Daniel Motta Possa

Repositório de trabalhos de alunos. Conteúdo experimental.

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Publicidade e Propaganda Noturno - 3º ano

e-mail: daniel@veredaestreita.org

blog: veredaestreita.org[1]


Tabela de conteúdo

[editar] PRODUÇÃO GRÁFICA

[editar] Leitura de imagem - critérios

[editar] Anúncio

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Equilíbrio: Este anúncio consiste em uma composição com um equilíbrio dinâmico assimétrico. Logo, a falta de simetria é trabalhada de forma a equilibrar os elementos da composição se utilizando de alguns recursos. Desta forma, a maior parte do texto está no terço horizontal inferior, entretanto essa força é balanceada com a massiva presença da figura no terço horizontal superior. Da mesma maneira a maior presença da cor preta do lado esquerdo é balanceada com a cor branca do produto colocado daquele mesmo lado.

Harmonia: O equilíbrio assimétrico proporciona a esta composição a possibilidade de completar sua harmonia com as cores e hierarquia entre os elementos. Desta forma podemos destacar estas características como fundamentais para assegurar a harmonia da montagem. Quando de um lado as formas são muito presentes se atenua o peso com diferenças de cores mais neutras, como o branco do lado direito. Por outro lado quando é necessário o bloco de texto se utiliza em maior parte o fundo rosa para assegurar uma leitura mais fácil. A sombra feminina está maior e parece mais importante na hierarquia, mas com a figura branca menor em primeiro plano esses elementos ganham a mesma importância.

Contraste: O contraste forte presente na figura é feito entre o preto e o branco da figura com o fundo rosa. A grande diferença entre o preto e o branco dão o suporte que demonstra claramente o produto e a que serve este. O Rosa do fundo aparece mais como um grande contraste com o preto para destacar a figura do fundo, mas o contraste do rosa com o branco é mais confortável para a visão, por este motivo a maior parte do texto é feita branca sobre o fundo.

Figura X Fundo: A figura se destaca muito bem do fundo por se tratarem de elementos não muito complexos sobre um fundo de cor sólida sem interferências. Assim, as figuras em preto se destacam do fundo enquanto as figuras brancas sobre este preto também se destacam. O texto por sua vez é colocado branco sobre o rosa, o que não chama muito a atenção mas é mais confortável para a leitura.

Ênfase e Hierarquia: A ênfase do anúncio leva sempre a visão do leitor até o produto iPod, no ponto de foco superior direito. Entretanto o tamanho das figuras demonstra claramente que o mais importante do anúncio não é o produto, mas a pessoa que o carrega, estando representada em um campo muito maior no segundo plano. Assim, a hierarquia do anúncio balanceia entre a pessoa maior em segundo plano e o produto em primeira, deixando a entender uma união entre entes dois elementos de mesma importância e nível dentro da composição.

Formas e Camadas: A composição se divide claramente em três camadas, uma com o fundo rosa, outra com a sombra e uma camada em primeiro plano com os elementos brancos. A camada da sombra se utiliza de formas arredondadas e estilizadas onde mostra claramente uma figura feminina em movimento de dança, esta camada faz um plano que segura os elementos brancos no primeiro plano. Este primeiro plano por sua vez demonstra o foco do anúncio, que é o produto iPod. Desta forma o iPod caracterizado por sua cor branca original se destaca por sua forma menos circular que os movimentos de dança da sombra, além de acompanhar todas as informações do anúncio escritas na mesma cor branca do produto.

Fluxo ou ritmo: O ritmo é muito forte no anúncio. Como um anúncio voltado a ocidentais a entrada da visão se inicia do lado esquerdo superior, onde já podemos encontrar o a marca da fábrica Apple e o título iPod. A mão da dançarina acompanha o nome e leva o foco até o produto, que se encontra em um ponto de foco do último terço da direita. De uma forma mais suave o fone de ouvido do aparelho faz uma curva com seus fios que levam o leitor às informações na base do anúncio, completando o ciclo.

[editar] Cartaz

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Equilíbrio: O cartaz apresenta um equilíbrio simétrico pela figura ser práticamente igual tanto do lado diteito quanto do lado esquerdo. Verticalmente o peso da figura robótica e do texto na parte inferior fica balanceada com o nome do filme grande e mais escuro no terço superior.

Harmonia: O papel "dourado" utilizado junto com o preto aplicado na impressão proporcionam um contraste leve que está muito bem trabalhado com o degradê. Desta forma as figuras estão aplicadas respeitando uma hierarquia de acordo com a quantidade de preto usada. As linhas e o texto alinhados ao centro fazem ainda um eixo central que não se desvia em toda a composição, conferindo harmonia e completada pelas linhas diagonais das luzes da cidade que apontam para o título.

Contraste: O contraste do cartaz é feito pela acentuação do preto obre o papel branco um tanto amarelado, pois se trata de uma composição monocromática. Assim a quantidade de preto acaba determinando o quanto a figura somreada irá se destacar do fundo. Dessa maneira o Título ao alto chama muito mais a atenção pelo contraste mas mesmo assim não é um contrase muito forte.

Figura X Fundo: A figura principal do Robô se destaca do fundo pois está simétrica às linhas dos prédios e destacada em primeiro plano sobre o texto. Suas cores entretanto são as mesmas, o que leva a induzir que fazem parte da mesma cena e contexto.

Ênfase e Hierarquia: O título e o Robô estão mais acentuados no cartaz pela presença do preto. Entretanto o elemento do fundo que é a cidade está com um tamanho muito maior, o que confere mais importância a esse elemento.

Formas e Camadas: A composição apresenta três planos. O primeiro terço superior contem o título em uma tipografia de formas retas que acompanham as luzes da cidade projetadas a baixo. No terço do meio os prédios da cidade são compostos por formas retas cujas linhas apontam para cima. No terço inferior a figura robótica apresenta formas mais arredondadas como que mais humanas frente ao concreto das contruções.

Fluxo ou ritmo: O ritmo do cartaz é muito bem definido por uma única linha. A primeira visão é o título que segue em perpendicular pelas linhas dos prédios, chegando ao Robô e ao texto logo a baixo, cuja diagramação centralizada ajuda a criar esse eixo central no meio do cartaz.

[editar] Fotografia

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Equilíbrio: O equilíbrio da foto se dá pela linha diagonal formada pela escada que é complementada pela linha de pessoas que passa do ponto de foco inferior esquerdo para o superior direito. Dessa maneira o vazio estático fica ao alto representando o céu e abaixo, representando a terra.

Harmonia: A harmonia entre os elementos representados em escala de cinza se dá pelos elementos não humanos estarem estáticos e bem definidos na exposição, enquanto os elementos humanos passarem e acabarem ficando sem rosto como que em um mar de pessoas. O peso maior da foto representado pelo chão escuro está aturalmente na parte de baixo enquanto os prédios claros ao fund represento o céu a cima como seria o harmônico par aqualquer composição.

Contraste: Esta foto em preto e branco usa o contraste pela forma. Enquanto os prédos estão bem definidos e estáticos vemos uma profusão caótica de pessoas disformes percorendo toda a figura.

Figura X Fundo: Se tomarmos como figura principal o corrimão da escada, podemos dizer que este se destaca do fundo de pessoas que passam por sua forma bem definida e estática. Por outro lado a figura central pode ser essa massa de pessoas que passam, o que tornaria ela destacada do fundo seria sua forma disforme e em movimento.

Ênfase e Hierarquia: A ênfase é claramente demonstrar a forma passageira do homem frente às edificações concretas. A massa disforme de pessas está em segundo plano frente a um corrimão. Mas essa massa é muito maior, o que confere mais importância às pessoas frente ao primeiro plano.

Formas e Camadas: A foto paresenta três camadas principais, o corrimão de forma bem definida e estática, a amassa disforme de pessoas passando e o fundo de prédios também bem definidos.

Fluxo ou ritmo: O fluxo inicia do lado direito onde seguimos a linha do corrimão e as pessoas até o ponto focal superior direito. A forma arredondada do corrimão faz ainda a visão voltar ao começo e analizar novamente a foto e re-examinar aquele estranhamento com a massa disforme central.

[editar] Tela

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Equilíbrio: Este quadro é assimétrico. A montanha marrom do lado esquerdo chama muito a atenção, mas o astro no canto superior direito também chama atenção pelo fato de ser um dos únicos elementos de cor quente dentro do quadro. Assim, por mais que os elementos não estejam centralizados, o quadro e bem equilibrado.

Harmonia: A predominância de cores frias e o estilo de pintura do artista dão a unidade ao quadro enquanto a cena assimétrica equlibrada pelos elementos mais pesados presentes no nível do chão.

Contraste: O principal ponto de contraste da pintura esta no tamanho dos elementos, a montanha marrom e muito maior do que o vilarejo que esta ao lado dela. Ela atinge os astros do céu, enquanto casas não atingem totalmente as montanhas menores situadas no fundo do quadro.

Figura X Fundo: Pela grande presença de cores análogas o fundo não tem uma boa separação da montanha, ele se mistura com os elementos do vilarejo que não são perceptíveis logo de início.

Ênfase e Hierarquia: A ênfase é claramente o céu que parece cair sobre a cidade. Tanto pelo tamanho quanto pelas cores a figura do céu em terceiro plano continua sendo a parte mais destacada e explorada do quadro.

Formas e Camadas: As formas do quadro são complexas a medida em que se misturam com o fundo da tela. Não são formas de difícil identificação, mas a maneira como são colocadas no quadro deixa a impressão de mistério e confusão. Quanto as camadas, o quadro e composto por varias delas, mas o melhor efeito dele é parecer como se fosse uma camada só.

Fluxo ou ritmo: As formas circulares no céu e nas árvores do vilarejo fazem com que a visão de certas voltas enquanto acompanha o quadro. A leitura iniciada no céu acompanha a árvore e encontra o vilarejo misturado às árvores.

[editar] Basmala

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[editar] Mosaico

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[editar] Sumi-ê

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[editar] Iluminura

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[editar] Caligrafia

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[editar] Website[2]

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Equilíbrio: O Equilibrio do site está tento na simetria de divisões dos submenus quanto na assimetria de apresentação do conteúdo. As cores auxiliam a criar uma hierarquia para que isso não fique confuso e os elementos aparecem bem equilibrados ao final.

Harmonia: A harmonia do site se dá pela repetição do elementos que compõe os menus e submenus, além da forma como é disposto o conteúdo.

Contraste: O contraste é uma parte importante para a construção deste site a medida que dá a regra de hierarquia dos links. Quanto mais contrastante mais importante parece o link e assim vai. Já o conteúdo aparece sobre um contraste menor para deixar a leitura mais confortável.

Figura X Fundo: As figuras e elementos são sempre apresentados sobre a faixa verde e se destacam por cima desta cor escura com cores mais claras.

Formas e Camadas: O site é contruído sobre duas camadas, os links gerais e fixos na parte de cima e as animações e sub-menus na parte de baixo sobre uma faixa verde.

Fluxo ou ritmo: O ritmo do Site é muito bem trabalhado a medida que não é necessário clicar em nenhum elemento, apenas passando o mouse sobre o que se deseja ele logo abre o link. Assim os menus vão se alternando entre o horizontal e o vertical sem causar muito estranhamento ao internauta. Esses intervalos entre o aparecimento de menus são ainda preenchidos por animações que complementam a experiência do usuário e ajudam ele a observar como será o próximo menu.

[editar] Elemento tipográfico: Transição Grosso Fino

A transição grosso fino é uma das características que melhor definem uma família tipográfica. Este elemento surgiu junto com a palavra escrita a mão, quando a ponta retangular da caneta fazia volas ao escrever, causando o efeito de hastes mais grossas ou mais finas em determinadas partes das letras. Este efeito foi levado para a tipografia impressa, e se perpetuou junto com os primeiros tipos clássicos. Nas tipografias deste tempo a transição grosso fino era grande porem se fazia de maneira suave, como podemos observar nos tipo abaixo:

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Com a revolução industrial e o modernismo chegando às artes gráficas algumas experimentações levaram a um estilo tipográfico moderno com uma transição grosso fino muito brusca e acentuada. Como podemos observar no tipo abaixo:

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Após estes experimentos modernos os movimentos de Design levaram a supressão de vários elementos tipográficos para uma nova modernização que levasse mais ao estilo contemporâneo da época. Com isso foram criadas as famílias tipográficas sem transição grosso fino, como podemos observar no exemplo:

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[editar] Processos gráficos: Sublimação Térmica

Sublimação térmica é uma tecnologia de ponta para fazer impressos com qualidade fotográfica. Também conhecida com "dye diffusion thermal transfer", "sublimation dye", "sub dye" ou ainda "dye diffusion", trata-se de uma expansão da impressão em cores por transferência de cera quente, tecnologia esta bastante difundida. No processo de transferência de cera quente, temos uma aplicação de calor para transferir fitas impregnadas de cera colorida. O calor amolece a cera e as fitas transferem a mesma para papéis especiais. A transferência de cera quente é considerada a tecnologia líder da indústria em termos de cores vivas e saturadas, sobretudo em transparências. Neste processo de Dye Sublimation, a tinta sobre a fita de transferência é aquecida até o ponto de sublimação - termo químico para designar a passagem de uma substância directamente do estado sólido para o gasoso com pouca ou nenhuma fase líquida. O processo de sublimação permite variações no tamanho dos pontos e na saturação da tinta através da modulação da temperatura e sua duração em cada elemento de aquecimento da cabeça de impressão. Contrariamente, uma cabeça de impressão operando no sistema de transferência de cera aplica a mesma quantidade de calor durante o mesmo intervalo de tempo, de modo que cada ponto recebe a mesma quantidade e a mesma intensidade de calor.

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A cabeça de impressão e o conjunto de pinos de aquecimento necessários para se conseguir a sublimação são mais complexos e firmemente calibrados do que os de uma cabeça de impressão no sistema de transferência de cera. As temperaturas são mais altas e exigem ser cronometradas e controladas com precisão - tarefa muito mais difícil do que o simples "on" ou "off" do processo de transferência de cera quente. Dependendo da temperatura aplicada pelos pinos de aquecimento da cabeça de impressão, uma determinada quantidade de tinta sobre a fita é aquecida, vaporizada e transferida para a superfície de impressão de modo a produzir diferentes níveis de intensidade ou tonalidades de cor. A superfície de impressão será um poliéster ou outro material sintético de acabamento ultra-suave, de preferência ao papel convencional utilizado nas impressoras em cores. Os materiais produzidos pelas impressoras por Dye Sublimation são muito duráveis e dificilmente se arranham, apagam ou retransferem a impressão no contacto com outros materiais, excepto com alguns plásticos.

Tanto as tecnologias de transferência de cera quente como a de Dye Sublimation combinam as cores primárias - ciano, magenta, amarelo e preto (padrão CMYK) - para produzir as cores no espectro alcançado pela impressora. Todavia, a cera quente se utiliza de meios-tons (simulação de uma imagem através de uma grupo de pontos nitidamente localizados), ao passo que a Dye Sublimation se utiliza de tons contínuos. No processo de meios-tons, a imagem é decomposta numa grade formada por células separadas contendo diferentes quantidades de cor para representar as áreas coloridas na imagem original. A resolução da imagem impressa depende, em parte, do número de células por polegada na formação de cores por meios-tons; a maior parte dos equipamentos por transferência de cera imprime em 300 pontos por polegada (dpi).

Na impressão por transferência de cera, cada ponto individual é uma intensidade isolada de uma dentre as quatro cores do padrão CMYK. Todas as demais cores e tonalidades são criadas pelo processo de meios-tons no qual diferentes quantidades das cores primárias do padrão CMYK são dispostas em padrões de pontos no interior das células. Algoritmos de manipulação de cores determinam a posição do ponto de cada cor do padrão CMKY na célula. Toda manipulação de cores no padrão CMKY, entretanto, é na verdade uma ilusão: Quando observados à distância, os pontos distribuídos se confundem de tal maneira que o olho humano percebe uma tonalidade cromática ou uma mistura, ainda que a cor não esteja presente de fato em nenhum ponto individual. O processo de meios-tons pode reduzir a resolução final da imagem. Muito embora uma impressora possa imprimir a uma resolução de 300 dpi, a resolução aparente poderá ser bem inferior, tendo em vista que é preciso utilizar numerosos pontos para se criar uma única célula. Como resultado, a unidade real de resolução torna-se não os pontos por polegada, mas o número de células por polegada. Dependendo do padrão de manipulação empregado, a resolução efetiva pode apresentar um nível bastante inferior, podendo chegar a 50 linhas por polegas (lpi), em uma impressora por transferência de cera quente.

Comparativamente, as impressoras por Dye Sublimation podem sobrepor quantidades precisas de tinta em cada ponto, de modo que cada ponto é efetivamente a cor desejada e não uma ilusão óptica criada através de manipulação de cores em uma série de pontos de uma célula. O ciano, magenta, amarelo e preto são misturados nas proporções necessárias em cada ponto individual, ou, segundo a terminologia mais correta, cada elemento de uma imagem, o "pixel" - que contém todos os elementos de cor e intensidade ligados àquela imagem. As tonalidades daquela cor são criadas através da simples variação do nível de saturação na superfície de impressão, um processo controlado pela intensidade e a duração do calor aplicado pela cabeça de impressão. Como resultado, a qualidade da cor torna-se mais importante do que os pontos por polegada. Por exemplo, no caso de uma imagem de 50 dpi impressa por Dye Sublimation pode exibir uma qualidade tão boa ou melhor do que uma impressão da mesma imagem por transferência de cera quente com 300 dpi e meios-tons. E, uma vez que não existem padrões de pontos manipulados, as cores são aplicadas em tons contínuos - daí as imagens com realismo fotográfico produzidas pela impressão por Dye Sublimation.

[editar] Família Tipografica: Optima

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Esta família tipográfica sem-serifa foi desenhada por Hermann Zapf entre 1952 e 1955. Hoje é comercializada por várias empresas com nomes diferentes. A Tigrafia Bitstream comercializa seu desenho sobre o nome de Zapf Humanist, a WSI Fonts com o nome de Optane e a Rubicon com o nome de Opulent, e existem ainda algumas variantes como CG Omega ou Eterna.

A base desta família é clássica, lembrando muito as letras gravadas em pedra na coluna de Trajano em Roma. Desta forma temos uma transição suave entre a parte grossa e a parte fina das letras, uma ênfase vertical e proporções clássicas dentro das características das letras. Zapf entretanto utiliza essas cacterísticas aliadas a um estilo mais moderno, retirando as serifas. A Optima por sua vez guarda um pequeno detalhe ao pé de cada letra que lhe confere um refinamento mesmo sem a presença da serifa. podemos observar este detalhe na figura a baixo.


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[editar] Designer: Milton Glaser

Glaser estudou na Cooper Union nos EUA entre 1948 e 1951 e continuou sua formação na Academia de Belas Artes de Bolonha com o pintor Giorgio Morandi. Em 1954, Glaser, junto com Reyonld Ruffins, Seymour Chwast e Edward Sorel, fundaram os Pushpin Studios. Na foto da época podemos ver Glaser a direita e Chwast a esquerda.

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Durante vinte anos Glaser e Chwast dirigiram seu estúdio Push Pin, que acabou por se tornar uma referência para o mundo do design gráfico. Poucos Designers podem dizer que ficaram tão conhecidos por uma de suas obras quanto Glaser. Seu poster para um show de Bob Dylan se tornou referência da época e acabou dando nome ao que se chamou Push Pin Style. Pelas cores e estilo podemos ver que este movimento foi repercursor do psicodelismo nas artes gráficas.

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O Push Pin Style tornou-se uma referência do design gráfico. Nos anos 60, o estéril Estilo Internacional suiço, muitas vezes limitador e elitista, dominava o mercado do design gráfico. O Push Pin Style não se prendia apenas ao que era considerado o "bom design", com um estilo excêntrico muitas vezes inspirado na estética do século XIX e nas tendências da cultura pop. Criou uma linguagem contemporânea, compatível com um design pós-moderno. No Push Pin foram projectados capas de disco, livros, cartazes, identidades visuais, tipografias originais e Revistas.

Em 1974 Glaser montou o seu próprio escritório. Fez posters, revistas, design de jornais, design de interiores, logotipos, discos, ilustrações para revista e jornal, tipografia, desenhos, aquarelas, material impresso, brinquedos. Seu trabalho é fortemente caracterizado por ilustrações feitas à mão, tendo um estilo muito ecléctico. A sua arte foi mais ornamentada e virtuosa do início, passou para uma concepção mais redutiva, simples, forte e directa — reflexo da sua maturidade. Ao longo da sua carreira, Glaser teve um grande impacto na ilustração e design gráfico contemporâneo. Foi a grande figura de referência para os designers da sua geração. Com o distanciamento que hojé é possível, podemos fazer uma avaliação critica da enorme produção gráfica de Glaser: uma série de obras excelentes misturam-se com produções de baixa qualidade, onde o kitsch e o facilismo dominam. Este desnivel deve-se ao facto de Glaser ter tido uma abordagem muito eclética ao seu trabalho, constantemente variando de estilos e de atitudes. Um de seus trabalhos mais lembrados dessa última fase foi o logo para a campanha "I Love NY".

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Glaser deixou algumas sugestões e dicas que podem ser muito úteis para todos os profissionais da área de criação:

1. Menos não é necessariamente mais. Existem trabalhos que só ganham o verdadeiro impacto pelo trabalho que deram.

2. Não se deve confiar num estilo único. A realidade muda, e os estilos devem adaptar-se. Um estilo pode ser muito funcional em um momento, ou durante algumas décadas, mas pode vir por água abaixo após um tempo.

3. Você só deve trabalhar para quem você gosta. Todo trabalho realmente significativo surgiu de um relacionamento afectivo com o cliente. Compartilhar de informações em comum e gerar um laço afetivo torna o trabalho mais completo, estimulante, eficiente.

4. Algumas pessoas são tóxicas, mantenha distância. Observe quais pessoas lhe sugam ou renovam as energias, quais agregam e quais não acrescentam nada em sua vida.

5. Profissionalismo não é suficiente. Profissionais tendem a repetir o sucesso quando acertam. Isso significa reduzir a margem de risco. Porém, uma das coisas mais necessárias no nosso campo é transgredir, e correr o risco de apresentar algo novo, aceitar a possibilidade de falhar ou ouvir alguns ‘nãos’.

6. Dúvida é melhor que certeza. Quando você tiver certeza de qualquer coisa na sua vida, fique preocupado. A dúvida é o caminho para a evolução.

7. Não se feche em poucas referências. Devemos ser persistentes e consistentes e, principalmente, compreender as idéia a fundo e a amplitude e correlações entre elas. ‘ A riqueza do entendimento vem da profunda idéia histórica e filosófica’.




[editar] FOTOGRAFIA DIGITAL

[editar] Análise de um Pintor

Edgar Hilaire Germain de Gas ou Edgar Degas (1834 - 1917)

Imagens de referência [3]

Análise da obra de Degas


[editar] Análise de um Fotógrafo

Bruce Weber (1946)

Imagens de referência [4]

Análise da obra de Bruce Weber


[editar] Foto Nhé

A foto nhé não advém de uma falta de conhecimento de quem tira ou de uma câmera com poucos recursos. A foto nhé nasce de dentro dos olhos do autor. Estes enxergam a cena mas não a compreendem. Assim, a foto não passa uma mensagem clara, é apenas uma captação de luz dentro daquele momento. É necessário antes de tudo que se pense um pouco a cerca da mensagem que se quer passar. Se o ambiente estiver com a mensagem pronta, o autor compreender o que quer passar e a máquina disparar no exato momento em que ocorre o clímax, não existe possibilidade de a foto dar errado e ficar como se diz: nhé!


[editar] Enquadramento

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O problema de uma foto nhé as vezes pode ser só o enquadramento. Dependendo da maneira que se encaixa a foto, pode-se acabar excluindo certos elementos que não servem à estória da foto. Como esta barraca.

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Encaixar os elementos de acordo com o diagrama dos terços também pode ajudar.

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O importante é fazer com que o enquadramento coloque ou retire elementos da foto para contar a estória do contexto. Neste caso a baixo, todos olham para alguém que está fora do enquadramento da foto, entretanto com isso se dá um foco à única pessoa que não olha para lá, o jogador olhando fixamente nos olhos do outro.

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[editar] Top 10 do Flickr - ECA Foto

1) Por Gepetobio [5]

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2) Por Gabriel Kalup [6]

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3) Por Guilherme Freire [7]

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4) Por Antoine Fr. [8]

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5) Por Re Botelho [9]

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6) Por Selma Vequi [10]

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7) Por Re Botelho [11]

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8) Por Guilherme Freire [12]

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9) Por Tephy Eca [13]

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10) Por Geo Phil [14]

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[editar] Planejamento fotográfico

Retrato: Uma mulher com grande experiência de vida, tendo passado por experiências traumáticas. Sentada em uma poltrona no canto de uma sala escura, sobre sua cabeça apenas uma luz fraca de abajur, formando sobre ela uma luz triangular que forma um círculo no chão a sua volta. O enquadramento deixa claro a amplitude da sala vazia perante a solidão da da mulher. A foto deve ser tratada para ficar em preto e branco, dando a impressão de que se trata na verdade de alguém que já morreu.


Paisagem: Do alto de uma montanha, em uma rampa de salto de Asa Delta, com a câmera no chão, flagrando o o exato momento em que uma das asas deixa o solo. Com um plano bem aberto deixando claro o lindo ambiente em que este homem corajoso está entrando .


[editar] Cor aprendida e cor apreendida

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Comumente chamada de "ruiva", "cabelo verlho", podemos perceber que tanto a Madona desenhada na parede quanto a Marina, não tem o cabelo exatamente vermelho. É alaranjado.



[editar] Foto Semana da Pátria

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[editar] Problemas no sistema digital

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Nos dois exemplos a cima podemos ver a foto original e um zoom para que se visualize melhor o efeito de grão fotográfico provocado pelo sistema de ISO das máquinas digitais. No entanto, este efeito pode trazer alguns problemas em determinadas circunstâncias. Como o ISO regula a sensibilidade da máquina à luz, muitas vezes esta sensibilidade pode estar muito alta e captar pequenas informações de cor que não estavam originalmente no ambiente do tamanho que são retratadas. No zoom das imagens vemos pixels verdes., na pele das personagens, logicamente não estavam aparecendo no ambiente original.



[editar] Iluminação

Verbete: Flash - Alcance do Flash

Como melhorar problemas de iluminação?

Problema 1:Foto em local muito escuro com luz fraca e difusa, existem muitas maneiras de corrigir este erro. O Flash direto entretanto, resposta certa de muitos fotógrafos amadores, não é uma delas. Tente aumentar a luz ambiente e se não for possível, use o flash com um rebatedor ou difusor de luz.

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Problema 2:Este problema ocorre principalmente em fotos contra a luz. O objeto acaba ficando escuro enquanto o fundo se destaca. Este problema seria facilmente resolvido se o fotógrafo tivesse utilizado o flash.

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[editar] Verbete em Dupla

Grandes Pintores - Por que estudá-los?


[editar] Trabalho Final

[editar] Pintor: Bosch

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pintor1.jpg pintor6.jpg pintor5.jpg


[editar] Fotógrafo: Nan Goldin

fotografo3.jpg fotografo4.jpg fotografo5.jpg


fotografo1.jpg fotografo2.jpg fotografo7.jpg


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Ferramentas pessoais