Joao Paulo de Oliveira Tavares

Repositório de trabalhos de alunos. Conteúdo experimental.



Tabela de conteúdo

[editar] EM ETERNA CONSTRUÇÃO...

[editar] Produção Gráfica - 5º Semestre - Mar-Jul/2008

[editar] Entreletra do TEX...

Sim, texto e têxtil possuem a mesma raiz. Assim, por este ponto de encontro, podemos perceber a importância que o entreletra adquire num texto. Como os fios que suportam e sustentam um tecido, o entreletra dá suporte e continuidade – ou em linguagem têxtil, continuidade - ao texto. Continuidade entre as letras da mesma palavra, continuidade entre as palavras e até mesmo oferece a não-continuidade indicando onde o fim deve estar, onde a interrupção deve agir. Letras muito separadas podem não oferecer o suporte de onde efetivamente começa uma a palavra e termina outra, e assim, a leitura do texto é prejudicada. Com isso, por mais que seja óbvio é importante ressaltar, o texto não cumpre sua função: ser lido e entendido. Continuidade tem que estar presente tanto no texto quanto no têxtil, afinal, cada qual precisa cumprir seu papel, e uma colcha de retalhos tem o seu estilo somente em cama de Vó.



[editar] Família Tipográfica: Helvetica

A tal – Helvética

Tentar definir a importância da helvética como família tipográfica é (quase) impossível. Sem pensar nos número de seus admiradores e amantes, ou daqueles que não gostam da tal, o fato é que imensa importância ela possui (até mesmo por este paradoxo de sentimentos provocados), e isto é por causa do movimento que ela provocou e ainda provoca em toda uma legião que discutem suas características. Quem sou eu para tentar analisar a Tal, mas a facilidade de leitura que ela oferece é imensa e este um dos pontos que a erguem a tal patamar de importância. A explicação desse fato quem sabe se dá pelo fato de juntar com tamanha precisão retas, como no L e no M maiúsculos, e círculos perfeitos, como o O maiúsculo e minúsculo, retas e elipses, P e Q minúsculos, aliando a estes formas orgânicas agradáveis aos olhos, como a curvatura do A minúsculo. Talvez isto tudo seja somente hipóteses, mas a fonte da maioria dos metrôs e mapas do mundo não ocasionaria falha na leitura. Gostando ou não, apreciando ou não, algo constatado e inegável é a Magnitude e Importância da Tal. Senhoras e Senhores, apreciem: HELVETICA.

[editar] Critérios e Peças

"Do Pincel a Web, Design é sempre Design"


[editar] Critérios

Critérios: bases e rumos.

  • Harmonia


  • Equilíbrio


  • Imagem vs. Fundo


  • Ênfase, hierarquia


  • Formas


  • Camadas


  • Contrates


  • Fluxo/Ritmo


  • Simplicidade/Síntese




[editar] Fotografia

Steve McCurry - O Fotógrafo dos Olhos e das Emoções
Site Oficial - Steve McCurry
Portifólio
Steve McCurry na Wikipedia
Agência Magnum
Steve McCurry na Magnum


BURMA, 1994. Shwe Pye Daw rock at 3000ft altitude, Buddhist holy site.

[editar] Quadro de artes plásticas

Vicent Van Gogh - Pinceladas e Cores características.

The Van Gogh Museum, Amsterdam
Galeria
Gallery
Vicent Van Gogh na Wikipedia

Terraço do café na praça do Fórum

[editar] Cartaz

[editar] Basmala

Basmala

[editar] Mosaico

[editar] Sumi-e

PG02 SUMIE 35.jpg

[editar] Iluminura

[editar] Caligrafia Oriental

[editar] Anúncio

[editar] Website








[editar] Fotografia Digital - 4º Semestre - Ago-Dez/2007

[editar] Minhas Histórias

[editar] Top 10 - Ecafoto

Algumas dessas surgiram antes das aulas, algumas surgiram durante.
Mas, independente da data de nascimento, é difícil escolher apenas 10 com tantos aspirantes a fotógrafos.
Segue uma humilde lista:

1 - Dando as cartas
2 - (sem título - Rebolelho)
3 - Inocência
4 - Na frequência da melodia
5 - Ilha do Cardoso - SP
6 - a lua-de-mel na Grécia de Possa e Gabi
7 - Voadeira
8 - Tamiris
9 - (sem título - Guimlherme Ferrerira)
10 - Área militar


Apesar de estarem fora do Top 10, não poderiam estar de fora desta seção.

Portillo, Chile
Lua da Sacada
Nas entrelinhas
O último biscoito do pacote.
Oslo_trem
Saint Patrick's Church. Amém. - (foto clássica!!! gostei do Amém do título.)
Charli in a cab.
Descanso

[editar] Foto e Nhé

Definições pessoais com a tentativa de explicar algumas coisas.


Antes de definir o que é uma foto nhé, é preciso definir o que é uma foto. Não é pretensão, nem competência há para isto, de fazer a melhor definição da palavra e do objeto FOTOGRAFIA. Mas acredito que antes de atribuirmos uma característica para determinado objeto (se assim podemos chamar) temos que saber o que qualificaremos.


FOTOGRAFIA...
Sem ir nos atributos do significado da palavra, acredito que uma foto, sendo boa ou ruim, é um corte de um período da vida que se tenta "eternizar". Uma foto é tirada quando quer se capturar uma situação, um local, um ato, e não várias outros; cortar tal "cena" e guardar entre as linhas que delimitam a foto.
Fotos são quadros da vida, porção de "cenas de vida".

Um vídeo que ilustra a captura da vida - [1]

Talvez, de uma maneira irônica, essa definição se aproxime como o receio, e até mesmo medo, que havia nos primeiros anos de fotografia pelo mundo. As pessoas achavam que a fotografia roubaria suas almas e assim não queriam tirar fotos. Isso nunca ocorreu. Mas, quem sabe, a foto sirva para captar o estado de alma que as pessoas adquirem/estejam em suas "cenas".


Depois dessa conclusão, podemos tentar atribuir características as fotos. Definir uma foto boa, uma foto ruim, uma foto nhé e todas (ou quase todas) características que esta pode adquirir.

Boa foto: Tendo capturado a "cena", a foto é uma boa foto quando consegue armazenar em si a história da cena, e ainda quando consegue contar a história. Não é necessário transmitir todos os detalhes, pode se deixar a complementaridade no ar.
Transmitindo as sensações, emoções, características do ambiente, sons, ruídos, luz e o que mais conseguir a foto imortaliza, e assim eterniza a situação. E no final de tudo isso, se assim for, pode ser atribuída a característica boa foto.


NHÉ: Como fora dito, a foto tenta capturar uma "cena da vida" e eternizar suas sensações.
Mas a qualificação "nhé´" é atribuída quando as sensações e todo complementar da cena não são transmitidos pela foto. Acredito que os elementos que constituem a montagem da foto como composição, planos, regras dos terços, enquadramento, luz e todos os outros, quando mal manipulados são responsáveis por produzir uma foto nhé. Todas as características que fazem daquele momento especial o bastante para ser guardado estão ali, prestes a serem armazenadas; mas não são por um "certo descuido" do fotógrafo.
Assim, uma foto sem expressividade, que não conta sua história, não transmite as emoções, acaba por ser um recorte mal feito e assim pode ser qualificada como nhé.


Foto Ruim: Foto ruim não tem muito segredo. Não tem história e muito menos características que devam ser armazenadas. Não há a complementaridade da cena e assim pode logo ser qualificada: FOTO RUIM.

[editar] Fotógrafo

[editar] Bill Brandt

Nas histórias de Bill Brandt em Referências
Explicando e analisando a história de Bill Brandt em WECA

Fotógrafo analisado

[editar] Henri Cartier Bresson

Páginas líricas de Hentri Cartier Bresson em Referências

Lirismo e Razão de Hentri Cartier Bresson em WECA
Fotógrafo escolhido

[editar] Pintor

[editar] Botticelli

Pinceladas e histórias de Botticelli em Referências
História em histórias de Botticelli em WECA

Pintor analisado

[editar] Edward Hopper

Cenas de Edward Hopper em Referências

Vidas vividas de Edward Hopper em WECA
Pintor escolhido

[editar] Verbete - Luz e Composição

[editar] Luz Ambiente

[editar] Influência de condições atmosféricas

[editar] Enquadramento

[editar] Olhando a história entre linhas

O enquadramento estaria para foto assim como as margens da folha estão para o texto.
Como fora dito, a foto serve contar uma história transmitindo as características particulares da situação. O enquadramento localiza a história no meio em que está sendo contada, e ainda ajuda transimtir parte das sensações. As linhas que delimitam a foto oferecem o espaço que será possível o fotógrafo fazer contar sua história. Neste espaço é que ele pode criar, e neste ponto é que se encontra a semelhança com as margens da folha de papel. As margens também delimitam até onde pode ser expresso o que estará contido na folha.
Mas, felizmente, não podem conter e restringir o pensamento e a imaginação.


Existe alguns tipos de enquadramento:

  • Grande Plano Geral quando armazena-se na foto "todo" o ambiente presente; por vezes é o ambiente envoltório de uma das figuras da foto.
  • Plano de Conjunto: quando se enquadra por completo somente a pessoa que está na cena.
  • Plano Americano: plano amplamente utilizado no cinema e que consegue enquadrar duas pessoas cortando somente na altura dos joelhos,
  • Plano Médio: plano que mostra somente a parte superior do corpo, acima da cintura.
  • Close-Up ou Primeiro Plano: plano que oferece alto grau de detalhamento, mostrando os somente os ombros e a cabeça.
  • Superclose: mostra somente o rosto da pessoa em cena,
  • Plano de Detalhe ou Extremo Close-up: aqui o grau de detalhamento é extrapolado. Mostra-se apenas uma parte do corpo. Quando esse plano é utilizado em objetos recebe o nome de Macro

[editar] Comentando

Por que gostar de "Tamiris"?
Na foto é possível perceber a atenção de Tamiris ao se maquiar. Adquiri-se o mesmo nível de atenção que ela tem.
No entanto, apesar de termos tal "sintomia", percebemos que Tamiris está no seu mundo. O enquadramento oferecido para contar tal história favorece este distanciamento.
Tamiris não vem em encontro de "leitor", "ela dá suas costas a ele". Ainda o espaço que existe até encontrarmos-a - a localização majoritária do lado direito da foto - e o "tempo" que levamos para isso afasta ainda mais Tamiris de nós. Ainda pelo fato de Tamiris extravazar o lado direito e não enxergarmos a totalidade do objeto a que ela atribui sua atenção, privilegia se nossa curiosidade e a atenção - nossa e dela.

[editar] Verbetes - Regra dos terços

[editar] Regra dos terços

[editar] Cor apreendida e Cor Aprendida

[editar] Pimenta ou Wasabi?

Por vezes olhamos as coisas, mas realmente não as vemos. Tantas vezes as coisas passam despercebidas ou damos uma mísera atenção, a qual achamos que deveríamos despender. Neste ponto, acabamos por não perceber a sutileza das coisas e os detalhes que elas têm. Falando de cores, isso acontece de maneira ainda maior. Estamos rodeados de cores, contrastes, formas, e neste processo, consideramos mais fácil não "ver", e sim "olhar" o que nos ensinam, o que nos contam, o que nós aprendemos.

Existem milhares e milhares de cores, mas preferimos permanecer com as cores aprendidas. Por vezes, quando nos deparamos com uma infinidade de cores, atribuímos um único rotulo englobando cores próximas num mesmo tom/cor. Até mesmo a sensação que a cor pode nos proporcionar é aprendida com os outros. Preferimos rótulos a próprio aprendizado.


Com base nestes pensamentos, surge a questão:
Quem tem maior poder de "ardência"? A Pimenta ou o Wasabi?
Deu uma olhada nas fotos?


Caso nenhum dos dois nunca tenham sido experimentados, e analisando somente as fotos, pode se chegar a uma resposta aprendida. Olhando a Pimenta, temos uma cor "viva, forte, ardente" por sua natureza "vermelha". E ao olhar o Wasabi, temos uma verde "frio, tranqüilo", em tom pastel(?), "zen" como o próprio título da foto diz. Mas se realmente deixar o aprendido de lado e tentarmos apreender as próprias experiências, percebe se que tanto a pimenta quanto o Wasabi tem grande poder de ardência.

Assim também deve ser com cores. Provar, perceber, sentir, realmente ver para se chegar as próprias conclusões.

Experiências valem a pena.

VEJA

Experimente - tanto a Pimenta, como o Wasabi e as cores.

Ferramentas pessoais