Joao Henrique Caputi Lima

Repositório de trabalhos de alunos. Conteúdo experimental.

Tabela de conteúdo

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Produção Gráfica

[editar] Kerning

Feito em grupo com Jannerson Xavier Borges e Lucas Siqueira César

Kerning é um processo específico de ajuste de espaçamento entre letras em uma fonte proporcional. Ela consiste em manter uma área igual para o espaço existente entre todos os pares de letras de um texto. O processo pode ser referido também como entalhe, em alusão a sua aplicação em famílias tipográficas de metal, onde parte de cada peça deveria ser propriamente desbastada para que o espaçamento entre cada par de letras pudesse ser igual.

Para que tal paridade de espaçamentos seja possível, é preciso haver um valor de kerning referente a cada combinação de letras, nas duas posiçõe possíveis que essas letras podem se encontrar ao ficarem adjacentes. Apenas pra se ter dimensão da complexidade, entram não só as letras em caixa alta e baixa, mas também os numerais e todo os outros caracteres de uma família tipográfica. Resumindo, o número de valores é absurdo.

Há, hoje em dia - numa época em que uma mesma família tipográfica tem de abranger mais de um alfabeto, tornando o número de caracteres impraticável - uma nova forma de kerning: as class de kerning. É usado, então, um mesmo valor para qualquer par formado entre os grupos (V, W) e (a, e, o), abrangendo 12 duplas possíveis com um mesmo valor pré-definido.

Efeitos do kerning sobre um texto

A razão última do kerning é a melhora do conforto visual proporcionado pelo texto. Além disso é possível ganhar algum espaço quando se tem um kerning bem ajustado no texto. Em razão da extrema complexidade da aplicação manual do kerning, alguns programas trazem a possibilidade de ajuste automático do kerning. A aplicação não fica perfeita, mas fica satisfatória.

[editar] Comic Sans MS

[editar] Histórico

A família tipográfica Comic Sans é relativamente nova, se comparada a outras como Garamond ou até mesmo a Times New Roman. Foi criada em 1994 por Vincent Connare, designer da Microsoft. Foi incorporada no sistema operacional dos computadores a partir da versão Windows 95. Apesar de pouco tempo de existência é uma das mais (re)conhecidas do mundo.

Seu nome diz muito sobre sua forma e sua história. Comic, que vem dos Comic books, ou seja dos gibis e histórias em quadrinhos. Já "sans" é uma palavra utilizada em diversas famílias tipográficas para indicar que a mesma não possui serifa.MS refere-se a empresa que a desenvolveu Foi assim, pensando em uma fonte para ser usada em balões de fala em gibis que ela surgiu.

[editar] Características

Como já foi citado é uma fonte sem serifa. Além disso, não possui uma transição grosso-fino e, dessa forma, não possui uma ênfase. Suas ascendentes são 1/2x assim como suas descendentes. Tecnicamente falando é uma de certo modo irregular. Isso ocorre principalmente devido seu propósito de ser algo relacionado aos quadrinhos, em que a o escrito traz as irregularidades de quem escreve, portanto se aproxima do manuscrito. Seus traços são grossos, proporcionando um bom contraste, principalmente na versão bold. Regular e Bold são as duas variações existentes da Comic Sans.

Comic Sans MS

[editar] Usos

Seu uso alcançou um disseminação além daquilo que fora proposto durante sua produção. Ela é utilizada em gibis, porém os mais profissionais preferem tipos customizados em softwares especializados. Além disso é possível encontrá-la em diversas apresentações digitais, documentos com tom mais descontraído e impressos promocionais e publicitários.

Há um grande movimento de rejeição a comic sans, principalmente porque é muito utilizada de forma incorreta, ou seja, usam-na para algo que não era a proposição da fonte servir. ban comic sans

[editar] Max Bill

Max Bill

Max Bill nasceu em 1908. Ele foi um designer gráfico, designer de produto, arquiteto, pintor, escultor, professor e teórico do design. Juntamente com Josef Müller-Brockmann, Emil Ruder e Adrian Frutiger, foi protagonista da Escola Suiça, caracterizada pela neutralidade emocional do designer, que deveria resistir a todo custo à tentação da autoexpressão, para preservar o propósito funcional, evitando a subjectividade, os ruídos ornamentais e qualquer superficialidade estética

O Funcionalismo teve grande influência em sua obra. O princípio a forma segue a função e a crítica ao ornamento foram adotados e aplicados aos projetos de design moderno, a escola de design Bauhaus, onde Bill estudou artes, teve grande influência nesse sentido. Mais tarde, na escola de Ulm, onde lecionou, adotou o extremo funcionalismo.

A utilização de grid ou grade, tão comum nos dias de hoje, teve em Bill um de seus precursores. A técnica do design com o grid preza pela distribuição racional dos elementos, tanto que Bill enxergava uma estreita relação entre o design e a precisão matemática.

Um design que procurava constantemente equilibrar o ato de criar arte livremente com a arte utilitária, aplicada a fins funcionais era seu ideal. O seu esforço foi equilibrar as formas severas do produto industrial com as formas fluídas da obra de arte.

Sua obra e atuação como professor influenciou o design e o ensino do design no Brasil. Alexandre Wollner, um dos principais nomes do crescimento do design no Brasil, estudou na Escola de Ulm e, sobre as bases de Ulm e Bill, ajudou a fundar a pioneira ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial) no Rio de Janeiro.

[editar] Cartaz 1

Cartaz de Max Bill

Nesse cartaz é utilizada apenas a forma do triângulo em diversas cores e o texto. Dessa forma cria uma espécie de mosaico. As formas equilibram-se umas nas outras, relacionando-se de forma harmoniosa. Dentro da moldura formada pelo cartaz, chamam atenção duas linhas diagonais e paralelas formadas pelas bases dos triângulos: azul, lilás, verde e branco. Essas linhas, de certa forma, tornam o cartaz mais interessante, na medida que tiram a previsibilidade e simetria da peça.

Ainda dentro dessa faixa há o triângulo branco com o escrito em preto, destacando-se de todos os outros coloridos. O contraste entre o branco e o preto também ajudam na visualização e direcionam a leitura para ele. Como principal informação, o nome da exposição, ela também recebe papel principal na composição. As formas trazem uma hierarquia segundo sua função, as outras informações menos importantes são postas em segundo plano.

Outra interessante questão a ser comentada é a relação entre função do cartaz e sua composição. Não foi suficiente destacar o nome da exposição, seu conteúdo, as cores, foi contemplado no design através dos triângulos coloridos e o branco representando a síntese aditiva das cores. O simples e funcional estão presentes de maneira imprevisível.

[editar] Cartaz 2

Cartaz de Max Bill

Nesse outro cartaz, as formas são mais dinâmicas, com cantos arredondados. As cores também são menos saturadas e é utilizado inclusive um gradiente de cores. No entanto, o racionalismo e a simplicidade ainda imperam.


É visível a divisão do grid, sendo ocupado um terço com a programação dentro da forma rosa. Os outros dois terços são preenchidos pela forma azul, a ilustração do piano e a forma alaranjada. As formas mais uma vez se relacionam entre si de maneira harmônica, o piano encontra uma base sólida na forma alaranjada que também pode ser entendida como um palco.

Os textos apresentam alinhamento e também se colocam a partir de uma hierarquia determinada pelo artista para orientar a leitura.
O contraste é maior entre os elementos mais importantes, tendo o texto preto um fundo mais claro dentro da forma do que em sua parte externa.
Por fim, outro aspecto interessante é o contra-grafismo, transformando o fundo do cartaz em formas que compõe a peça

[editar] Relógio

Relógio de Max Bill

Para finalizar a análise de peças desse grande artista, foi utilizado como exemplo esse relógio. Ele é bem simples em seus elementos, formas e cores. No entanto, algo chama a atenção e resume todo movimento do design de uma geração.

A necessidade de ver as horas é bastante relativa. Dependendo do contexto, os segundos ou até mesmo os minutos são irrelevantes. É tudo uma questão de qual é a função, a necessidade. Nesse sentido, Max Bill projeta um relógio que separa muito bem as necessidades através das formas. Para quem trabalha em um hospital e precisa monitorar algo, os segundos são essenciais, sendo os ponteiros das horas e dos minutos apenas poluição visual que atrapalha seu trabalho. Já no caso de um relógio de cozinha, os segundos pouco importam para alguém que prepara um risoto, assim os ponteiros dos minutos e horas se tornam mais funcionais. Enfim, a forma segue a função.

[editar] Flexografia

Máquina flexográfica

[editar] Breve histórico

A reprodução de informação através do visual é algo que teve um longo processo de evolução. Desde as pinturas e escrita em pedra, passou-se pelos copistas, xilogravura,tipo móvel, fotocomposição, serigrafia, offset entre outros.

A impressão é uma das etapas mais importantes no processo de reprodução, e também uma das etapas que possui mais variáveis. Cada sistema de impressão possui características próprias, baseadas em transferência direta e indireta de imagem, alto e baixo relevo das imagens.

Anteriormente chamada de impressão com anilina, a flexografia surgiu nos Estados Unidos por volta de 1860. No ínicio sua tinta era um corante a base de anilina dissolvida em álcool.

Hoje em dia, é um processo que tem apresentado grandes avanços e aceitação do mercado gráfico brasileiro. Jornais, tablóides, listas telefônicas, embalagens, papéis para presente, cortinas plásticas, toalhas de papel, banners, copos descartáveis, papel pautado, cerâmica, tecidos são alguns dos produtos impressos nessa técnica.

Impressos em flexografia

[editar] Como funciona

  • Fôrma de impressão: o princípio é o mesmo de um carimbo. A matriz, clichê de borracha ou fotopolímero, é relevográfica. Isso significa que as imagens são mantidas em alto relevo, ou seja o grafismo (parte impressa) permanece em alto relevo e o contra-grafismo em baixo relevo. Além da flexografia, a tipografia também é baseada em alto relevo.
  • Tinta: à base de água ou solvente. As tintas secam a partir da evaporação do solvente ou da água auxiliado por ventiladores industriais e aquecedores. Há ainda tintas que passam pelo processo de polimerização por luz ultravioleta, são conhecidas como tinta UV. A Secagem é muito rápida, dessa forma é um processo de impressão extremamente versátil.

[editar] Pontos Positivos

  • Versatilidade de materiais
  • Grande evolução da tecnologia
  • Definições próximas do sistema offset
  • Trabalha muito bem com cores especiais

[editar] Pontos negativos

  • Altas tiragens
  • Alto custo de produção
  • Longo prazo de entrega
  • Possíveis distorções e problemas de registro em função da flexibilidade do material

[editar] Análise de Peças

[editar] Fotografia

A.jpg

Equilíbrio: Os elementos são bem distribuídos na foto, há uma grande forma acinzentada de fundo e diversos elementos espalhados em preto.

Harmonia: Há um contraposição entre o fundo suave e as pedras e o homem bem marcados. Essa distinção na realidade é que traz a beleza da foto.

Contraste: Como é uma foto pb, o alto contraste é essencial para a visualização dos elementos. É interessante que o contraste nessa foto é alta entre os distintos elementos, porém nos próprios elementos como o homem e a pedra não há contraste. Dessa forma detalhes são intencionalmente omitidos.

Figura x Fundo: A figura e o fundo estão bem distintos, mas relacionados de maneira harmônica. .

Ênfase e Hierarquia: Não vejo uma hierarquia muito bem definida. Se há ênfase ela é inconstante, já que varia entre o homem e a paisagem.

Formas e Camadas: As formas estouradas em preto e a suavidade dos tons de cinza mais detalhados da paisagem dão uma sensação interessante de colagem. A silhueta parece algo estranho a paisagem.

Fluxo e Ritmo: O fundo impõe-se a partir do ritmo do mar e das nuvens. Já as sombras são completamente estáticas. Isso gera um fluxo legal entre esses elementos.

Simplicidade e Síntese: É uma foto bem simples e sintética, toda informação é apreendida rapidamente e são poucos os focos de atenção, mais especificamente dois.

[editar] Artes Plásticas

B.jpg

Equilíbrio: Há um grande equilíbrio entre os tons de cor e as formas na pintura de klimt. Há quase uma simetria na figura que é formada pela união dos dois corpos

Harmonia: Os corpos, o fundo, as roupas e as cores se fundem, estão em grande harmonia.

Contraste: O contraste entre vários elementos reconhecidamente diferentes não existe, dessa forma acontece um fusão de objetos. O contraste que acaba determinando a hierarquia é grande entre todos o elementos do quadro e os tons de pele dos rostos, mãos e pés.

Figura x Fundo: A figura mescla-se constantemente com o fundo, portanto há o exercício de decomposição dos objetos que inicialmente parecem ser apenas um.

Ênfase e Hierarquia: A ênfase está exatamente naquilo que o artista se propõe a mostra, ou seja, no beijo e no toque, no sentimento de paixão. como tecidos se unem a atenção é levada aos rostos.

Formas e Camadas: A formas realçam a paixão que o artitas deseja mostrar pois ficam indissociáveis. Apesar de aparentar apenas duas camadas, se o exercício de composição e decomposição das formas for feito é possível distinguir diversas camadas.

Fluxo e Ritmo: O fluxo consiste em olhar o casal se beijando e tentar separá-lo visualmente para aí então uni-lo novamente, e assim por diante dita-se um ritmo.

Simplicidade e Síntese: Os elementos são complexos, mas sua união passa uma mensagem bem direta e sintetizada.

[editar] Cartaz

X.jpg

Equilíbrio: O cartaz não é equilibrado, os elementos estão todos simplesmente jogados e centralizados.

Harmonia: Entre o céu e os textos há uma grande harmonia, principalmente das cores. Entre a pintura e a foto que se encontra dentro dela também. No entanto, entre esses dois grupos de elementos harmonizados não há a mesma.

Contraste: O contraste do título do filme é bem grande em relação aos outros textos. A pintura também se destaca bastante no universo.

Figura x Fundo: A relação figura x fundo é bizarra, há um contraste imenso dando a impressão que são duas coisas completamente distintas, e são.

Ênfase e Hierarquia: A ênfase central está na imagem do morango/coração. Fora isso o título do filme tem maior importância que os outros textos.

Formas e Camadas: As formas estão bem separadas assim como as duas camadas.

Fluxo e Ritmo: Apesar da ilustração do morango/coração possuir um derramar de tinta, o cartaz é extremamente estático. Não há nenhum fluxo nem ritmo. Principalmente por ser extremamente previsível.

Simplicidade e Síntese: É muito simples, porém no mau sentido. O cartaz é extremamente previsível. Posso até imaginar o criador pensando: o filme é across de universe então vamos pôr um fundo bonito de universo e uma imagem do filme em contraste.

[editar] Basmala

D.jpg

Equilíbrio: O equilíbrio está presente na composição, a parte mais carregada encontra-se na parte inferio enquanto a parte superior apresenta leveza. Além disso, a figura é perfeitamente simétrica no eixo vertical.

Harmonia: O traços percorrem um caminho tortuoso, cheio de curvas e mudanças repentinas. No entanto isso é feito de uma maneira harmoniosa,uma vez que os inúmeros traços estão bem delimitados. Cada elemento respeita o espaço do outro.

Contraste: Apesar de harmoniosos enquanto forma os diversos elementos, por serem muitos, acabam disputando a atenção, o contraste de tamanho diminui esse conflito. O contraste com o fundo em que foi colocada foi bem trabalhado.

Figura x Fundo: O fundo que abriga a escrita mantém a simetria da basmala em seus elementos. Na parte em que a figura está colocada o fundo é neutro facilitando a compreensão.

Ênfase e Hierarquia: É possível notar uma mais relevância para certos elementos do que para outros, visível principalmente pelo tamanho. Há uma ênfase e hierarquia, mas sem compreender os símbolos é difícil julgar se foram bem estruturadas.

Formas e Camadas: Tirando a diferença de camada entre o fundo e a figura, tudo encontra-se na mesma camada.

Fluxo e Ritmo: A figura parece girar em torno de si mesma, seguindo um fluxo que sai de si e volta a todo o instante. O ritmo é bastante intenso uma vez que a imagem é bem complexa

Simplicidade e Síntese: A imagem é formada apenas por traços mas é extremamente complexa, uma vez que sintetiza muita coisa.

[editar] Mosaico

E.jpg

Equilíbrio: A figura é equilibrada, mas o enquadramento incomoda e é um ponto negativo nesse critério

Harmonia: Como a própria idéia de mosaico, há grande harmonia em relação aos componentes no que diz respeito a forma. Cromaticamente há um choque maior, deixando bem claro que as peças se completam mas são distintas

Contraste: Há um grande contraste entre as peças com relação a formas e cores No entanto, dentro da imagem não há nenhuma parte que esteja mais destacada ou contrastada

Figura x Fundo: Há uma diferenciação entre a figura principal e o fundo, no entanto isso não está muito bem delimitado e contrastado.

Ênfase e Hierarquia: Há ênfase na figura central do rei e em seu humor. No entanto, como foi dito a hierarquia entre a figura central do rei e o fundo poderia ser melhor trabalhada

Formas e Camadas: Por se tratar de um mosaico, são muitas as formas fechadas em si, mas que fazem parte e dão vida a um todo. Dessa forma, são diversas camadas que ao serem percebidas vão desvendando detalhes aos poucos

Fluxo e Ritmo: O fluxo está no nível de detalhamento da figura, o reconhecimento das formas é feita de maneira gradual, seguindo o ritmo composição/decomposição das imagens.

Simplicidade e Síntese: A figura do rei é bastante detalhada e, assim, não há uma síntese bem clara.

[editar] Sumi-e

F.jpg

Equilíbrio: O peso na parte inferior transmite uma leveza da parte superior. Já o canto esquerdo mais carregado é contraposto com o direito vazio. O espaço em branco é importante para destacar a figura à esquerda

Harmonia: Os tons são extremamente hamonisos, sendo que o estilo do traço se repete em toda a imagem, passando uma unidade entre os elementos.

Contraste: Apesar de não saturadas, as cores das folhas e do bambu estão contrastadas o suficiente para a diferenciação.

Figura x Fundo: O bambu se relaciona bem com o fundo, destacando-se. As folhas, no entanto, especialmente as mais a direita, confundem-se com o fundo em determinado momento, causando estranhamento.

Ênfase e Hierarquia: Pelo tamanho, há um ênfase maior no bambu. As folhas estão abaixo na hierarquia, sendo elementos que compõe a cena, porém não fundamentais .

Formas e Camadas: A formas são leves e despretenciosas, uma vez que são bem simples. Podemos identificar duas camadas, ocasionadas pela perspectiva.

Fluxo e Ritmo: Os borrões dão idéia de movimento. Segue um fluxo vertical.

Simplicidade e Síntese: A composição é extremamente simples e sintética. No entanto, há objetividade pode ser comprometida uma vez que por ser tão simples e sintética há a tendência de supor sentidos e interpretações a imagem.

[editar] Iluminura

G.jpg

Equilíbrio:Como todo P, há falta de equilíbrio na iluminura. Mas como o texto encontra-se abaixo de sua circunferência, passa a impressão que está apoiado.

Harmonia: Os traços arredondados e finos se contrapõe de modo não harmônico com a moldura grossa de pixels. As cores também não se relacionam bem.

Contraste: A falta de harmonia gera um contraste forte, mas que não acrescenta positivamente para a peça. Dentro do P o contraste é bom, chamando atenção principalmente para a letra em si e para o pássaro.

Figura x Fundo: A figura destaca-se bastante do fundo.

Ênfase e Hierarquia: A iluminura parece ter maior importância que o texto, não respeitando sua funcionalidade. Positivamente há a ênfase na forma da capitular, sendo os desenhos apenas componentes.

Formas e Camadas: As formas interagem entre si, mas de uma maneira estática.

Fluxo e Ritmo: A figura e bastante estática, o único fluxo perceptível é dos galhos até o pássaro.

Simplicidade e Síntese: A capitular é extremamente detalhada e cheia de elementos, mesmo que sintetizados em uma peça/forma.

[editar] Caligrafia Oriental

H.gif

Equilíbrio:Mais uma vez a composição encontra-se com um base sólida, a centralização gera um equilíbrio monótono.

Harmonia: Os traços curvos e finos se harmonizam com os mais grossos e retilíneos através de uma gradação. No entanto na parte inferior há um choque entre as formas.

Contraste: O contraste das retas verticais do grafismo e do contra-grafismo é bem enfático. A monocromia e os traços sobrepostos fazem da parte inferior uma grande confusão.

Ênfase e Hierarquia: A ênfase é atingida e representada pelos traços mais grossos e fortes. No entanto é difícil estabelecer uma relação de hierarquia com os símbolos uma vez que são desconhecidos.

Formas e Camadas: As formas não se distinguem muito bem uma da outra, até porque só é visível uma camada.

Fluxo e Ritmo: O fluxo é o próprio da leitura, com destaque para altos e baixos na densidade das formas, gerando um ritmo.

Simplicidade e Síntese: A composição dos traços é complexa e incompreensível para o avaliador.

[editar] Anúncio

I.jpg

Equilíbrio: Com os traços finos de um rascunho de caderno e uma moldura vermelha o anúncio não traz nada demais com relação ao equilíbrio.

Harmonia: A harmonia consiste basicamente na ilustração muito bem feita, outros elementos como logo e site não interferem nesse sentido. A borracha uni-se ao desenho através da sombra projetada sobre ele.

Contraste: O contraste do desenho a lápis e com o papel é bem pequeno, já a borracha e a moto desenhada a caneta se sobressaem bastante.

Figura x Fundo: As figuras principais são a moto a caneta e a borracha, sendo o fundo essencial para a compreensão da mensagem.

Ênfase e Hierarquia: Como não há texto, o anúncio se baseia na hierarquia dos elementos para que haja entendimento. É bem sucedido nesse sentido, uma vez que o receptor percebe um elemento por vez que encadeia uma linha de raciocínio.

Formas e Camadas: As camadas diferenciam o mundo real da borracha com o da ilustração.

Fluxo e Ritmo: O ritmo do anúncio é no início calmo, até que a borracha é percebida, dando um salto para a atenção do receptor.

Simplicidade e Síntese: É um anúncio com ilustração simples. O que chama mais atenção é o poder de síntese desse anúncio. Sem texto, conseguiu passar a mensagem claramente através de elementos bem hierarquizados que possuem uma tensão entre eles.

[editar] Website

site do crp

Equilíbrio: O site não é equilibrado, o texto centralizado dá a impressão de que irá pendr para um dos dois lados.

Contraste: Há pouco contraste entra a primeira barra e o fundo. O maior contraste está no próprio texto de abertura. Laranja e azul são cores complementares e não vejo sentido para que o mesmo texto tenha essas duas cores opostas.

Figura x Fundo: Fora o texto que se sobressai do fundo branco e a ilustração no canto superior direito, as figuras em cinza parece fazer parte do fundo.

Ênfase e Hierarquia: A hierarquia é burocrática. A ênfase está posta de maneira errada no texto de abertura.

Formas e Camadas: As formas são bem simples, sem nenhuma firula. Não há camadas.

Fluxo e Ritmo: O site é bem estático, apenas o menu é interativo, porém quando você tenta acessar o sub sub menu é impossível devido o posicionamento do mesmo

Simplicidade e Síntese: O site é tão simples que nem chega a ser sintético e sim defeituoso, na medida que falta informação e elementos. É previsível e monótono.

[editar]
Fotografia Digital

[editar] Auto-retrato

Auto.jpg

[editar] Meu Flickr

[editar] Foto boa

Na minha opinião, um boa foto é aquela que recorta a realidade de determinado momento e consegue transportar o observador de sua realidade para àquela específica representada na foto. Ou seja, é necessário que prenda a atenção. Isso pode ser atingido de várias formas, seja pelo choque, pela surpresa, pela graça, pela empatia e etc. Muitas vezes, uma foto ruim no aspecto técnico pode ser considerada boa se atingir o propósito descrito acima, na minha opinião. É óbvio que não se pode ignorar a importância da técnica, porém o conteúdo é sempre o mais relevante.--João Caputi 11:27, 7 Setembro 2007 (PDT)

[editar] Foto nhé

A foto nhé, para mim, é aquela que simplesmente nos passa desapercebida. Num álbum de fotos de um aníversário, por exemplo, as fotos nhé são aquelas que passamos depois de 5 segundos (a maioria nesse caso). Acredito, que muitas vezes uma foto se torna nhé pela falta de capacidade do fotógrafo de explorar determinada situação. Uma foto que teria tudo pra ser boa pode ficar ruim pela falta de técnica ou visão do fotógrafo.--João Caputi 11:27, 7 Setembro 2007 (PDT)

[editar] Camille Pissarro

Camille.jpg --João Caputi 16:00, 9 Setembro 2007 (PDT)

[editar] Josef Koudelka

Koudelka.jpg --João Caputi 15:56, 9 Setembro 2007 (PDT)

[editar] Top 10 ecafoto no Flickr

--João Caputi 08:27, 9 Setembro 2007 (PDT)

[editar] Planejamento de fotografias

[editar] Retrato

O retrato de uma mulher na frente de um fundo preto. A foto será em preto e branco, porém com exposição alta. A mulher estará de costas com o rosto inclinado para baixo e para esquerda, enqudradada no canto inferior esquerdo. O cabelo estará preso para que fique mais evidente o pescoço. Haverá um close-up do pescoço para cima, portanto o resto do corpo não será mostrado.

[editar] Paisagem

A paisagem a ser fotografada é um gramado com apenas uma árvore. A árvore deverá ser de médio porte e com a copa grande e arredondada e estará à esquerda do centro da foto em plano geral. A luz do dia deve estar como ao entardecer e horizontalmente 2/3 da foto devem ser preenchidos pelo gramado e 1/3 pelo céu. Não deve haver mais nenhum elemento na foto além da árvore, do gramado e do céu. --João Caputi 11:55, 7 Setembro 2007 (PDT)

[editar] Enquadramento

Formiga.jpg

A cabeça do inseto poderia estar na intersecção da divisão horizontal e vertical dos terços, aparecendo um pouco mais de seu corpo.

Apple.jpg

Poderia haver um close maior, "cortando" o espaço que sobra ao lado da maçã, ou apenas um pequeno deslocamento para a esquerda. Outra opção seria um plano maior.

Estatua.jpg

A utilização do grande plano geral na imagem talvez representasse melhor a intenção do fotógrafo. Tiraria-se o destaque das estátuas e se mostraria quão pequenas elas são perto do tamanho do prédio que elas "sustentam".

--João Caputi 13:02, 9 Setembro 2007 (PDT)

Ferramentas pessoais