Felipe Watanabe
Aluno: Felipe Watanabe
Curso: Publicidade e Propaganda (noturno)
e-mail: fwatanabe90@gmail.com
flickr: http://www.flickr.com/photos/wata0422/
[editar] Tópicos dos projetos de livros de Design e Produção Gráfica
Design: Manual de identidade visual
Produção Gráfica: PDF e JDF
[editar] Bom e mau design
[editar] Bom design
Este pôster do filme 127 horas, na minha opinião, pode ser considerado um bom exemplo de design, pois transmite através de uma série de ícones e símbolos a proposta do enredo, como um teaser. O céu azul no topo passando ao horizonte avermelhado, a forma das paredes que simulam a forma de uma ampulheta, a própria pedra ao centro na iminência da queda etc. O conjunto de elementos foi bem distribuído, não causando conflito na imagem final.
[editar] Mau design
O site da ECA, apesar de razoavelmente organizado, não apresenta um bom design. Estruturalmente, foi batante mal pensado. Afinal, de onde é que veio a ideia de dedicar metade da página para uma nuvem de tags? As cores conflitantes e o layout que remete à internet de 10 anos atrás só reforçam essa falta de atenção.
[editar] Equilíbrio e Harmonia
[editar] Equilíbrio e Desequilíbrio
A água, apesar de se tratar de um ambiente que muitas vezes nos faz perder um pouco do controle, cria uma sensação de equilíbrio nesta imagem. A mulher está à vontade e os tons de azul que marcam a foto também reforçam essa sensação de equilíbrio, de falta de tensão.
Neste exemplo, apesar de todos os objetos estarem meticulosamente pendurados para que assumam esta posição, existe uma sensação de tensão, de que algo está preste a acontecer. Cria um incômodo.
[editar] Harmonia e Desarmonia
As cores nesta foto fazem toda a diferença. A existência de apenas dois tons, azul e laranja, geram uma harmonia interessante e é possível observar toda a imagem sem que haja um "tropeço".
Desta vez a falta de harmonia é ainda mais imperdoável por se tratar justamente do site de uma escola de arte (Yale University School of Art). As cores não conversam nem um pouco entre elas, gerando forte desconforto, é impossível se concentrar. Desnecessário comentar o gradiente na caixa verde.
[editar] Desafio à gravidade
[editar] Galeria temática semanal: Janelas & Pessoas
[editar] Trabalho Final
[editar] Autorretrato
[editar] Fotos baseadas na obra de um pintor - Edward Hopper
[editar] Fotos baseadas na obra de um fotógrafo - Robert Doisneau
[editar] Exercício - Cor aprendida e cor apreendida
Ainda à distância esta flor chamou a minha atenção: à princípio parecia simplesmente cor laranja, porém, uma boa aproximação revelou o complexo padrão de cores e texturas de suas pétalas. Vendo-a com detalhes, em primeiro lugar, notei que a cor laranja não era composta por apenas uma nuance, mas um conjunto de cores que variavam entre um amarelo vibrante e um forte tom alaranjado. Ficaram evidentes também as "pintas" negras, algo que nunca havia notado antes em outras plantas. A cor aprendida, neste caso, diria respeito à primeira impressão que tive sobre a flor, mais "simplista", e a cor apreendida, é resultado desta análise mais detalhada, após uma aproximação física.
Os alunos Gustavo e Bruna apresentam bons exemplos e explicações sobre o tema, tratando, inclusive, de flores.
[editar] Exercício - Grão, tempo e profundidade
[editar] Profundidade
Experimentei alterar o controle de abertura do diafragma para conseguir efeitos diferentes de profundidade para uma mesma cena. Com um grande "calibre da torneira", ou seja, uma grande abertura das lâminas do diafragma, consegui obter um efeito de profundidade de campo reduzido. Já diminuindo o "calibre", as mesmas folhas ganharam mais profundidade ao mesmo tempo em que as nuvens ao fundo se tornaram muito mais nítidas do que no primeiro momento.
[editar] Tempo
Para experimentar o controle do tempo, escolhi dois momentos diferentes do dia. No primeiro, ainda de manhã, tentei "congelar" uma gota d'água enquanto esta caía da torneira. O sol ao fundo ajudou a reduzir o tempo necessário de exposição, facilitando essa paralisação. A segunda foto foi feita ao final do dia, poucos minutos após o pôr-do-sol. A luz insuficiente (e um pouco de exagero na tremida) fizeram com que a foto ficasse borrada, mas é interessante notar que, apesar do movimento, algumas silhuetas continuaram moderadamente definidas.
[editar] Grão
Dessa vez precisei aumentar ainda mais o intervalo entre os momentos de captura das imagens. A primeira foi feita num instante bastante ensolarado, o que me permitiu capturar muitos detalhes na imagem que quase não apresenta ruído. A segunda fotografia foi feita à noite e em condições bastante ruins de iluminação. O resultado foi uma foto com pouco destaque, cores pouco vivas e uma quantidade de ruído excessiva.
[editar] Exercício - O que é ser brasileiro?
Acho que valem mais os versos do que palavras minhas.
Eu fico/Com a pureza/Da resposta das crianças/É a vida, é bonita/E é bonita...
Viver!/E não ter a vergonha/De ser feliz/Cantar e cantar e cantar/A beleza de ser/Um eterno aprendiz...
[editar] Oficina de fotografia
Modelo: Giovanna Sanchez Pedron
[editar] Exercício - "Zoom" e Compensação de Exposição
[editar] "Zoom"
Aqui tirei proveito de uma câmera antiga, mas bastante interessante. É uma compacta super-zoom com distâncias focais mínima e máxima equivalentes a 36mm e 432mm, respectivamente.
Fica bastante clara a diferença daquilo que "enxerga" uma objetiva de acordo com sua distância focal, apresentando desde um plano bastante expandido que contempla uma grande parte do horizonte como um recorte muito reduzido de uma região da cena.
O efeito de "achatamento" dos planos também fica bastante pronunciado já a 432mm. O tamanho dos elementos se confundem e o sol parece incomumente grande.
[editar] Compensação de Exposição
A câmera nem sempre é capaz de determinar com precisão qual a exposição correta para uma captura. Este é um exemplo.
Considerando que meu objetivo fosse o de expor corretamente as folhas do primeiro plano, de início a câmera teria feito uma medição não correspondente às minhas expectativas. A luz mais intensa do céu afetou a medição, o que foi corrigido manualmente através do controle de compensação de exposição setado para +2.
A medição passou de 9EV (f5.6, 1/125s, ISO800) para 7EV (f5.6, 1/30s, ISO800), ou seja, houve o quádruplo de luz admitida.
A aluna Helise faz uma ótima demonstração dessa ferramenta de compensação de exposição através de imagens de uma mesma cena com compensações de -2, -1, 0, +1 e +2. São, também, bons exemplos de sub e superexposição.
[editar] Exercício - Análise de iluminação em filmes
Entre os últimos filmes que assisti, Cashback se destaca bastante pela aparente atenção garantida à iluminação de praticamente todas as cenas do filme. Para este exercício selecionei rapidamente algumas cenas que, em minha opinião, se encaixam aos tipos de iluminação que estudamos em sala.
Key Light: uma luz "dura" que garante uma sensação mais dramática à imagem.
Back Light: iluminação capaz de destacar planos de uma cena que, do contrário, não chamariam a devida atenção.
Fill Light: cria texturas, evidenciado expressões.
[editar] Exercício - Análise de obras de um pintor
Artista escolhido: Diego Velázquez
[editar] The Fable of Arachne (Las Hilanderas)
c. 1657 Oil on canvas, 220 x 289 cm Museo del Prado, Madrid
É admirável nesta obra a preocupação estética do artista. A luz foi trabalhada em detalhes, especialmente por se tratarem de dois cômodos com iluminações diferentes. Também é notável a aplicação da "regra dos terços" na composição da pintura, o quadro é dividido verticalmente em três seções e os pontos de ouro inferiores contam com assuntos importantes da cena.
[editar] Las Meninas or The Family of Philip IV
1656-57 Oil on canvas, 318 x 276 cm Museo del Prado, Madrid
Outro grande exemplo do controle de Velázquez sobre a representação da luz em suas obras. Os vestidos, em suas complexas formas e arranjos, ganham uma profundidade muito realista. Nem todas as pessoas representadas na pintura estão "encarando" o pintor (que inclusive é representado na cena), o que dá um toque interessante à obra.
[editar] Arachne
1644-48 Oil on canvas, 64 x 58 cm Meadows Museum, Dallas
Interessante trabalho com a luz. O quadro parece ser dividido precisamente em duas partes: a clara e a escura. Essa escolha parece ter sido feito levando na tentativa de se exaltar os tons de pele (no rosto) e do livro nas áreas menos atingidas pela luz. O modo como as sombras foram representadas também é destacável.
[editar] The Surrender of Breda (detail)
1634-35 Oil on canvas Museo del Prado, Madrid
Imagem bastante simbólica por conta das lanças ainda apontadas. Interessante representação de tantas expressões distintas entre os personagens da pintura. O trabalho de perspectiva também deve ser destacado, são diversos os planos representados.
[editar] Villa Medici, Pavillion of Ariadné
1630 Oil on canvas, 44 x 38 cm Museo del Prado, Madrid
Uma obra bastante distinta entre os trabalhos do artista. Mais uma vez é possível observar a aplicação da "regra dos terços", com a divisão do quadro em setores e também o posicionamento de dois homens nos pontos de atenção da imagem. As árvores ao constroem uma moldura natural à cena e definem todo o seu clima.



































