Tariana Martins Fontes Cruz
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[editar] Boa Foto
Para mim, a boa foto é aquela que prende a atenção, ainda que não se saiba exatamente o motivo na primeira olhada. É uma composição interpretável, que desperte algum sentimento no observador, seja pelo tema, pels cores ou pela montagem como um todo. Esse sentimento pode ser de muitas naturezas: surpresa pelas sutilezas de um super-close em uma lagarta, tranquilidade por um trigal ao entardecer. Podem inclusive ser sentimentos ruins. Um observador que consegue perceber o tédio presente em uma foto de uma sala vazia com a televisão ligada está diante de uma imagem que o atingiu em um âmbito profundo. É, provavelmente, uma boa foto.
[editar] Foto NHÉ
A foto nhé é justamente auela que não "liga" o observador. É a foto que passa batido sem ser notada, ou mesmo uqe passa o sensação de "podia ser ótima, mas tem alguma coisa esquisita... não funcionou!". É nesse não funcionou que está o prblema. Fotos nhé muitas vezes são desnhezáveis por pequenas mudanças no enquadramento, na palheta de cores, no contraste ou no foco. Se nada disso der certo, desculpe, a foto deve estar um lixo mesmo!
[editar] Meu Flickr
[editar] TOP 10 Ecafoto
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[editar] Propostas de Reenquadramento
TODAS:[12]
Foto 1: Caçando ladrão de galinha [13]
Reenquadramento:[14]
Foto 2: Malabarista de churrasco [15]
Reenquadramento: [16]
Foto 3: Eu e mami no Everest [17]
Reenquadramento: [18]
[editar] Planejamento fotográfico
Retrato: Exterior, praia. Com o rosto no foco superior direito, um bebê com as mão sujas e juntas a frente do corpo, sentado sobre a areia. Com expressão de alegria, está diante de grande e detalhado castelo de areia, com torres, portas e janelas que ocupa o resto do espaço na foto.
Paisagem: Ambiente interno, sala típica, com sofá e poltrona de tecido escuro. Iluminação fraca proveniente de uma janela que não aparece na imagem, da direita para a esquerda, iluminando lateralmente o sofá que está no terço direito da fotografia. Ocupando o centro do terço direito e central, uma mesinha de centro de madeira rústica com uma garrafa de bebida quase no fim. Deitado sobre o sofá, com as patas dianteiras e a cabeça apoiadas na beirada, um cachorro claro com pelagem desarrumada observa atentamente a garrafa.
[editar] Fotógrafo: Robert Capa
Robert Capa é sempre citado como o fotógrafo dos grandes acontecimentos e pequenas distâncias. Poucos metros o separavam de seus temas e tenho a impressão que quanto mais perto ele chegava sem interferir no fato, mais impressionantes são os resultados fotográficos.
Nasceu na Hungria, em 22 de outubro de 1913. Filho de pai alfaiate e mãe costureira, André Friedmann (seu nome de berço) mudou para Berlim após ter sido expulso de seu país acusado de práticas comunistas pelas autoridades policiais. Como judeu acossado pela ascensão de Hitler, teve de sair da Alemanha também. Em Paris, mudou seu nome para Robert Capa, com o qual seria reconhecido como um dos maiores fotógrafos de todos os tempos.
Capa, apesar de ter se especializado nas coberturas de guerras, trazia um estilo todo especial em suas fotos onde um dos principais focos era a denuncia da violência e o sofrimento dos oprimidos, se revelando um manifesto contra a guerra.
A proximidade era definitivamente um fator fundamental em seu trabalho, e Capa morreu porque "chegou perto demais", no dia 25 de maio de 54, em Thai Binh, Indochina, hoje Vietnam, quando pisou numa mina terrestre ao sair de uma estrada principal para fotografar uma coluna em deslocamento. Perdeu uma perna na explosão e durou poucos minutos mais. Tinha, então, 41 anos de idade.
[editar] Pintor: Francisco de Goya
Goya nasceu no dia 30 de março de 1746 em Fuentedetodos, Aragão, Espanha. Foi um dos mais importantes pintores de finais do séc.18 e princípios do séc. 19. As características de sua obra são dificilmente definidas, pois há uma enorme riqueza de estilo em seus quadros. As cores marcantes e intensas são talvez a mais nítida característica comum em suas pinturas. A temática de seus quadros varia também de acordo com o momento da vida do pintor, sendo as mulheres e crianças e a guerra duas das mais presentes em suas obras.
Filho do mestre dorador José de Goya e de Gracia Lucientes, começou os estudos em Saragoça, ensinado pelo pintor José Luzán, instruído em Nápoles, professor na Academia de Desenho de Saragoça, e foi, mais tarde, em Madrid, pupilo do pintor da corte espanhola Francisco Bayeu, tendo casado com a irmã deste em Julho de 1773.
Morou na Itália e França grande parte de sua vida, e foi nomeado pintor da cêmara de Napoleão, época em que produziu a maior parte de suas obras mais conhecidas. Duas delas ("A Maja nua" e "A maja vestida") lhe renderam uma acusação por obscenidade, mas foi absolvido em julgamento.
Durante a última parte de sua vida, Goya cobriu as paredes de sua Quinta del Sordo com as famosas "pinturas negras", as últimas e mais misteriosas de seu gênio atormentado. Uma delas, "Saturno devorando a um filho" (1815) e que se encontra atualmente no Museu do Prado, é uma das pinturas mais horrendas jamais pintadas. Esta pintura constitui uma referência aos conflitos internos de Espanha, durante o reinado absolutista de Fernando VII, mas será também um reflexo da degradação da sua saúde física e mental.
Em 1824, Goya se exilou em Bordéus, França, vindo a morrer quatro anos depois.
[editar] Trabalho Final
Fotógrafo escolhido: Ansel Adams[19]
Pintor escolhido: Édouard Manet [20]