David Hockney
David Hockney é um pintor essencial do século X. Após estudos ao Real Colégio of Arte de Londres, começa a sua carreira como expresionista, influenciados por Francis Bacon. Hockney encontrou Andy Warhol em 1963 à Nova Iorque e orienta então a sua pintura para o POP Arte. Utiliza graffiti, desenhos de crianças, papéis colados e imagens publicitárias justapostos às suas pinturas. A série dos Swimming Pool, ilustração do universo artificial californiano, representa uma evolução na obra dele e faz a sua notoriedade: entre POP Arte e hyperalismo, ele figura um mundo plano, bloqueado, no qual a sensação de conforto provoca paradoxalmente um sentimento de anxiedade (A Bigger Splash, 1967). O artista executa igualmente retratos de parentes, tentando apreender as relações complexas entre os personagens, ou com ele mesmo: O Sr. and a Sra. Clark and Percy (1971) [1] é um dos quadros mais famoso do Tate em Londres.
Hockney não se limita à pintura: a partir de 1976, realiza fotocolagens constituídos de múltiplos clichés Polaroid, seguidamente subidos para formar mosáicas, em referência ao método cubiste de Picasso, artista que Hockney venera (Pearblossom Estrada, 1986). Em 1998, chega ao resultado de este método: o Grand Canyon, concebida a partir de varias fotos de 1986, é constituída de 60 quadros. Também as suas gravuras testemunham da sua habilidade técnica e o seu conhecimento dos mestres, a partir do qual realiza séries (Hogarth,Picasso...).
Uma das obras mais conhecida do David é uma representação da Praça Furstenberg [2] em Paris aonde nos podemos ver uma rua típica da capital, e duas árvores numa praça vazia. Esta obra tem um contraste muito forte, especialmente na questão da saturação. Ela parece quase preto e branco, exceto as tonalidades verde e amarelo que existem. Essa obra apresenta o interesse da técnica do Hockney, na questão das sombras dentro de cada foto que compõe a mosáica. A representação duma área uniforme sai com uma estrútura diferente da realidade. A maneira como estão ajuntadas as fotos é o meio pelo artiste de dirigir o olho do espectator. Com essa técnica, ele tanbém consegue trazer uma informação mas detalhada dum objeto em particular. Por exemplo, as folhas da árvore na parte superior esquerda da obra parecem dum tamanho maior do que as outras. Assim, o fotógrafo consegue brincar com o olhar e atrai a curiosidade sobre objetos da foto. O formato dessa obra é bastante padrão, mas existem varias obras cujas formato esteja muito mais original.
Por exemplo, o Scabble [3] é muito menos convencional. Tem parte da cena que não estão representados na obra do David. Também as personagens estão representadas varias vezes, com varias caras, em relação aos momentos do jogo diferentes: rir, concentração, falando... O artiste também aproveitou novamente a técnica de zoomar diferamente para apresentar cada cara com importância diferente: a mulher idosa da direita esta representada com diferencia de tamanho quase dobrando. Agora aparece também uma técnica nova que é do fotógrafo de mudar-se para tirar com ângulos diferentes. Nos temos duas visões da mesa de jogo: aquela do jogador fotógrafo, e também duam pessoa quer seria do lado da mulher idosa. Essa mosáica representa então um resumo daquela noite quando aconteceu essa reunião, com vários momentos, vários observadores, que poderia se aproximar dum filme.
Uma outra obra aonde o artiste trabalhou nessa idéia de angulos de visão diferente é o retrato da mulher idosa [4], que apresenta o rosto visto de frente e dos lados, com uma composição centralisada na boca da mulher. Esse retrato esta composto com tonalidade complementares de azul e laranja, com um valor de preto bastante alto e uma luminosidade baixa. Ao contrário, a Pearblossom Highway [5] foi um trabalho muito mais luminoso. As tonalidades também estão muito rica, assim porque coexistem as três cores primárias (azul, amarelo e vermelho). A composição dessa obra é particuliaramente interessante, por caus dos aspetos seguintes: as linhas amarelas da estrada assim como o linha do horizonte dividim a foto em três partes.O ponto de encontro é aonde o foco do olhar tem que chegar, na plaqua “STOP”. Para emfaziar a importância desse “STOP”, ele foi colocado com um tamamho maior do que deveria ser em relaçéao a distância que fique. Outros objetos estão com um tamanho super-dimensionado: os cactus, a plaqua “138”, a plaqua com o nome da estrada... A linha do horizonte não esta num terço, mesmo se o interesse da foto não estiver o ceú. Graça a técnica de mosáica, a textura do ceú traz um interesso muito grande na composição, que deve ser a razão porque ele compôs desse jeito.
Mais uma foto que esta parecida com um filme é a Ian washing his hair (1983) [6] aonde nos vemos um banho dentro daquela tem um moço que lava-se os cabelos, na frente duma janela. A symetria esta quebrada pela composição própria da obra: quando temos a informação do que tem do lado esquerdo da janela, não temos a visão do que tem do lado direito.
A Raymond [7] apresenta novamente a mesma cena com dois ângulos diferentes: a vista de trás e do lado dum moço que olha atraves duma janela a cidade dele. A mão deitada na parede fica estranha que não parece uma posição natural. Na parte de vista de trás parece que deu trabalho resolver a questão da exposição a luz: era um dia com ceú cinza, luminosidade alta e cores saturadas de preto. A particularidade dessa foto é que não é óbvio que seja a mesma pessoa. Sem o detalho da mão, o olhar do observador poderia analizar uma situação com duas pessoas diferentes.
A obra desse artiste David Hockney influência muito a criação atual porque essas técnicas permitêm trazer informações novas de detalho numa vista geral duma cena, de movimento, e de esconder informação não necessária.
Antoine Bagur