Rodrigo Souza da Silva


				

				

[editar] COMUNICAÇÃO DIGITAL 2011

[editar] Criação de produto digital

integrantes do grupo (duas duplas):

links dos apps:

http://wiki.eca.luli.com.br/index.php/ReadThat

http://wiki.eca.luli.com.br/index.php/%2BCidade




[[1]] [2]

Como exemplo de “bom” e “mau” design resolvi escolher dois cartazes do mesmo filme, “As Amorosas” de 1968 dirigida por Walter Hugo Khouri. Produzidos em diferentes épocas e com diferenças acentuadas que promoveram também resultados bastante destoantes.

No primeiro caso, notamos o exemplo de “bom” design, já que a peça atinge de maneira precisa um layout bem estruturado através da escolha de uma fonte tipográfica simples e “encorpada” preenchendo a página e contrastando com a fotografia sutil ao fundo, essa informa sugestivamente e de maneira sensível a proposta e abordagem temática do filme. A posição e diferenças de tamanho do texto complementam se sem entrar em conflito com o restante do cartaz.

Contudo, no segundo trabalho podemos notar facilmente uma plena confusão visual. Elementos que mostram essa poluição encontram-se na falta de alinhamento dos textos, na escolha tipográfica questionável, no uso aparentemente arbitrário das cores, na utilização de muitas fotografias diferentes as quais não ultrapassam a função meramente ilustrativa e também o uso excessivo de efeitos de computador datados, talvez interessantes então, como a mescla de imagens e degradês fazendo com que a obra não seja atemporal apesar de ser mais nova que o primeiro exemplo.


Questões CD

[editar]Números – o que quer dizer cada número desses? 600 anos de conteúdo no YouTube, 750 milhões de pessoas no Facebook. A gente repete esses números o tempo todo, sem pensar. Bom, chegou a hora de pensar neles. Um dos possíveis significados para esses números consiste no atual contexto do fluxo de informações pela web. Elas não mais emanam de poucos para muitos, mas de muitos para muitos. Isso permite o aumento na quantidade de conteúdos compartilhados em redes e o aumento também no número de participantes dessas redes.

[editar]De onde surgiu a Internet? Mesmo? Daonde veio a $ pra montar aquilo tudo? Quem custeia todos os cabos e roteadores? Essa história de guerra fria cola? A história mais difundida sobre o início da internet é a de que ela seria uma derivação da ARPANET (Rede de computadores norte-americana utilizada pelos militares). O dinheiro para construir a rede teria surgido principalmente das verbas destinadas às expedições aeroespaciais (NASA, foguetes e astronautas). Os cabos e roteadores teriam sido herdados da infraestrutura deixada pela ARPANET no período de Guerra Fria. Essa guerra parece ter sido usada mais como uma mera desculpa para justificar a construção de um sistema de informações teoricamente invulnerável, sob o ponto de vista da segurança dos dados.

[editar]Fase da internet? Acho (e isso é minha opinião) que estamos na 4ª fase da Internet. Você concorda? Que fases são essas? Como você as dividiria? Não acho possível classificar a internet em fases distintas de forma precisa, acho que, nela, estamos quase sempre em uma ou mais fases de transição.

[editar]O que aconteceu de verdade no estouro da bolha? Por que ele foi uma boa notícia? O que o causou? O estouro da bolha foi possivelmente causado pela (des)ilusão de muitos que acreditaram que altíssimos investimentos em infraestrutura tecnológica para serviços digitais (cabeamento, hardware, satélites, etc.) resultariam em grande lucratividade num curto prazo. Foi, de certa forma, vantajoso porque permitiu um significativo barateamento no custo de alguns serviços na web (armazenamento de arquivos e hospedagem de sites, tecnologia Voip, etc.).

  [editar]Dois virais velhos Sunscreen e crazyfrog. Lembra deles? Como eles surgiram? Sunscreen surgiu como um artigo escrito por Mary Schmich para o jornal Chicago Tribune em 97. O mais provável é que alguém copiou o artigo do jornal e transmitiu por e-mail, associando-o à autoria de alguém célebre, para dar maior respeito ao texto. Logo, tiveram a idéia de transformar o texto num vídeo, com figuras extraídas de bancos de imagens e com mensagens características de livros de auto-ajuda. Isso fez com que o material fosse amplamente difundido e “cultuado”. Crazy Frog surgiu no Brasil no ano de 2005 e parece ter sido criado por um DJ (sueco ou alemão) que buscava produzir um ringtone baseado no barulho de uma motocicleta. Foi difundido em diferentes meios de comunicação (internet, rádio, TV, etc.).

[editar]O que Andy Warhol... Timothy Leary e Marshall McLuhan diriam "pois é..." se estives-sem vivos hoje? E Lev Vygotsky? Warhol: “pois é, arte foi, é e provavelmente continuará sendo mero fruto da observação do cotidiano”. Leary: “pois é, a vida virtual, tal como experiências psicodélicas proporcionadas pelo LSD, nos dá a sensação de rompimento dos limites da nossa condição mortal”. McLuhan: “pois é, em vez de perguntarmos se as transformações da atualidade são boas ou ruins, vamos questionar sobre quais são, o que são e como se dão essas transformações”. Vygotsky: “pois é, o Facebook é muito mais interessante que uma tradicional aula de sociologia porque trabalha digitalmente a questão de interações sociais”.

[editar]O que é a Singularidade? E por que você deve morrer de rir dela? A singularidade parece ser a idéia de que estamos passando para uma era em que as máquinas e computadores seriam os grandes “líderes” da sociedade, em detrimento aos humanos que a compõem. Uma razão para podermos rir dessa idéia talvez consista no fato de que os meios eletrônicos, digitais ou automatizados somente são utilizados como facilitadores de tarefas que sempre fizemos, baseadas em diversos tipos de relações sociais que sempre existiram somente entre seres humanos.

[editar]O que é Stuxnet? E por que você deve morrer de medo dele? É um vírus desenvolvido unicamente para alterar o funcionamento dos sistemas automatizados reguladores das usinas nucleares do Irã. A preocupação em relação a esse worm consiste no fato de que não existem limitações legais para impedir a disseminação do conhecimento técnico necessário para produzir novos programas maliciosos com finalidade similar. Enquanto o conhecimento para fabricar armas reais (como bombas) é restrito a um número limitado de pessoas, na rede mundial de computadores, não há qualquer restrição para produção de “armas digitais”.

[editar] Designers

El Lissitzky

David Carson





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