Cristiane Harue Egi
Aluno: Cristiane Harue Egi
Nº USP: 7166471
Curso: Publicidade e Propaganda - Noturno
E-mail: cristiane.egi@usp.br
Flickr: http://www.flickr.com/photos/cristianeharue/
[editar] Obras de Henri Matisse
Henri-Émile-Benoît Matisse (1869-1954) foi um grande pintor, escultor e desenhista francês, nascido em Le Cateau-Cambrésis, Norte da França.
Mulher lendo - 1984 Revela uma situação na qual o observador da cena está em pé olhando para a figura à sua frente. Este aparentemente encontra-se numa situação na qual surpreende a mulher sentada numa situação de recolhimento e reflexão. O tom dado ao quadro, reafimado pelo título da obra, está no pequeno traço branco que sai do colo da mulher. Em meio a tons aproximados do beje e do marrom, o branco da folha de papel se destaca.
Carmelina - 1903 Mostra que o ponto de vista do observador vem de um homem que está sentado à frente da mulher nua. Isso é retratado ao fundo através de um espelho que reflete as costas dela e indica uma figura masculina com a mão no queixo. O objeto a chamar mais a atenção é propriamente esta mulher, que segura um pano branco no colo, iluminada por, talvez, a presença de uma janela, à direita do quadro.
Janela aberta - 1905 Indica que o observador está em pé diante da janela, talvez em uma situação contemplativa. Através da diferença de tonalidade entre as cores que representam dentro e fora do ambiente, é possível perceber que o quadro retrata uma situação de grande luminosidade: é dia. Os objetos a chamarem mais atenção apresentam-se ao fundo na cor alaranjada, pois se destancam dos demais tons azulados e aparentam ser instrumentos de trabalho em jardinagem.
Mulher com chapéu - 1905 Revela que o pintor está de frente para a mulher e a observa num plano em que seus olhos estão na mesma linha de direção. Contudo, ela não olha para ele, está fixada em algum ponto que está à esquerda do quadro. Como os demais quadros do pintor, ocorre uma situação de naturalidade para os indivíduos representados. Ela não está pousando de modo a parecer superficial. Ele a retrata em uma situação corriqueira na qual seus olhos se detêm. Seus trajes indicam que a dama pertence a uma classe abastada e tradicional.
Alegria de Viver - 1905 Retrata uma situação que pode estar fazendo menção a uma passagem bíblica do Gênisis. Os indivíduos retratados estão nus e parecem desfrutar de uma situação cotidiana. Os olhos do observador estão ao longe e parecem se deter nas duas figuras localizadas ao centro, em cores mais claras. Ao fundo, chama-nos a atenção uma espécie de dança que acontece em círculos entre muitas pessoas.
--Cristiane harue 20h38min de 7 de Agosto de 2011 (UTC)
[editar] Fotos de Richard Avedon
Sobre Richard Avedon
A posição do fotógrafo é próxima ao chão, onde a mulher está deitada, a fim de ter uma proximidade com o nível do olhar dela. Observar essa foto pode causar certa aflição. A combinação da posição da mulher e a cobra, ao mesmo tempo, pode assustar ou não. Ela não aparenta estar espantada, a cobra lhe parece familiar. E o que mais chama a atenção é o fato dela estar grávida. Esses fatores podem fazer menção à Eva de Gênisis (Bíblia), devido ao uso da serpente como tema. Ou ainda, ter uma conotação fálica ao unir a gravidez à cobra.
A posição do fotógrafo em relação à cena é de certo distanciamento, portanto ele consegue captar todos os elementos necessários que vai do chão à extremidade superior da foto. Provavelmente ele encontra-se em pé. O que mais chama a atenção para o quadro é a fita do vestido da mulher, esta última encontra-se em uma situação incomum: entre dois elefantes, ela parece estar executando movimentos semelhantes ao de uma dança. A alvura da fita do vestido destaca-se entre os demais elementos de tom acinzentado. O movimento que os elefantes executam dão a impressão de paralisação (foto em alta velocidade) e parecem ter uma sintonia com o movimento da mulher.
O fotógrafo encontra-se a uma determinada distância das modelos e está em um plano um pouco mais baixo que os olhos delas. O que mais chama a atenção nessa foto é o movimento paralisado das roupas, que aparentemente viraram como asas de morcego, principalmente em se tratando do tipo de roupa utilizado. O estilo empregado volta-se para uma referência semelhante a filmes como "O conde Drácula", devido à cor e modelo dos vestido e, mesmo pela utilização de "meia arrastão."
Ao retratar Marilyn Monroe, Richard Avedon a despoja de todo e qualquer poder e glamour da atriz. Ao invés de ser retratada como sempre: um símbolo sexual, ela mostra-se totalmente vulnerável e delicada nesta foto. A composição das fotografias de Avedon possuem fundos claros e apesar de quase sempre em PB, apresentam grande contraste. O fotógrafo parece estar numa mesma altura em relação aos olhos da modelo.
O movimento das personagens é captado com propriedade pelo fotógrafo. Seu olhar encontra-se em um plano próximo ao chão, podendo capturar o momento em que o casal se aproxima dos pássaros e estes saem em disparada. O interessante é poder ver que a silueta de um destes últimos cobre os olhos do homem, o que dá a impressão que ele pode estar usando uma espécie de máscara. O movimento dos pássaros pode ser percebido pelo desfoque e também pela sua posição próximo ao fotógrafo. O mesmo efeito não pode ser percebido no casal que corre.
[editar] LUZ - Filme: Rebecca, uma mulher inesquecível - 1940
Um filme de Alfred Hitchcock
Nesta cena podemos perceber um grau acentuado de dramaticidade. Por ser em preto e branco, isso confere um maior grau de tensão para a expressão das personagens. É possível perceber a presença da keylight vinda da direita, da fill light à esquerda e uma leve diferenciação do objeto e do fundo através da backlight. A dramaticidade conferida à cena também relaciona-se ao uso de claro e escuro no figurino das personagens. Através da luz, percebe-se que a personagem (de vestido claro está sendo intimidada pela vilã (roupas escuras).
--Cristiane harue 18h54min de 21 de Agosto de 2011 (UTC)
[editar] Análise das fotos do Flickr - Plano
Close up - Esta foto foi tirada pensando em retratar um momento de reflexão da modelo. Foi fotografada naturalmente, enquanto ela li um livro. O close pode enfatizar o sentimento de "concentração", principalmente pelo gesto da mão dela.
Super close - A intenção desta foto foi colocar a expressão do modelo em primeiro plano. Com a ajuda da presença de uma keylight forte e uma fill light muito fraca, é possível dar um tom mais sério à foto, o que completa a expressão captada.
Plano Americano - Esta foto foi tirada em um ângulo abaixo da modelo, no qual é possível visualizar sua silhueta a partir dos joelhos para cima, o que dá a impressão que ela seja mais alta. Foi captado um momento de descontração, em que ao mesmo tempo em que ela se distrai mexendo em seu notebook, presta atenção em outro elemento que está fora da cena, uma conversa.
Plano Geral1 - Esta foto tem por protagonista a flor vermelha. Ela está em destaque, pois em meio ao contexto em que ela se encontra é possível perceber que é a única que sobrou após a poda da árvore no qual ela nascia. A intenção é criar o estranhamento entre um cenário de desolação e a delicadeza de uma única flor.
Plano Geral2 - A foto tem por protagonistas as duas crianças que brincam na gangorra. Para dar o tom de divertimento delas, acho que ficou mais interessante tirar a foto de modo a gerar uma inclinação do brinquedo, dando a sensação de deslocamento.
[editar] Planejamento fotográfico - 18/09
O planejamento foi feito com homens palito, mas tudo bem...
Planejamento 1 - Pessoas estudando - Inicialmente, fiz o planejamento para uma foto que fosse fácil de fazer, que não exigisse nenhum evento ou coisa parecida. Minha ideia foi trabalhar a questão da profundidade, quando ocorre a sensação de desfocamento. Como está ilustrado no esquema, havia imaginado uma pessoa que estivesse mais à frente, enquanto outras estivessem ao fundo. E o cenário seria a biblioteca mesmo, registrar um momento no qual as pessoas estão concentradas estudando. Talvez registrar o olhar de outra pessoa que estivesse estudando junto.
Planejamento 1 - Foto na prática - A realidade foi que eu tinha pensado em fotografar o outro lado da biblioteca. Tive que ir me sentar onde havia mais gente. Entre algumas tentativas, eu tive que escolher quais pessoas fotografar, porque estavam todas meio perto demais. Escolhi por captar a pessoa que estivesse ao fundo como principal. Como se fosse o olhar de uma pessoa que também estivesse estudando, mas que no momento estava absorta, prestando atenção no que os outros faziam. Na hora da foto, a mulher espirrou.
Planejamento 2 - OCAM - Como no domingo pela manhã eu já havia combinado de ir na OCAM (Orquestra de Câmara da USP) pensei em fazer um planejamento para uma foto que eu faria dos músicos. O primeiro instrumento que me veio em captar foi o violoncelo, por ser o maior e também chamar mais atenção. Seria um artista tocando, com talvez algumas pessoas ao fundo em segundo plano. A intenção era que houvesse uma personagem principal e o fundo desfocado.
Planejamento 2 - Foto na prática - Não havia passado pela minha cabeça que simplesmente há um fator dificultador para se tirar uma foto de uma orquestra: estar na platéia. Somente conseguiria fazer uma foto de frente e ainda mais de um músico como principal, se eu estivesse no lugar, talvez, do maestro, o que é uma coisa totalmente impossível. Além do mais, havia mais um problema: em um orquestra as pessoas realmente aparentam estar coladas uma na outra visto da platéia. Então fotografei o grupo de músicos que estavam com violoncelo como principais. Para tentar dar um diferencial no olhar da foto inclinei um pouco a câmera. Isso também contribuiu para "tirar algumas cabeças" que estavam na minha frente da primeira fileira.
[editar] O bom e o mau design
O bom e o mau design podem ser muito relativos. Achamos "belo" o que nos é comum e conhecido e não necessarimante aquilo que é diferente, novo ou criativo. Essa variação também se dá através da cultura, como exemplo, podemos citar a diferença entre o design Oriental e o Ocidental.
O design Ocidental tende a ser considerado "bom" quando legível, limpo e claro. Enquanto que o Oriental não obedece exatamente esta ordem. Segundo a cultura, principalmente em se considerando o formato de sua escrita, é tendência que seus anúncios estejam poluídos de cores, formas, desenhos, fotos e diferentes tipografias, que misturam hideogramas e "romaji".
Será considerado aqui, portanto, elementos que são considerados "bons" para o design Ocidental, como forma de padronização.
[editar] Exemplo gráfico de harmonia/equilíbrio
Este cartaz apresenta elementos de harmonia, pois o "leitor" do cartaz se aterá apenas ao universo simbólico inicialmente da figura, que possui maior impacto sobre a peça. Em segunda instância ela deterá seu olhar sobre a marca que está situada no canto superior direito. Não ocorre então, um conflito na sequência de leitura deste. A utilização de cores também não possui conflitos, uma vez que se utiliza somente do preto e do cinza para criar a tonalização.
[editar] Exemplo gráfico de desarmonia/desequilíbrio
Este cartaz não apresenta uma leitura linear. São utilizadas milhares de tipografias diferentes e cores que não pertencem a mesma palheta de cor. As informações não apresentam uma leitura linear, pelo contrário, podem confundir o leitor e não transmitem o que desejam. A composição apresenta várias sobreposições, com figura no fundo, caixa de texto e o texto propriamente dito. Por combinar esses elementos de modo aleatório (sem equilíbrio) não há um ritmo proprocional para quem vê.
--Cristiane harue 17h11min de 26 de março de 2012 (GMT+3)
[editar] Análise de 10 elementos da gramática visual
Harmonia = uniformidade, não paz.
Esta peça apresenta harmonia no arranjo dos formatos que juntos formam um coração, dando outro significado à multiplicidade dos elementos.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
O elemento que está embaixo, a "Coca" tende a dar estabilidade para aquilo que está "saindo dele". As imagens que formam o coração "em nuvem" devem estar em cima para dar o sentido de "fumaça", "gás".
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Como o fundo é preto, o foco está totalmente nos elementos em primeiro plano. Ocorre um diálogo entre fundo e figura, não uma "competição por atenção".
Contraste = visibilidade, não choque.
Como já dito, o fundo por ser preto destaca os elementos coloridos. O que gera um contraste perfeito para a utilização de uma grande gama de cores.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Como se pode ver, o elemento maior e principal está no produto que possui a primeira ordem de importância. Em segundo plano está as milhares de flores e estrelas, que juntas formam um coração de tamanho descente, de fora para dentro.
Gramática visual =
Pode ser considerado um cartaz ideal para a campanha em questão. Transmite os valores que deseja, de maneira clara e busca atingir um determinado público, mais voltado para as classes A e B.
Formas = identificação, não imaginação.
O formato do refrigerante, unido da palavra COKE já define Coca-Cola, mostrando o quanto o cartaz é claro.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Os elementos que despertam a curiosidade neste cartaz são as inúmeras flores e estrelas que compõem o coração. A combinação foi perfeita para a formação da imagem.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
A leitura deste cartaz é clara: vai da base ao ápice, passando primeiramente pela frase, em segundo lugar à Coca e em terceiro lugar ao coração.
Simplicidade = clareza, não obviedade. A mensagem é bem clara e está relacionada à própria imagem, o que resulta em um boa composição gráfica que comunica o seu objetivo.
Harmonia = uniformidade, não paz.
O cartaz tenta estabelecer uma unidade, talvez, entre a repetição da textura do que poderia ser considerado o "palco" e a tela ao fundo, compondo uma "quadriculação".
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Talvez o elemento que gere estranheza seja o fato dos cantores anunciados ocuparem apenas um terço de sua extensão. Todos os elementos parecem se concentrar do meio para baixo do cartaz, mas principalmente na parte central. Isso gera uma sensação de "tumulto".
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Não há uma relação entre figura e fundo. Como no fundo já ocorre um excesso de elementos visuais, a figura tentar competir espaço, gerando um "não-diálogo".
Contraste = visibilidade, não choque.
Aparentemente, o cartaz tentou se utilizar de cores complementares para fazer o contraste. Como todos os outros elementos já estão em discordância, as cores acabam por gerar um contraste que parece ser desnecessário.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
A ênfase do cartaz parece estar sobre Joelma e Chimbinha. Contudo, a fonte, as cores e os formatos, todos parecem gritar ao mesmo tempo.
Gramática visual =
Este é um cartaz que em relação aos elementos do design estes podem estar em discordância. Mas consegue comunicar aquilo que quer direcionando seu perfil a um determinado público considerado mais "popular".
Formas = identificação, não imaginação.
O exagero na complexidade das formas acaba por dificultar a leitura.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Exagero de imagens sobrepostas. Ao fundo é possível notar o painel que mostra algo como um palco, no qual são exibidas imagens relacionadas à natureza. Em um segundo instante, nota-se dois dançarinos ao fundo, em terceiro, percebe-se Chimbinha e Joelma e ainda em um quarto momento visualiza-se as informações.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
A leitura do cartaz é essencialmente vertical, de cima para baixo. Mas devido à discordância dos elementos presentes, essa leitura pode ser atrapalhada.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
O cartaz "peca pelo excesso".
[editar] Análise de peças segundo a gramática visual
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Basmala
Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.
Harmonia = uniformidade, não paz.
Equilíbrio = estabilidade, não simetria.
Figura/fundo = diálogo, não instrução.
Contraste = visibilidade, não choque.
Hierarquia = ordem, não aleatório.
Gramática visual =
Formas = identificação, não imaginação.
Camadas = curiosidade, não pilhas.
Ritmo = continuidade, não rigidez.
Simplicidade = clareza, não obviedade.



























