Maria Eduarda Zorel Meneghetti
Produção Gráfica
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[editar] "Bom" design
Sim, design de Rico Lins. Mas antes disso, primeiro vamos ver a obra.Há um ano pude ter contato com seu trabalho. Não sabia de sua fama, mas desconfiava.
Contextualizando... O cartaz integra a campanha Jazz Sinfônica+convidados, cujo objetivo era justamente a divulgação dessa parceria nos concertos entre a orquestra sinfônica e de Jazz e expoentes da música popular. Tais cartazes eram distribuídos ao público e também via correio.
Esse trabalho expressa muito bem a integração, a interdependência entre desígno, desenho e projeto. Claramente sabemos o instrumento, a identidade musical do convidado, pelas cores deduzimos a parceria harmônica entre eles, além da combinação dos estilos musicais ser simplesmente ilustrada pelo sinal de mais. Ótima sintese, comunicação rápida e direta.Poucos recursos que falam muito.
[editar] "Mau" design
Hum...coloridas, atmosfera bem jovem, até q são legais, interessantes... salames em embalagens, hum?...parou, parou....salames? Bom apetite? Pois é, são salames! Este visual está entre as 22 embalagens inspiradoras (Cento e Vinte - Presença digital), na 13 posição entre as "50 Packaging Designs That Pack A Punch" (Pelfusion), consideradas pioneiras da categoria ao utilizarem um modo diferente, inovador de comunicação. Pois bem, isso nem sempre é sinônimo de bom trabalho. O objetivo de se destacar na poluição visual das prateleiras é nobre segundo os preceitos comerciais, mas, usar determinados modismos e preceitos de design indiscriminadamente em qualquer circunstância é um perigo, digamos q um crime p os príncipios de design. De boas intenções o design está cheio, e olha que essa pinta de "style" q perpassa vários projetos podem nos levar ao erro de juízo. Vasculhei a finalidade do produto na net, no entanto, somente pouquíssimas informações destacavam as "embalagens diferenciadas e com personalidade". Considerando que uma empresa de salames não irá sobreviver de uma parcela tão específica de fashionistas e do consumo de designers, e de outros diminutos públicos, sendo assim, ao meu ver, considero esse projeto uma má compreensão da finalidade sinestésica da embalagem, do apelo comunicativo dessa categoria, do código travado entre o consumidor e o produto.
Fazer o melhor design, antes de tudo, é fazer o melhor design para o seu pruduto. Totalmente a favor da inovação, ou melhor, da inovação consistente, que contribua de fato com o objetivo do projeto.
[editar] Equilíbrio
Observando a capa do filme "Era do rádio" de Woody Allen, percebemos uma estabilidade da composição, ou seja, os elementos gráficos estão dispostos de modo a contribuir com o equilíbrio gráfico da obra. A maioria das letras do título disposta à esquerda, ao passo que três letras e a mulher (elemento com cor quente, com um pouco mais de "peso") à direita estabilizam o projeto. Além disso, a forma amarelada que congrega esses elementos apresenta maior dimensão na região superior e tons claros, portanto mais "leves", enquanto a região inferior, embora menor, está aliada às colorações em tons aroxeados, alaranjados e avermelhados tornando, dessa forma, a obra equilibrada ao meu ver.
[editar] Desequilíbrio
Já nessa capa do filme de Woody Allen, atentamo-nos a linha central, divisória de dois lados: o da esquerda, com cores mais fortes, compreendendo a maior parte da cabeça da moça, além da maioria das letras; e o da direita, com cores claras, mais "leves", com menos elementos gráficos. Nesse caso, nitidamente, o projeto está desequilibrado para a esquerda.
[editar] Harmonia
Muitas vezes podemos inferir que uma das características que identificam a harmonia de uma obra são as cores "leves", "claras". Na verdade, entendo harmonia como uma lógica que encadeia todos elementos, surgindo da relação entre esses a uniformidade, uma característica (duas ou mais) que apresentam em comum. Nesse exemplo, percebemos a combinação de cores azul e vermelho, cores q a princípio apresentam bastante contraste, no entanto, nessa capa da revista Vogue, a cena foi montada, planejando-se a combinação de diversos tons de azul e de vermelho, o que, ao meu ver, conseguiu atingir a harmonia.
[editar] Desarmonia
http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSJ7S80cb_MnUukvRXKaoQC5di0NHZJ55Sfj6Ba-vp_EKSjbskG&t=1
Propositalmente escolhi uma outra capa da Vogue com sua paleta de cores essencialmente fundamentada nos tons em azul e vermelho. Nessa edição, percebemos que o uso, a combinação dos tons dessas cores resultou em um trabalho muito mais agressivo, contrastante que o exemplo anterior. Assim, encaro esse exemplo como desarmônico.Até pela própria temática dessa edição era necessário algo mais contrastante, que transmitisse mais atitude e irreverência que o comumente visto na revista.Era essencial que a capa conseguisse trasnmitir algo mais atrevido e ousado que o já feito por uma revista de moda, nesse caso, a Vogue. A mesma base principal da paleta de cores para as duas capas, entretanto, duas utilizações diferenciadas e com sentidos peculiares.
[editar] Isaac Newton ñ concorda...
[editar] Isaac Newton apoia e confirma...
http://thecinemaniaco.files.wordpress.com/2009/02/valkyrie-poster1.jpg?w=360&h=562
Fotografia Digital
[editar] Flickr
Banque essa para nós, prestigie =)
[editar] Cor Aprendida x Cor Apreendida:
Verde que te quero ver-te melhor...
Você já teve a sorte de encontrar um trevo-de-quatro-folhas? Se sim, creia, você já tinha 'boa' sorte antes de encontrá-lo. Se não, intuo que você possui tempo de vida para isso caso você se importe. Mas a questão seguinte é mais fundamental...Você já teve a sorte de perceber os vários verdes desse amuleto? Independente da resposta siga a leitura. Veja essa foto. Nela, com rigorosíssima atenção, perceberemos que o trevo verde é constituído por uma variedade de verdes, mas veja também a diversidade de verdes do cenário ao redor dos trevos, apresentando-nos uma rica gama de gradações.Olhe esse recorte da foto com efeito mosaico. Aqui podemos ver os diversos verdes existentes, além de derrubar a idéia de que a graminha, vulgarmente conhecida como "mato", é um verde absoluto, pelo contrário, ela é um misto de vários tons entre o verde e o vermelho e o verde e o azul. Assim,só me resta desejar boa sorte com sua percepção!
[editar] Grão/Tempo/Profundidade
Grão => Em um ambiente mais escuro, dispus a máquina em um aparato de apoio com especificações de ISO 3600, abertura do obturador (f) máxima e velocidade mediada. Como fonte de luz do ambiente foi utilizado um pequeno abajur, além de timer(10") para maior estabilidade. Percebi que ao modificar o ISO foram necessárias mudanças nas outras váriáveis (f e n) tal como uma balança, em que a luz e a boa foto são o que é equilibrado.
De grão em grão (De artifact em artifact):
Flor e escultura da humildade (sim, é um homem curvado com suas mãos levadas ao rosto) Flor
Profundidade => Após os ajustes das váriáveis (f, n e ISO) diante da cena, determinei o foco para 10 cm e depois para mais de 10 cm. Pude perceber como o foco contribui para o direcionamento do olhar, realçando determinadas áreas em detrimento de outras, dispondo os elementos de cena em uma hierarquia de leitura.
Tempo de Exposição => Utilizei o timer, ISO 80 e velocidade(n) 1/2000 e 1/20. Este valor exigiu um ambiente menos iluminado (f, abertura do obturador menor), já que o tempo de exposição determinado seria maior, ou seja, captando maior quantidade de luz. Enquanto para a maior velocidade foi essencial um ambiente bem iluminado, além da abertura (f) especificada no valor máximo. No "ambiente bem iluminado" sucedeu-se na luz solar às 11 horas, as passo que a cena do "ambiente menos iluminado" se deu na sombra logo após contentar-me com o trabalho da foto anterior e, claro, com o ritmo da modelo.
Foi muito divertido fazer essas fotos, reconhecendo os créditos da linda modelo,que indiscutivelmente conferiu graça à fotografia, aplausos, por favor (valeu, sister!).
Velocidade baixa (n) de 20: O nome dele é Bili
Velocidade alta (n) de 2000: Cabeleira de Ciça
Como em qualquer divertimento, é natural (e esperado) que nos empolguemos, e foi justamente isso o que me aconteceu. E, claro, como forma de fazer jus à modelo que não recebeu cachê, nem nada, apenas teve que ouvir uma pessoa insistente por um tempão em quase sol a pino (acho que isso é amor de irmã...)exponho mais essas fotos aqui.Isso serve para justificar esse exagero de fotos aqui! rsrs
E o vento....levou? As Olimpíadas que lhe aguardem (atención nos pés estendidos) glusem comentários
[editar] Brasileiro em moldura
Idéia de “Brasileiro": Em meio a inúmeros sotaques, a diversas cores,a uma variaedade de biotipos, encontramos essa salada mista cultural. O "País tropical" desperta diferentes sentidos para cada habitante, que digam os bahianos, ou melhor, a galera lá na linha do equador, ainda mais, o pessoal lá do Sul, interessantemente tri legal, neeeh?! Então vamos retratar um pouco desse mix...
[editar] Oficina
[editar] Exposição e Zoom:
Zoom com uma máquina compacta, mais limitada: Época de eleição, nada como uma propaganda do seu candidato preferido...Vote em ?, número ? , ixi, amigo, problemas com verba hein?! e com planejamento de mídia...
Dificuldades com iluminação, já que, mesmo calibrando-se o E.V. o resultado foi de uma foto com aspecto "sujo".
Zoom com máquina mais maleável: Percebi algums cuidados necessários ao se fotografar com zoom: firmeza no shot é imprescindível para o zoom valer ou apenas vc terá um zoomzuado de uma imagem embasada. Mas isso é bem que complicado, a sensação é de que há algo totalmente pesado e frágil em suas mãos que ao mínimo deslize - de sua pulsação, por ex. - leva a imagem ao zoomzuado. Outro alerta é que é totalmente desnorteante procurar algo com o zoom acionado, pior ainda qdo há necessidade de mudar alguma função - como nesse caso, a mudança de foco -, uma leve mudança no enquadramento se traduz em distância brusca, um busca do perdido objeto. Assim, percebi que é melhor aplicar o zoom após o posicionamento definido e com firmeza nos punhos, nos braços, ..., qlqer treminha promovará um abalo sísmico.
Exposição:As modoficações de E.V. resultam em fotos mais expostas ou menos. No direcionamento vertical para baixo, vê-se uma crescente de E.V., partindo de valores menores para maiores. Na primeira fotografia como na segunda, destacam-se a textura do telhado, a sombra e o fim, enquanto na última imagem, sobressaem-se as folhas da árvore. Por esses exemplos, evidenciamos que a mudança de E.V. colabora efetivamente no ato de pintar com a luz.. São Três apreensões possíveis - além tantas outras -, três pinturas diferentes, três modos de apreender/interpretar o real.