ao fundo liso.

  • Fluxo / Ritmo:

O fluxo é estabelecido da seguinte maneira: observa-se primeiramente o elemento conhecido – tênis – , para depois se prender a detalhes da imagem (pixels e cortes em branco).

  • Ênfase / Hierarquia:

Fica extremamente claro que o elemento mais importante é o tênis.

  • Síntese / simplicidade:

A imagem consegue retratar o que pretende, mesmo que fragmentada e desconfigurada.


[editar] Sumiê

Coruja.JPG
  • Harmonia:

Observa-se a harmonia pelas formas da árvore e da coruja, que são semelhantes e foram desenhadas com pinceladas suaves. O preto domina, como na maioria dos sumiês.

  • Equilíbrio:

A Lua, à esquerda equilibra a imagem. Um espaço em branco no lugar dela deixaria a peça instável, pendendo para a esquerda, que é para onde a cabeça da coruja está inclinada.

  • Imagem vs. Fundo:

O fundo é branco, e não apresenta nenhum detalhe essencial, o que faz com que o espectador prenda-se na imagem, apenas. A Lua parece fazer parte do fundo, como se tivesse sido colocada apenas para fins de equilíbrio da imagem.

  • Camadas:

Instiga o espectador a ver além da coruja. Em que árvore ela está sentada? Está numa floresta? Sozinha? O que ela vê?

  • Formas:

O volume da coruja e da árvore é formado pelas pinceladas, cuidadosamente feitas pelo artista.

  • Contraste:

Entre árvore e coruja e Lua, que é apenas um traço fino, enquanto os outros dois apresentam riqueza em elementos.

  • Fluxo / Ritmo:

Dá a impressão de que a árvore cresceu apenas para a coruja se empoleirar nela; o elemento que representa o fluxo é a árvore, que indica a presença da coruja.

  • Ênfase / Hierarquia:

A coruja é o elemento de principal importância neste sumiê. A árvore é grosseira e aponta para a delicada coruja, emoldurando-a.

  • Síntese / Simplicidade:

É de simples entendimento que o artista quis retratar a coruja como animal noturno. A Lua e a força do traçado da árvore cria essa sensação.



[editar] Iluminura

Iluminuraa.JPG
  • Harmonia:

A unidade é devida às cores dos trajes e das tendas que predominam: tons de vermelho e preto. Os semblantes das damas e cavalheiros têm traços parecidos.

  • Equilíbrio:

O preenchimento da peça com cavaleiros e tendas dá suporte à ação principal. A peça fica estável.

  • Imagem vs. Fundo:

Como a ação principal está à frente, os cavaleiros e tendas ao fundo não se destacam, servem apenas para equilibrar a peça.

  • Camadas:

É difícil definir o que ocorre exatamente na iluminura. A função da mesma é instigar a leitura do texto, para entender a ação.

  • Formas:

As tendas têm formas semelhantes, assim como os corpos e rostos.

  • Contraste:

A tenda vermelha, destaca o local em que ocorre a ação principal, em contraste com os outros elementos da figura, mais claros.

  • Fluxo / Ritmo; Ênfase / Hierarquia:

Os homens em seus cavalos dão o fluxo da narrativa da figura. Eles vêm das montanhas e param em frente à tenda vermelha, onde estão as mulheres, que é onde ocorre a ação principal.

  • Síntese / Simplicidade:

É perceptível a encenação de uma tragédia, homens voltando da guerra, porém, é difícil compreender algo fora do contexto de nossa época sem um prévio conhecimento. Seria necessário ler o texto que a iluminura acompanha para perfeito entendimento da mesma.



[editar] Caligrafia Oriental

Hito.JPG
  • Harmonia:

A unicidade da forma é o que a caracteriza como harmônica. São apenas dois traços que respeitam o mesmo estilo.

  • Equilíbrio:

O traço da direita apóia o da esquerda. Assim, temos a sensação de equilíbrio quando olhamos o ideograma.

  • Camadas:

Esse ideograma significa “hito”, “pessoa” em japonês. Muitos kanjis são pictográficos, representam o real, é fácil perceber que esse ideograma retrata as pernas e o tronco de uma pessoa.

  • Formas:

Mesmo feito em computador, o kanji traz a característica de traçado manual.


  • Fluxo / Ritmo:

No kanji, assim como na basmala, também é possível observar a maneira como foi escrito. As linhas ditam o fluxo, da esquerda para a direita, de cima para baixo.

  • Ênfase / Hierarquia:

O traçado é mais forte no ponto em que se inicia o kanji e onde termina.

  • Síntese / Simplicidade:

É possível apreender uma figura humana do kanji em questão. Lembra os “homens-palito” que as crianças aprendem a desenhar no jardim-de-infância.

[editar] Anúncio

Tide.jpg
  • Harmonia:

É criada pelos garotos, com características físicas parecidas. O texto não briga com a imagem, já que está situado em frente ao fundo azul.

  • Equilíbrio:

Imagem e texto estão bem localizados. O texto “You can trust Tide to get clothes cleaner” fica acima das cabeças dos garotos menores, o que assegura a estabilidade.

  • Imagem vs. Fundo:

O fundo apenas ambienta a cena, não traz nenhuma informação que chame mais a atenção do que os meninos sorridentes ou o texto gritante de “it’s cleaner on the Tide side”.

  • Camadas:

O consumidor pode ficar imaginando qual seria a marca número 2, que está camuflada na imagem.

  • Formas:

São formas familiares: embalagem de sabão em pó e meninos de uniforme de futebol. A identificação do público-alvo é imediata – donas de casa com filhos que mancham roupas.

  • Contraste:

A embalagem laranja de Tide é mais forte do que as cores do resto do anúncio. Esse contraste faz com que a embalagem se destaque;

  • Fluxo / Ritmo:

A disposição do texto determina o fluxo e o ritmo do anúncio: o texto maior diminui e aponta para os meninos do lado TIDE, o lado branco da força.

  • Ênfase / Hierarquia:

O elemento em que se dá ênfase é a embalagem de Tide, complementada pelo texto “it’s cleaner on the tide side”.

  • Síntese / Simplicidade:

A frase é objetiva e complementa a imagem de maneira simples, criando ainda sonoridade “Tide side”.

[editar] Website

  • Harmonia:O site se trata de uma espécie de blog. Os tons da página padrão não saem de verde, azul e amarelo. As caixas de texto são todas retangulares, e a fonte padrão é Arial.
  • Equilíbrio:

As caixas de texto estão alinhadas. A fonte é a mesma para a página inteira e o webdesigner estabeleceu tamanhos diferentes de acordo com a importância do texto.

  • Imagem vs. Fundo:

O fundo do site é azul esverdeado e tem desenhos sutis de nuvens. As caixas de texto se sobressaem do fundo, pois é onde se encontra todo o conteúdo do site, o que prende o olhar do leitor.

  • Camadas:

A primeira impressão é a de que o Twitter é um blog como outro qualquer. Ele tem o layout de um blog, porém, ao ler o texto, percebe-se que se trata de um site diferente: o usuário pode escrever seus posts via mensagem de celular, por exemplo. É um blog com mini-posts. Ao explorar o site, podemos nos deparar com a página do Sean Lennon, por exemplo. A existências de celebridades reais no Twitter pode despertar curiosidade e conquistar novos usuários.

  • Formas:

Quando se ilustra um pensamento em história em quadrinho, ele é colocado dentro de uma nuvem. Utilizando esse conceito, foi desenhado o fundo, e a caixa principal – um balãozinho de texto.

  • Contraste:

As cores das caixas – diferentes do fundo destacam as mesmas.

  • Fluxo / Ritmo:

O alinhamento das caixas, as cores e tamanhos de fontes das mesmas caracterizam um fluxo de leitura de cima para baixo, começando pelo logo twitter.

  • Ênfase / Hierarquia:

O logo “Twitter” e os dizeres “Join Today” são os elementos que mais chamam a atenção. Na caixa de texto principal, o último texto postado pelo usuário fica em destaque.

  • Síntese / Simplicidade:

O site consegue passar para o internauta a sua intenção, utilizando-se de elementos clichês – como os balões de pensamento e layout de blog.

--Viviane Mieko Ito 13h08min de 4 de Julho de 2008 (UTC)

[editar] Tipografia

[editar] altura x

  • A Altura da letra maiúscula X, indicada em pontos, é a medida da distância da linha base até o topo de um caractere, como M, T, U, W, X, Z, etc.
  • A altura-x, altura da letra minúscula x, é usada para caracterizar um parâmetro essencial: a altura das letras minúsculas, em comparação com a altura das maiúsculas.
  • Tal parâmetro deve ser caracterizado por um número relativo e não por um número absoluto. Como exemplo, temos:

«A fonte XYZ tem uma altura-x grande: 9 pontos para uma letra com corpo de 10 pontos». Indicar um valor alto para a altura-x é constatar que os ascendentes e descendentes são curtos.

  • Quanto maior for a altura-x, maiores serão as letras minúsculas relativamente às maiúsculas — e menos legíveis serão os caracteres.

[editar] Gráfica

[editar] Xerox

Xerox.gif
  • A técnica de xerografia foi criada pelo americano Chester Carlson em 1938. A xerografia é usada na maioria das máquinas de fotocópia e em impressoras a laser e LED. O nome xerografia veio do grego Xeros (seco) e graphos (escrita), porque não há líquidos envolvidos no processo, diferente das antigas técnicas de reprodução como o Cyanotype.
  • O funcionamento da xerografia está baseado no princípio de fotocondutividade (substâncias que são relativamente resistentes à passagem de uma corrente elétrica, que se tornam mais condutoras quando expostas à luz).
  • A princípio, as máquinas funcionavam da seguinte maneira:

1) Quando se inicia a operação de uma máquina de xerox, acende-se uma lâmpada, que "varre" todo o documento a ser copiado. A imagem é projetada por lentes e espelhos sobre a superfície de um cilindro fotossensível (de alumínio, revestido por material fotocondutor).
2) Uma imagem latente é formada na superfície do cilindro;
3) O cilindro recebe uma carga de material conhecido como toner ou tonalizador (tinta em pó) que é atraído pelas cargas que formam a imagem.
4) Transfere-se o toner para o papel, atrávés de cargas elétricas, e fixa-se o mesmo atravé de um processo que envolve calor e pressão.

  • Atualmente, no processo digital, a imagem latente é formada no cilindro através de raios laser ou diodos emissores de luz (LEDs), semelhante às impressoras à laser.
  • Foi introduzida pela Xerox na década de 1960 e foi gradualmente substituindo o processo de cópia por papel químico.

[editar] Designer

[editar] John Maeda

[editar] Família Tipográfica

[editar] Calibri

  • Tecnologia Cleartype:

A tecnologia ClearType foi apresentada em 2000 por Bill Hill da Microsoft. O problema que Hill notou era que ler e-books era uma tarefa cansativa, pois não se tinha a mesma consistência que um texto impresso. A solução para esse problema seria a tecnologia CleaType, que permite dar às letras a mesma resolução que elas teriam se fossem impressas. Essa tecnologia se utiliza do pixel, projetando mais de uma cor dentro dele, dividindo-o e fazendo o texto parecer menos "maciço" na tela. Com essa tecnologia a leitura de textos no computador e em palm tops é bem mais confortável.

  • Fontes ClearType:

A Calibri é uma fonte criada especialmente para usufruir da tecnologia ClearType. Componente do Microsoft Windows Vista (é a fonte default do sistema, em todas as telas e janelas), é a primeira fonte sem serifa a ser utilizada como padrão para o processador de textos Microsoft Word; anteriormente era usada a fonte Times New Roman. Discute-se atualmente se a Calibri será mais usada do que a Times New Roman para textos impressos. Substitui também a Arial como default para o Outlook e Microsoft Power Point.
A proporção da Calibri permite alto impacto em texto grande ou pequeno. Possui muitas curvas e quando aumentada, revela-se suave. Em pesquisa na Universidade Estadual de Wichita, era a fonte mais popular para email, mensagem instantânea e apresentações de Power Point.

  • Desenvolvimento:

Foi desenvolvida pelo designer Lucas de Groot que, entre outros trabalhos desenvolveu a fonte do Jornal Folha de São Paulo (FolhaSerif). Lucas, conhecido com Luc, baseia a maioria de suas fontes em escrita com caneta, o que dá um toque humanístico. As curvas refletem uma proximidade com as formas orgânicas. Desenhou também a Consolas, sucessora da Courier, que também faz parte do Windows Vista.
--Viviane Mieko Ito 18h24min de 5 de Julho de 2008 (UTC)


[editar] Fotografia Digital

[editar] Ficha técnica



[editar] Foto nhé

Equipamento ok, luz ok, tudo ok. Sim, mas o que o fotógrafo quer, exatamente? Foto "nhé" é aquela que tem potencial para ser boa, mas fica vazia de significados, por não transmitir idéia de nada, ou seja, não causar empatia, ou por erros mínimos, muitas vezes bobos.

[editar] Foto boa

É a que causa uma identificação à primeira vista, e que conta uma história conforme a observamos. É quando as técnicas foram usadas de maneira que transmitem o que o fotógrafo observava.

[editar] Foto ruim

Quando os elementos técnicos falharam e a pessoa não pensou um pouco sobre eles para melhorar a imagem, ou também quando não há significado aparente.

[editar] Top 10 de fotos do flickr:


1. Joueuse de feu à Certaldo (Toscane)
2. Xadrez
3. Festa Junina
4. Na freqüência da melodia
5. maninha novinha
6. Sem título
7. Marinheiro Destemido
8. Destino
9. Amizade Urbana
10. Tefé


--Viviane Mieko Ito 07:11, 9 Setembro 2007 (PDT)Viviane Mieko Ito

[editar] Enquadramento

Trata-se de close-up, em que mostrar o rosto do menino é o objetivo principal da imagem.
Don't go by the looks ,Hmmm... you Kanishk so simple you are na?


Neste caso, observa-se um plano americano, uma foto tradicional de casal, um tanto quanto clichê e nhé. Pode-se observar que ambos aparecem da cintura pra cima.
i love you guys


Aqui, temos um exemplo de plano geral, onde pode-se observar grande parte de uma praia e do mar, com nada muito especificado.
Alone


Esta foto não consegui distinguir o plano. Acredito que seja geral, pois dá pra distinguir o brinquedo em que as pessoas estão.
so true.

--Viviane Mieko Ito 07:12, 9 Setembro 2007 (PDT)Viviane Mieko Ito

[editar] Sugestões de reenquadramento

Erro ao criar miniatura: Unable to run external programs, passthru() is disabled.

Essa foto é um plano geral da Avenida Brigadeiro Faria Lima. Essa foto foi tirada na altura da janela do ônibus, mas há algo de nhé nela.


Erro ao criar miniatura: Unable to run external programs, passthru() is disabled.

Reenquadrando a foto, mas continuando com o plano geral, coloquei a câmera em outra posição e inclinei-a um pouco, de forma que pude fotografar também uns prédios, e a continuidade do fluxo de carros, o que dá uma impressão de trânsito. Uma pequena mudança já fez a diferença.

[editar] Planejamento

Retrato


Ambiente: Show à noite, plano geral do palco. Luz de show, da cor azul. Ilumina o palco, e não o público. O vocalista está à direita da imagem, mas encontra-se no centro do palco, devido ao posicionamento do fotógrafo: em cima do palco, no canto esquerdo de quem assiste ao show. Há um baixista do lado esquerdo e um guitarrista do lado direito do cantor, ambos um passo atrás do mesmo. Todos estão iluminados pelo azul, mas o foco é no baterista, sorridente, com os cabelos voando num gesto de cabeça para cima. As mãos também estão com as baquetas apontadas para o alto. É o único que se encontra sem camisa, e seus cabelos são loiros acinzentados. Não se vê os semblantes dos outros membros da banda, apenas do baterista.

Paisagem
Ambiente: Sítio à tarde. Plano geral. Acampamento sem pessoas, só com barracas. Estas são três e estão posicionadas em círculo ao redor de uma fogueira apagada, na parte inferior central, um pouco deslocadas para a esquerda. O sol ilumina-as e também o açude atrás das barracas, que ocupa o meio da foto (horizontalmente). O sol não aparece. Onde ele termina, pode-se ver uma mata fechada e verde, com árvores grandes e nutridas.

--Viviane Mieko Ito 09:36, 10 Setembro 2007 (PDT)Viviane Mieko Ito

[editar] Cor aprendida e apreendida


Paredes brancas são intrigantes porque sempre tem uns arranhõezinhos inconvenientes, pontinhos pretos perdidos, entre outros. Na foto do exemplo, podemos observar como, por causa da iluminação, até o branco, uma não cor, se dilui em outros tons. Observa-se a diferença do interruptor e da parede, por exemplo.
Branco

--Viviane Mieko Ito 07:13, 9 Setembro 2007 (PDT)Viviane Mieko Ito

[editar] Auto-retrato

Auto-retrato

Utilizei o plano de close-up para focalizar apenas a minha cabeça. Não quis mostrar nada demais, apenas meu rosto, quem eu sou. A luz utilizada foi a natural. A mesa, marrom, contrasta com minha pele clara, iluminada da esquerda para a direita. Aparece ainda um pequeno pedaço da minha blusa cinza. Minha bochecha tem tons rosados. A cabeça está deslocada para a esquerda. Acho que fiquei com cara de criança nesta foto, o que me agrada bastante, porque o que eu sempre quis foi nunca envelhecer.

[editar] Semana da Pátria

Erro ao criar miniatura: Unable to run external programs, passthru() is disabled.

O propósito se perdeu um pouco. Quando eu era criança, costumava ir nos desfiles com bandeirinhas pintadas na cara. Agora, o que resta é pegar metrô e ônibus e correr para o interior. Enquadramento: Plano geral. O trem vindo na minha direção. O homem do terço superior direito se destaca, porque está numa região de encontro de linhas. O contraste fica por conta da listra verde da parede do túnel, da amarela do chão e da caixa vermelha que um passageiro carrega. A iluminação fica por conta da parte direita da foto. Utilizei um flash para preenchimento. A luz no metrô é bem pouca. Quis transmiir a sensação de "luz do fim do túnel" com o metrîo chegando.

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