[editar] Bom design
As peças da campanha “Yes, we can!” de Barack Obama para a corrida presidencial nos EUA é exemplo de um bom design. A utilização de recursos do “pop art” representou inovação na comunicação visual de campanhas políticas e evidenciou tentativa de atrair o público com as características do movimento marcado na cultura nacional, além do aspecto jovial que foi atrelado à imagem de Obama em contraposição ao septagenário John McCain. O design seguiu a linha do tema proposto na comunicação ao priorizar a inovação, constituindo-se em uma "roupagem" apropriada ao que viria a ser uma decisão histórica nos Estados Unidos. A campanha de Obama causou forte impacto no mundo inteiro, levou prêmios e obteve a resposta esperada: vitória de Barack nas urnas.
--Michel Borges Gmeiner 20h03min de 4 de Março de 2010 BRT
[editar] Mau design
O Nilson Antônio Brena é biólogo, então não se pode exigir dele um critério muito apurado na aprovação (ou, quiçá, na produção) de elementos de comunicação em capas de livro. A segunda edição de seu livro "A chuva ácida e seus efeitos sobre a floresta" apresenta uma capa com design muito ruim. O fundo escolhido dificulta a sobreposição de qualquer cor para a fonte. Por isso, a tentativa de destacar o título e o nome do autor foi fracassada, já que o verde-limão criou um contraste muito pequeno com o fundo, tornando a leitura desagradável. Além disso, a tipografia utilizada é a mesma em toda a capa, inclusive no tamanho e por ser em caixa alta em praticamente todo o texto, resultando na não diferenciação entre o título e "os apêndices". Por fim, o selo com fundo amarelo e fonte azul não criou harmonia alguma com o design ruim da capa, empobrecendo ainda mais a aparência da capa do livro.
--Michel Borges Gmeiner 15h36min de 17 de Março de 2010 BRT
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