Liliane Yumi Matsumoto

Repositório de trabalhos de alunos. Conteúdo experimental.

Tabela de conteúdo

[editar] PRODUÇÃO GRÁFICA

[editar] Análise de verbetes de acordo com critérios de design

[editar] Fotografia

Valley oak.jpg

1. Harmonia

Em termos de harmonia, observamos nesta fotografia, uma evidente unidades e combinação entre os elementos. Os galhos retorcidos da árvore sobrepõem, devido à cor mais escura, demais galhos de outras árvores ao fundo, sendo que os elementos, ao memo tempo que se confundem, se destacam e se desfocam, todos esparramados sobre um fundo sépia. A combinação e harmonia das cores, portanto, é bastante vísivel, assim como a concordância dos elementos (mata, troncos, galhos, folhagens). Não há, em nenhum aspecto, desacordo, dada a unicidade da foto.

2. Equilíbrio e simetria

Embora não seja simétrica, a fotografia apresenta visível equilíbrio, pois seus elementos se encontram muito bem distribuídos, não transmitindo sensação alguma de a foto "pender" para um lado só. Acredito que o equílibrio se dá em razão do tronco da árvore, elemento de destaque e onde nossos olhos primeiro focalizam, localizado no canto inferior direito, balanceia com as ramificações da árvore (que dominam o canto superior esquerdo) e com os galhos das árvores ao fundo. Dessa forma, temos que, ao visualizar essa fotos, nossos olhos partem do grande tronco, escuro e predominante, no canto inferior direito, e segue pelos contornos dos galhos partindo para a esquerda, perdendo-se na imensidão de outros ramos retorcidos.


3. Imagem vs Fundo

Observamos nessa foto um grande destaque para o tronco principal e os ramos da árvore em primeiro plano. É possível claramente destacá-la ante o fundo. As árvores mais distantes, porém, assim como a mata, estão pouco claros, sendo difícil distingüir seus contornos. Temos, com isso, um elento claramente em destaque e o restante se confundindo com o fundo, tanto na cor, quanto na falta de contornos definidos.

4. Ênfase e Hierarquia

A ordem de leitura desta foto se estabelece graças ao destaque dado à árvore em primeiro plano(ênfase). Ao olhar para a imagem, nossos olhos seguem da base do tronco e viajam pelas ramifiações de galhos. A partir daí, a imagem torna-se difusa e pouco clara, dando a impressão de inúmeras árvores sem folhas, retorcidas, sobre um solo dominado pelo mato em um ambiente frio. Embora tenha um fundo pouco nítido, a mensagem não é prejudicada. Pelo contrário, a ênfase dada à árvore e a pouca nitidez do fundo parece proposital, a fimd e estabelecer uma ordem de leitura.

5. Formas

Temos formas definidas, fechadas e facilmente identificadas na árvores em primeiro plano, de troncos grossos, mais escuros e bem contornados, como se isolada da confusão do fundo. Em contraposição, temos um cenário com formas pouco claras e nada simples. A diferenciação entre as formas também é um elementos claro de foco na primeira árvore e estabelecimento de uma ordem de leitura.

6. Camadas

É nítida a formação de camadas nesta fotografia, principalmente no fundo. A primeira camada é clara e precisa, mas é como se anunciasse o que se encontra no fundo: uma repetição de árvores do mesmo tipo (desfolhadas, contorcidas e cheias de ramos). Dessa forma, o cenário ao fundo é difuso e quanto mais distante da árvore em destaque, menos nítida fica a imagem, de modo que a repetição de elementos no fundo fica sugerida.

7. Contraste

A árvore em foco apresenta grande contraste, por ter as cores mais escuras e se destacar do fundo de cor clara. O delicado contorno dos galhos ao fundo é reconhecido graças ao fundo bege em razão do cotraste entre ambos. O espaços perpassados pelo fundo entre os galhos é essencial para a identificação dos galhos, estabelencendo contraste entre imagem e fundo.

8. Fluxo e Ritmo

A continuidade das linhas dos tronco e dos galhos dita o ritmo e o fluxo nesta imagem. Temos uma interrupção do fluxo ao deparamo-nos com a difusão de galhos, que se tornam disformes, se confundindo com os galhos das árvores ao fundo.

9. Simplicidade e Síntese

Imagem clara e direta: floresta em lugar frio, final de tarde, troncos retorcidos e desfolhados. Apesar de apresentar uma confusão de elementos ao fundo, podemos identificar facilmente cada componente dada a repetição de formas.

[editar] Quadro de Artes Plásticas

Guernica2.jpg

1. Harmonia

No quadro "Guernica", de Picasso, notamos uma harmonia entre as formas bastante clara. Há uma concordância entre as cores (utilização de cores frias e predomínio do azul, cinza e preto)e entre as formas cubistas, geometricamente contorcidas. Não obstante o conjunto de faces, tanto de animais quanto de humanos, que expressam horror e desespero, evidenciando a unicidade do quandro. O conjunto harmônico do quadro nos permite acompanhá-lo da esquerda para direita e de cima para baixo, dado o alinhamento das formas geométricas. Nota-se um conjunto, uma imagem que se combina, de forma que não podemos recortar nenhuma parte da obra, pois ela só se expressa completamente quando olhada por inteiro.

2. Equilíbrio

O quadro é praticamente preenchido como um todo, apresentando elementos que se espalham em toda sua extensão. Observa-se, porém, um predomínio das formas do meio ao canto inferior direito da obra, assim como elementos mais escassos no canto superior esquerdo. Tal "pendência" do quadro pode ter ocorrido em vista de sua temática, a Guerra Civil Espanhola, e a representação do caos que esta causou.

3. Imagem vs Fundo

A separação da imagem do fundo é nítida: fundo preto e imagens, sobrepostas, em diferentes tons de cinza, azul e branco. A ordem de leitura também se faz nítida: primeiramente observamos a cena: diversos elementos sobrepostos, rostos fragmentados demonstrando sofrimento e susto e partes de cenas que aparentemente não têm relação (lustre, cavalo, vela, espada, montanha). Após essa obsercação dos componentes, entendemos que é provável que esteja sendo representada uma guerra. Embora seja clara a separação entre imagem e fundo, cada elemento não se encontra nítido devido à sobreposição e fragmentação, tornando a mensagem pouco clara.

4. Ênfase e hierarquia

Neste quadro, observamos que não há ênfase nem tampouco hierarquia sobre os elementos. É difícil estabelcer uma ordem de leitura, dada a confusão dos componentes, que se encontram dispersos, sobrepostos e recortados. A mensagem que podemos conmcluir é de confusão geral, caos, desordem, desespero. É curioso, pois chama a atenção não por estabelecer ênfases e hierarquias, mas por ser confuso e pouco claro.

5. Formas

Formas pouco simples, irregulares e de difícil identificação. Algumas são mais claras e outras menos nítidas. São formas geométricas, sobrepostas e pouco simples, de maneira que o observador desvenda aos poucos o que vê.

6. Camadas

Notamos aqui que a obra é composta por diversas camadas sobrepostas, de forma que nada é explícito e claro, mas tudo é sugerido. A sobreposição de imagens que parecem soltas e sem sentido sem seguir nenhuma ordem, nos mostra, à primeira vista, membros descolados do corpo, cabeças soltas e objetos flutuantes. Todavia, a expressão de desespero dos rostos contorcidos e chapados, o caos da cena, braços estendidos, um punhal e a sobreposição de camadas nos leva a uma impressão de guerra: pessoas gritando e correndo assustadas, algumas feridas, movimentos rápidos e cenas simultâneas. Tal impressão é causada principalmente pela camadas que se sobrepõe, além das imagens soltas e irregulares.

7. Contraste

Temos aqui um contraste acentuado entre fundo (escuro) e imagem (claro). Assim, a identificação dos elementos é facilitada, embora a sobreposição das formas torna tudo menos nítudo e mais confuso. Nota-se que todos os elementos têm cores claras (rostos, membros, animais, etc.), as formas geométricas são mais escuras, porém, o fundo é bem mais escuro (contraste) do que qualquer elemento, o que torna a distinção entre imagem e fundo bastante evidente.

8. Fluxo e Ritmo

É difícil estabelecer um fluxo ou ritmo nesta obra, uma vez que suas formas são predominantemente geométricas e sobrepostas. Assim como é igualmente difícil estabelecer uma ordem de leitura, ou seja, a partir de onde começamos a "ler" a imagem. Acredito que não há fluxo e ritmo neste quadro, dado o sentido de caos, guerra e desespero que Picasso pretendeu transmitir. Ao observar a obra, não temos a impressão de algo confortável que nos conduz por um movimento leve e suave, mas a sim uma sensação de confusão geral.

9. Simplicidade e Síntese

Aqui temos uma mensagem clara, mas não tão direta, pois é preciso analisar a obra para que possamos interpretar o que ela diz. As sobreposições, imagens chapadas e elementos flutuantes, característicos do cubismo, apenas sugere a mensagem.

[editar] Cartaz

Jane Avril.jpg

1. Harmonia

Neste cartaz de Tolouse Lautrec referente aos espetálucos de can-can no Moulin Rouge, notamos concordância entre as partes (formas curvas,cores neutras, tipografia condizente), evidenciando tranqüilidade e unicidade, tendo, por isso, uma peça harmônica. A semelhança dos elementos também evidencia isso: a dançarina veste chapéu com grande babados, assim como a barra de seu vestido, os quais combinam com os contornos da moldura do cartaz. Observamos, assim, uma continuidade e harmonia.

2. Equilíbrio

Notamos aqui também uma nítida estabilidade. A boa distribuição dos elementos não permite que a peça "caia" para um lado. Devido à posição de dança da mulher, temos um equilíbrio dinâmico, pois ela se encontra em movimento. O equillíbrio deste cartaz dá-se basicamente por três elementos: a dançarina, no canto superior esquerdo; o título, entre o centro e o canto superior direito; e a moldura, que, em forma de contra-baixo, se estende no canto inferior direito em diagonal.

3. Imagem vs Fundo

A separação entre planos é bastante nítida: em primeiro plano vemos a mão que sugura o contra baixo, servindo de "moldura" ao cartaz; em segundo lugar, a dançarina, que se encontra atrás do instrumento musical; o planos de fundo, diferentemente dos demais elementos, é composto somente de uma cor neutra, de forma a destacar a dançarina. Assim, temos um foco totalmente voltado para ela que, além de ter destaque ante o fundo monocromático, possui cores fortes e quentes.

4. Ênfase e Hierarquia

A ordem de leitura, a clareza e objetividade da mensagem estão presentes. Observamos um destaque à dançarina e ao contra-baixo, indicando o anúncio de um espetáculo. O título "Jane Avril" parece ser o nome da dançarina em questão, que irá se apresentar juntamente com uma banda de músicos.Dessa forma, este cartaz é bastante claro, dando ênfase aos elementos mais importantes (dançarina e músico) tendo como cenário, em segundo plano, o palco.

5. Formas

Formas nítidas, claras, precisas e simples, longe da confusão e transmitindo a mensagem de maneira objetiva. O cartaz é de fácil identificação.

6. Camadas

Embora a mensagem seja bastante explícita, temos a sugestão de alguns elementos, como o contra baixo, que tem somente o braço aparecendo e uma mãe que o segura, e a aprtitura musical, que também é mostrada somente em parte. Apesar de terem sido "cortados", a sugestão é facilmente compreendida.

7. Contraste

Temos um contraste bem nítido entre elementos e fundo: a dançarina se destaca do palco pelas cores vibrantes e pela impressão de movimento, o contra-baixo, em cor escura, contrasta com o restante, dando a impressão de estar bem próximo. A visibilidade e a distinção das formas é evidente devido ao cotraste entre elemtnso e fundo.

8. Fluxo e Ritmo

Existe um fluxo e ritmo bastante interessante neste cartaz. A mão segurando o instrumento musical, por ter cor escura e estar em primeiro plano, nos chama a atenção, de forma que nossos olhos acompanham o movimento que faz: sobe, contornando a moldura do cartaz, até deparamos com a imagem da dançarina. Acompanhamos seu desenho de cima a baixo até voltar para a partitura e novamente para o braço do contra-baixo.

9. Simplicidade e Síntese

A mensagem é clara e bem definida. Não há, contudo, o local e horário do espetáculo.

[editar] Basmala

Basmala.gif

1. Harmonia

Nesta basmala, notamos uma harmonia nítida, uma vez que há unidade (mesma cor, mesmo traço, mesmo estilo)e um incontestável espírito de grupo. A continuidade do traçado, hora mais grosso, hora mais fino, mas sempre o mesmo, transmite ao observador tranqüilidade e espírito de grupo. Nela, tudo é semelhante.

2. Equilíbrio

A distribuição dos traços do desenho é bem feita, permitindo que a basmala encontre-se estável. No centro, notamos uma maior concentração de traços emaranhados, o que é equilibrado pelos componentes em volta.

3. Figura vs. Fundo

É clara a separação entre imagem e fundo. Como só há um elemento contínuo e não há fundo, é impossível não notar o desenho, ou seja, temos 100% de foco. No primeiro momento em que olhamos a imagem, observamos de cara uma ave que corre, ou seja, a cena. Após um olhar mais detalhado, percebemos que ela é composta por traços de um pincel ou caneta muito precisa, compondo a imagem de uma ave.

4. Ênfase e Hierarquia

Imagem clara e bem definida sem ser irritante. Cada elemento (traçado) estabelece uma ordem de leitura que segue da esquerda para a direita, de cima para baixo. Os traçados estão bem posicionados transmitindo a mensagem com eficiência.

5. Formas

Observando a forma de maneira completa (ave), podemos decompô-la em inúmeros traçados, simples, estáveis e regulares. Assim, temos uma forma simples que estabelece relações harmônicas entre seus componentes.

6. Camadas

Na basmala, não notamos nada que não é mostrado e somente sugerido. Tudo está muito visível, com exceção do emaranhado de traços que se entrelaçam no centro da imagem, os quais não provocam curiosidade. Desta forma, temos uma quase ausência de camadas e satisfação plena do observador.

7. Contraste

Relação entre fundo branco e traçado alaranjado. O destaque é evidente e a relação com o ambiente em volta é perfeito.

8. Fluxo e Ritmo

O fluxo e o ritmo na basmala é muito interessante, pois temos uma nítida continuidade fluindo de maneira confortável. O olho começa pela ponta solta superior esquerda, desce como um escorregador aliado pelos traços que seguem o mesmo fluxo e cai na intersecção dos traços no meio. O olho volta-se então para os quatro traços que vêm de cima e segue pelo pescoço da ave, dá uma suave volta e termina na cabeça.

9. Simplicidade e síntese

Mensagem clara e direta: desenho árabe emforma de ave, que provavelmente deve ter um significado único.


[editar] Mosaico

Mosaic.jpg

1. Harmonia

Unidade, acordo, cores repetidas e concordância entre as formas. Os rostos têm traços semelhantes e há proximidade entre as roupas. Os únicos elementos que se destacam são o menino de vermelho e moça mais ao fundo, pois ambos estão representados em cores mais claras e com traços mais bem definidos. Em gral, o mosaico apresenta harmonia e concordância.

2. Equilíbrio

Os elementos encontram-se bem distribuídos e ocupam toda a parte central horizontal do mosaico. Não há elemento que faça "pender" a obra, dando uma sensação de estabilidade. É interessante notar também que na parte superior do mosaico temos o domínio da cabeças, no meio temos os troncos dos indivíduos e em baixo, os pés.

3. Imagem vs Fundo

Tendo um fundo de cor aproximada das roupas dos personagens (diferentes tons de verde), o destaque da imagem e do fundo não é muito nítida.Isso é agravado pelo fato de o fundo não ser uniforme. A profundidade também não é muito visível. O fato de ser um mosaico, ou seja, composto de várias pequenas peças que formam um desenho, a imagem é disforme e pouco nítida, o que perde um pouco o foco.

4. Ênfase e hierarquia

Neste mosaico notamos que a ênfase está no menino de vermelho, o único que apresenta vestes de cor diferente e aura em torno da cabeça. Em seguida, olhamos para os homens aos quais ele estende o braçoe posteriormente para a mulher atrás dele e o homem seguido dela. Embora possamos traçar aqui um ordem de leitura, a obra é um pouco confusa e pouco nítida, dada a falta de clareza de seus elementos.

5. Formas

As formas neste mosaico são pouco claras. Porém, é possível identificar a expressão no rosto das pessoas, que indica sofrimento e preocupação. Tem-se formas pouco nítidas que se confundem umas com as outras, o que gera uma imagem confusa.

6. Camadas

Neste mosaico temos uma camada que se destaca logo atrás do menino: a única mulher, cujas formas e cores são diferenciadas; além da camada do menino, o qual também apresenta cores e formas diferentes. Esses dois destaques estimulam a curiosidade do observador.

7. Contraste

A combinação de cores entre os elementos deste mosaico torno-o pouco nítido. O tom sobre tom de verde agrava a visibilidade das formas e a ausência de espaços em branco também prejudica a percepção.

8. Fluxo e Ritmo

O fluxo e o ritmo são também pouco visíveis. Uma possível rota que podemos traçar é a seguinte: menino de vermelho, homens que ele aponta e as duas pessoas atrás do menino. Mas como os elementos encontram-se bem agrupados e têm pouco profundidade, é difícil estabelecer um ritmo definido.

9. Simplicidade e síntese

Obra pouco clara e pouco direta. Imagens difusas e pouco definidas, cores que provocam confusão, fundo não-uniforme e que se confunde com as vestes dos personagens.

[editar] Sumi-e

Sumi-e22.jpg

[editar] Iluminura

Cópia de iluminura.jpg

[editar] Caligrafia Oriental

Chinese2.jpg

[editar] Anúncio

Arquivo:Anuncio


[editar] A Impressão Offset

A técnica da impressão offset é bastante comum para imprimir grandes tiragens, pois é rápida e fiel às cores. Trata-se de uma impressão indireta, uma vez que, antes de atingir a superfície de impressão, a tinta passa por um cilindro. A técnica offset funciona da seguinte forma:

1 - Prepara-se uma chapa de metal foto-sensível, de forma que as áreas atingidas pela luz tornam-se hidrófilas (atraem água) e as áreas protegidas pela luz atraem gordura.

2- A chapa é montada em um cilindro, sendo que cada chapa transmite uma cor na impressão.

3- A impressão offset é feita de forma indireta. O cilindro recebe a tinta, que é gordurosa e se concentra somente nas áreas pela qual é atraída.

4- A impressão é feita indiretamente, pois a tinta é transferida para um cilindro de borracha, o qual ajuda a manter o papel seco.

[editar] Designer: Henry Wolf

O designer vienense Henry Wolf, nascido em 1925, contribuiu de forma bastante expressiva para o design internacional. Ele ficou conhecido pela simplicidade e expressividade de sua tipografia, pela sua fotografia surreal e pela conceitual ilustração. Mais do que aceitar as rígidas regras de layout dos demais artistas, Wolf optou por colaborar com editores a personalizar das revistas. Para ele, uma revista não deveria se limitar a refletir uma tendência, mas lançá-la ao público.

Aos 26 anos, Wolf foi promovido a editoro gráfico da revista Esquire. Sua missão era renovar a imagem da revista, a qual era ostensivamente afeminadae exibia capa medíocres sobre ficção e moda. Tudo isso sobre um layout cheio de floreios e ilustrações sentimentais.

Como editor de arte da revista, Wolf, após dois anos, reconstruiu a revista exatamente como o fundador da revista desejava. Ele introduziu fotos expressivas e originais às capas, o que se transformou na marca registrada da revista.

Esquire.jpgEsquire2.jpg

A revista, então, ganhou elegância tipográfica em seu interior e ilustrações de artistas modernos, como Ben Shahn e Richard Lindner. Porém, Wolf lamentava que não havia conseguido retirar a marca afeminada por algum tempo porque o fundador da revista não queria perder seu público.

Em 1958 Wolf tornou-se diretor de arte da Harper's Bazaar. Em 1961, foi para a revista Show, na qual seu trabalho ficou conhecido pela elegância e expressividade.

Bazaar.jpg

Em 1965 etrou para a equipe da agência McCann Erikson, contribuindo com a publicidade da as Alka Seltzer, Buick, Gillette e Coca-Cola.

O mundo que ele criou tanto como designer, quanto como diretor e fotógrafo é caracterizado pela claridade das formas e pelo conteúdo literário. Em seus trabalhos, todo elemento está no lugar certo, na forma certa e no tamanho certo.

[editar] FOTOGRAFIA

[editar] Top 10


[1]

Esta foto é cativante, pois promove uma empatia imediata devido à situação captada (riso sincero de 4 idosos). Além de remeter a valores universais (felicidade, humor, sorriso), ela desperta curiosidade em saber do que as pessoas estão rindo. O enquadramento é perfeito e o branco-e-preto foi uma opção bem escolhida, uma vez que fez emergir um tom de mistério ante o contexto.

[2] A praia foi fotografada de maneira diferenciada nessa foto, pois, ao invés de clickar o mar, ele focalizou as algas, que acabam por formar um mar paralelo. O cenário de fundo completou a beleza da foto, pois encontram-se coqueiros e o céu azul com nuvens brancas.

[3] Paisagem maravilhosa. A primeira impressão que se tem é de calma, tranqüilidade, paz...O reflexo na água deu um efeito de cores muito bonito, pois do preto foi-se transformando para o azul cada vez mais claro.

[4] Fotos de pôr-do-sol podem parecer muito clichês, mas esta ficou linda! O efeito provocado pelas nuvens e pela luz do sol deu um efeito mágico em vista das cores e do aspecto divino. O sol separa o azul do céu no alto e o tom alaranjado mais embaixo, onde pode-se observar um pára-quedas já quase na linha do horizonte. Acho que as cores, nessa foto, é o que mais chama a atenção.Empatia imediata!

[5] O jogo de luzes é o charme desta foto. Embora tenha poucas cores, ela é rica em tonalidades (degradê circular esverdeado) e em sombras (as pessoas com contornos definidos, mas escurecidas pela sombra). O cenário montanhoso ao fundo é espetacular!

[6] Embora bastante simétrica, essa paisagem é muito interessante, pois dá a idéia de ponte para o infinito. A ambientação maravilhosa (mar e céu azul refletidos pela luz do sol)chama muito a atenção. A foto também desperta a curiosidade de saber o que há no fim da ponte. As nuvens e a ponte em perpectiva também deram um efeito muito bonito.

[7] Muito bonita foto! A piscina foi fotografada sob um ângulo diferenciado a fim de captar seu reflexo dando um efeito muito interessante. As árvores e o céu ganharam a tonalidade da piscina. O enquadramento também foi adequado, pois cortou partes desnecessárias, mas não deixou de mostrar que se trata de uma piscina.

[8] Paisagem exuberante! Quando se vê a foto sente-se uma imediata sensação de frio. O homem percorrendo a trilha parece pequeno diante do gigantismo da paisagem.

[9] Essa é o tipo de foto que não é nem necessário ser um bom fotógrafo e ter a melhor máquina, a paisagem já garante toda a produção! As cores fortes e marcantes e o lago, que parece minúsculo rodeado por imensas montanhas, dão a sensação de grandiosidade, infinitude.

[10] Foto riquíssima. Tanto pelos detalhes que revelam a história da foto quanto pelas cores. Crianças pobres de um país exótico (Índia?) correm felizes. Desperta a curiosidade por saber por que e em direção a o que elas estão correndo. A mulher com roupas típicas carregando uma tigela na cabeça ocupa exatamente o terço direito da foto, sendo, na minha opinião, a parte mais importante da imagem, uma vez que ela revela a região de origem da foto e a simplicidade do local.

[editar] Enquadramento

[editar] Grande Plano geral

[[11]] O grande plano geral foi usado na foto para ambientar o cenário onde se encontra a menina (de costas, observando uma casa). Ela, em cima de um muro que separa duas casas, parecer espionar a casa vizinha.

[editar] Close up

[[12]] Enquadramento bem utilizado. Mostra bem o rosto da menina, que se encontra no terço esquerdo da foto.

[editar] Plano médio

[[13]] Embora não se mostre o cenário na foto, é possível deduzir muitas coisas por meio da cabeça e do colo da menina. De origem simples, nacionalidade estrangeira (provavelmente indiana), cabelos desgrenhados, piercing no nariz, blusa encardida, olhar inocente...

[editar] Cor aprendida x Cor apreendida

[[14]] As gérberas são mesmo só laranja? Embora a primeira vista possamos descrever uma flor como essa de laranja, ela apresenta um contraste de cores muito bonito (preto e laranja). Além disso, suas pétalas apresentam diferentes tonalidades de degradê (amarelo, amarelo-alaranjado e laranja).Assim como o miolo, que também não é só preto, pois mescla pontos amarelos e laranjas, principalmente na borda.

[editar] Briefing

[editar] Paisagem

Foto em branco e preto de um quarto pequeno. No terço direito, encontra-se uma janela aberta por onde a luz do sol entra. Em frente à janela, uma escrivaninha com muitos livros e cadernos empilhados e espalhados.Um garoto , sentado em uma cadeira de frente para escrivainha, lápis em punho,contempla a paisagem que vê pela janela. Um pedaço da cama é visto em primeiro plano no terço esquerdo. Tudo parece um pouco bagunçado e empoeirado. A janela, porém, mostra uma paisagem ampla e gigantesca: muitos prédios altos e espremidos, sob um céu cinzento. O enclausuramento urbano.

[editar] Retrato

Uma senhora idosa, com seus 80 e poucos anos, é fotografada sob plano médio. A foto focaliza-a na altura de sua cabeça. Seus rosto, queimado de sol, apresenta incontáveis sulcos que contornam sua expressão.Ela parece ter vivido uma vida sofrida e a simplicidade de suas roupas revelam sua origem muito humilde. Ela está rindo e olhando para o terço esquerdo. Seu sorriso é muito largo, o que evidencia ainda mais suas rugas. A risada parece contagiante e, de tão gostosa, uma lágrima escapa de seu olho esquerdo e encontra-se escorrida no foco inferior direito.

[editar] Auto-retrato

[[15]]

Ferramentas pessoais