Como controlar a luz
Você deve editar este texto se quiser falar dos Fatores que influenciam a recepção da luz como um todo. Se quiser falar de algum de seus sub-tópicos, edite as partes abaixo:
Tabela de conteúdo |
[editar] Abertura do diafragma
A abertura do diafragma é uma variável identificada como f Stops ou número f, que indica a abertura do diafragma, sendo que este irá permitir a entrada de luz que incidirá no material foto-sensível.
O "f" é um número resultado da proporção: valor do difragma = distância focal / diâmetro da abertura da lente ( f = DF / A ).
Assim, quanto menor for o f maior será a abertura, e por conseqüência, maior será a entrada a luz. Na prática, quanto maior o f, menor é o tempo de exposição.
"Je m'avance masqué."![]() Upload feito em 19 de agosto de 2007 por romoun |
A foto ao lado é um exemplo de que quanto menor a abertura do difragma (portanto, um f "grande") mais definidos serão os detalhes da foto, tanto para perto quanto para longe. |
Outros exemplos de fotos tiradas com a abertura pequena:
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Jardim Japonês |
junkish. Upload feito em 19 de setembro de 2007 por Gabriela Lancellotti |
Marinheiro Destemido![]() Upload feito em 4 de agosto de 2007 por Caetano Silva |
O f (valor do diafragma) segue uma seqüência universal (1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 45 etc) representada por: f/1.4, f/2, f/.8, etc... lembrando sempre que f/16 representa uma abertura menor que f/2; neste caso (abertura grande) a quantidade que atinge o filme (sensor) é maior e obtêm-se fotos com proximidade do objetido e profundidade de campo pequeno.
As seguintes fotos foram tiradas com abertura grande:
papillon-iguaçu![]() Upload feito em 13 de setembro de 2007 por antoine.fr |
o rafael![]() Upload feito em 1º de outubro de 2007 por rodrigo gambassi |
pé de arvace![]() Upload feito em 4 de novembro de 2007 por gabriel kalup |
Observa-se que com a abertura grande, tem-se o primeiro plano da imagem priorizado, desfocando-se o segundo. Uma abertura pequena aumenta a profundidade de campo, sem priorizar uma área especifica.
Costuma-se recomendar o uso de uma abertura grande (f pequeno) para retratos e abertura pequena (f grande) para paisagens. Isso porque no primeiro caso o que interessa é o foco na pessoa e quando se registra uma paisagem, busca-se fotografar um todo da imagem; além disso, em locais abertos, por exemplo, num dia muito ensolarado, a abertura do diafragma pequeno, previne a entrada do excesso de luz, evitando uma possível super exposição.
A abertura do diafragma está intimamente relacionada com a velocidade de disparo. Geralmente, como já foi dito acima, quanto maior a abertura, maior a velocidade (tempo de exposição) permitida. Assim, quanto menor a velocidade, mais tempo aberto o diafragma ficará aberto, e qualquer movimento fará diferença no resultado da foto, por isso é interessante o uso do tripé para evitar que a foto saia tremida.
É claro que a recomendação acima vai depender da intenção que o fotógrafo tem em mente ou que a foto se pretende transmitir. Uma abertura grande possibilitará uma interpretação na relação dinâmica da fotografia, concetrando ou induzindo a atenção ou interesse ao que está focalizado.
No exemplo da foto acima - "o rafael" - o que poderia ser um retrato focalizado no bebê em plano médio, não é menos que uma imagem notadamente empática; com o foco na mão do bebê, ressalta-se também o foco das possibilidades interpretativas (nesse caso, segurança, afeto, carinho, etc.)
A abertura do diafragma (combinado com a velocidade), também pode produzir fotos registrando belas imagens que nossos olhos não são capazes de captar naquele instante. Por exemplo, na seguinte foto, com o uso de uma abertura pequena e baixa velocidade.

Upload feito em 10 de maio de 2006
por Stu Worrall
--Joice 23:28, 4 Novembro 2007 (PST)
[editar] Velocidade de obturação
A Velocidade de Obturação de uma máquina fotográfica, também conhecida como Tempo de Exposição, se refere a quantidade de tempo em que o filme, ou as partículas foto sensíveis de uma máquina digital estarão expostas a luz que passa pelas objetivas, atravessa o diafragma e projeta uma imagem invertida, isso significa que maior será a quantidade de luz captada quanto maior for o tempo de exposição. Esse tempo depende diretamente da velocidade em que as lâminas (palhetas) do obturador se abrem e fecham, e o movimento que fazem também está envolvido no conceito.
A velociade de obturação pode ser alterada para conseguir efeitos como captura de movimento ou a paralisação dos mesmos. O conceito é bem simples, qualquer movimento que ocorrer enquanto o obturador estiver aberto será captado, formando uma imagem levemente borrada, isso se não for exposta demasiadamente, e com uma velocidade de obturação bem alta, qualquer movimento real é capturado como se estivesse paralisado.
Esse conceito só passou a ter importância depois que o gelatino-brometo de prata passou a ser utilizado nas fotografias, pois antes disso, era impossível capturar momentos instantâneos em fotos. Qualquer foto necessitava de um grande tempo de exposição, e era impossível sequer fotografar alguém andando, a não ser que a foto ficasse muito borrada. Nesse contexto, era irrelevante a velocidade ou o movimento que as lâminas do obturador faziam.
[editar] O Obturador
O Obturador é um dispositivo mecânico que controla a entrada de luz em uma máquina fotográfica, ele abre e fecha de acordo com o tempo pré-estabelecido pelo fotógrafo ou calculado altomaticamente pela máquina digital.
Os dois principais tipos de obturador são o concêntrico e o de plano focal.
- O concêntrico é formado por um jogo de lâminas que se abrem do centro para fora, e em geral são mais silenciosos que os de plano focal, porém não atingem uma velocidade maior do que 1/500 s. Esse tipo de obturador não situa-se na própria máquina, mas sim na objetiva.
- O de plano focal é formado por duas cortinas que correm horizontalmente sobre o filme, a abertura entre elas forma uma fenda por onde a luz entra. Se a velocidade do obturador for superior a 1/30 s, a segunda cortina do obturador se moverá antes que a primeira tenha chegado ao outro lado. Esse tipo de obturador situa-se no interior da própria máquina.
[editar] Velocidades
<p>O tempo de exposição é dado no formato 1/x, onde x representa uma fração de tempo em segundos. Velociadades de 1/250s a 1/8000s são consideradas velocidades altas, e velocidades de 1s a 1/60s são consideradas velocidades lentas. Também são comuns fotos com mais de 1s de exposição. As velocidades padrão em uma máquina são:
- 1/8000 s
- 1/4000 s
- 1/2000 s
- 1/1000 s
- 1/500 s
- 1/250 s
- 1/125 s
- 1/60 s
- 1/30 s
- 1/15 s
- 1/8 s
- 1/4 s
- 1/2 s
- 1 s
--Lucassiqueiracesar 13:47, 4 Novembro 2007 (PST)
[editar] Sensibilidade da película
A sensibilidade da película é fundamental para a obtenção de boas fotos, pois tanto pode torná-la magnífica como pode arruiná-la.
Diretamente relacionada à luz, a sensibilidade da película depende da quantidade de luz do ambiente. De forma que quando se tem grande sensibilidade demanda-se pouca luz, e quando se tem pouca sensibilidade temos muita luz no ambiente.
As películas mais sensíveis servem para ambiente escuros e cenas rápidas. Porém, é preciso ter cautela, pois o resultado pode ficar grosseiro e com poucos detalhes.
Abaixo, um exemplo de película muito sensível:
[[1]]
Uma película pouco sensível exige muita luz, como abaixo:
Câmeras antigas tinham o problema do grão,que, quanto maior sua sensibilidade, maior o tamanho do sal de prata para captar a luz e vice-versa. Quando o filme era demasiado sensível, ou muito ampliados, os grãos tornavam-se visíveis.
[editar] A relação entre sensibilidade e tempo de exposição
Visando estabelecer uma relação entre sensibilidade da película e tempo de exposição, fixou-se uma graduação que varia de acordo com a quantidade de luz no ambiente. Dessa forma, se queremos que o filme fique 2 vezes mais sensível dobramos o número da ASA (American Standard Association) necessitado-se, portanto, de 2 vezes mais luz.
A fim de padronizar a graduação, criou-se o ISO (International Standard Organization) – ISO 100/21º- que funciona de forma semelhante à ASA. Quanto menor o ISO, mais luz temos no ambiente.
Exemplos de uso do ISO:
ISO 100/21º - Sol, praia, objetos com luz artificial, retratos em estúdio
ISO 200/24º - dia nublado mas claro, manhã, meio da tarde, fotos com Flash
ISO 400/27º - dia nublado / chuvoso, amanhecer, pôr-do-sol, esportes de ação
ISO 800/30º - noite, objetos muito distantes ou rápidos, fotografados com pouca luz sob lente muito potente (ex: basquete, esportes noturnos ou indoor)
ISO 3200/36º - cavernas.
[4] Exemplo de ISO 400/27º
[5] Exemplo de ISO 400/30º
--Liliane 09:37, 10 Novembro 2007 (PST)Liliane Matsumoto
[editar] Distância focal da objetiva
[editar] Distância Focal
A definição física de distância focal é que ela representa a distância entre o centro ótico de uma dada lente delgada e seus pontos de foco, quando o meio em que se encontram inseridos o plano principal do objeto e o plano principal da imagem é o mesmo (como ocorre na maioria das situações em que fotografamos), então a distância focal imagem e a distância focal objeto serão iguais. A distância focal interessa para a fotografia, pois possibilita determinar qual o ângulo de visão de uma objetiva quando fotografando um objeto focalizado sobre uma dada mídia. A distância focal (expressa em milímetros) determina o ângulo que é coberto por uma objetiva. Uma distância focal mais curta inclui um ângulo maior no enquadramento, enquanto que uma distância focal mais longa amplia o que está se vendo, reduzindo o ângulo de cobertura.
[editar] Objetiva
A objetiva é um conjunto de lentes que tem a capacidade de formar uma imagem nítida de um determinado assunto num plano qualquer, em que uma emulsão disposta neste plano registrará a luz que entra de maneira ordenada, formando uma imagem. Basicamente, é formada por 3 elementos: um corpo, geralmente de metal ou outro material de boa resistência, que envolve e protege os elementos internos; os cristais, que constituem o elemento ótico da estrutura, ou seja, a lente propriamente dita; e o diafragma, estrutura que controla a quantidade de luz que passa através da lente.
Primeiramente, cabe uma distinção técnica de grande utilidade: Chamamos de LENTE a um vidro polido com características específicas capazes de, ao transmitir os raios de luz que por ele passam, formar uma imagem qualquer sob determinadas condições. As lentes mais comuns são as Convexas e as Côncavas.
Lente biconvexa e bicôncava
As primeiras refratam a luz para dentro e criam uma imagem invertida do outro lado dela. As segundas exercem efeito contrário: são tão divergentes que não podem formar uma imagem na parte posterior, mas os prolongamentos dos raios tendem a formar a imagem na parte anterior, isto é, antes da lente.
[editar] Tipos de Objetiva
Existem diferentes tipos de objetivas, que se diferenciam por diversos fatores, como construção ótica, luminosidade, e principalmente, seu ângulo de abrangência, que determina a perspectiva da imagem projetada, aspectos estes detrminados, por sua vez, pela distância focal da objetiva.
Quase todas as objetivas, mesmo as mais baratas, trazem gravadas em seu aro externo a distância focal, que poderá estar expressa em milímetros, centímetros ou polegadas, sendo antecedida pela notação f= ou F=, que poderá estar ausente em alguns casos. Ex.: f = 50mm ou F = 50mm ou 50mm simplesmente.
Esta classificação diz respeito ao ângulo de abrangência da objetiva, ou, em outras palavras, quanto de imagem ela capta em relação à objetiva normal, que é a de perspectiva mais próxima ao olho humano. O fator que determina este ângulo de abrangência é a medida da DIAGONAL do formato para o qual ela foi desenhada.
Sabendo-se a distância focal de uma determinada objetiva e o tipo de filme para o qual se destina, pode-se saber se é uma objetiva normal, grande-angular ou teleobjetiva.
[editar] Normal
Para uma distância focal igual à diagonal do filme, a perspectiva é igual à da visão humana. Em filmes de 35mm (onde cada fotograma possui 24mm x 36mm), essa distância “normal” é de 43,27mm. Por convenção, chamam-se “normais” as objetivas entre 50 e 60mm, sendo formadas, em sua grande maioria, por cinco ou seis elementos, e a abertura máxima do diafragma, em geral, são as maiores, variando entre 1,0 e 2,0.
[editar] Grande-angular
Abaixo do intervalo de 50 e 60mm ficam as grandes angulares. São objetivas que apresentam distâncias focais menores que a diagonal da imagem projetada, tendo, portanto, um grande campo de visão. Este campo pode ser desde a ordem de 180°, como em objetivas "olho de peixe", como 60°.
Uma característica importante das grandes angulares consiste na ampliação das distâncias aparentes entre os objectos próximos e afastados, alterando a perspectiva, o que pode ser utilizado para composições fortemente tridimensionais.
As objetivas chamadas "olho-de-peixe" na verdade são grande-angulares ao extremo (11mm, 15mm). Existem as que cobrem todo o negativo, isto é, sua imagem toma todo o fotograma, e outras que fornecem uma imagem circular do assunto, bem no centro do negativos. São objetivas que, pela sua natureza, pouco se usa, pois, além de muito caras, dão sempre o mesmo tipo de imagem distorcida. Geralmente vêm com filtros embutidos no próprio corpo. São usadas para efeitos dramáticos e criativos.
[editar] Teleobjetiva
Acima do intervalo entre 50 e 60mm estão as teleobjetivas. O número de lentes nesse sistema é menor e a distância entre os primeiros elementos e o plano do filme é praticamente igual à distância focal da lente.
Essas objetivas comprimem a perspectiva, com um aparente "achatamento" nos planos da imagem, uma vez que são produzidas para observar ou fotografar objetos numa distância mais elevada, e assim as distâncias relativas entre os objetos se tornam menores. Justamente por buscar imagens de objetos mais distantes, a focalização é mais crítica e difícil de ser feita, exigindo muita atenção por parte de quem a utiliza. A profundidade de campo também é menor, se comparada com a mesma abertura do diafragma em outros tipos de objetivas.
Com estas objetivas, é mais adequado a utilização do recurso de macro fotografia, pois assim pode se manter uma distância um pouco mais elevada do objeto e ainda sim conseguir focalizar algo que tenham um tamanho reduzido.
[editar] Macro
As objetivas macro são usadas para fazer microfotografias, ou seja, fotos de objetos muito pequenos. São recorrentes em fotografias médica, científica, de natureza e reproduções.
Como há a necessidade de se aproximar muito do objeto, as macrofotografias possuem sempre uma pequena profundidade de campo, que pode ser compensada pelo uso de aberturas mínimas (f11, f16).
As objetivas macro possuem distância focal de 50, 100 e 200 mm. Quanto maior a distância focal, maior a distância do objeto fotografado. Por exemplo: uma macro ideal para um dentista seria uma 200 mm, pois ele poderia, a uma distância confortável, fotografar um dente dentro da boca do paciente.
[editar] Zoom
A lente zoom é uma objetiva com distância focal variável, ou seja, em uma mesma lente há várias distâncias focais diferentes. Este tipo de lente é muito versátil e prática, já que se pode, com um mesmo equipamento, fazer vários tipos de enquadramento.
Por exemplo: uma lente 35-105 mm dá a possibilidade de trabalhar com uma grande angular (regulada em 35 mm), com uma normal (regulada em 50 mm) bem como com uma tele (regulada em 105 mm).
Estas lentes são um pouco mais caras que as lentes fixas, um pouco mais pesadas e também menos luminosas. Porém são uma opção bastante prática para o trabalho do dia-a-dia, já que com uma única lente pode-se substituir outras três.
--Camila K. Silveira 11:21, 9 Dezembro 2007 (PST)
[editar] Filtros
A utilização de filtros é uma outra maneira de controle de incidência de luz. Além de tempo de exposição, profundidade de campo e sensibilidade de película, os filtros de luz também são uma maneira de controlá-la. Os filtros são acessórios, que são inseridos na frente das lentes e manipulam cores e a quantidade de luz além de também exercerem uma função simplesmente criativa. Assim, antes mesmo de obtermos a fotografia o filtro já altera na lente tais variáveis. Existem uma infinidade de tipos de filtros feitos para serem encaixados na objetiva e fabricados com materiais como plástico ou vidro. Vamos listar agora os principais tipo deles:
[editar] Center Spot
É muito utilizado em retrados ou em closes pois o filtro desfoca as bordas da foto, mantendo nítido somente a região central.
[editar] Clear
É um filtro que não altera em nenhum aspecto a fotografia, funcionando somente como proteção da objetiva.
[editar] Skylight
Tem o funcionamento muito parecido com o filtro Clear, porém ele também remove os efeitos dos raios Ultra-Violeta.
[editar] Color Correction
Filtro muito utilizado em cameras de película, uma vez que as cameras digitais possuem o ajuste de balanço de branco que compensa a utilização do filtro. Tal filtro serve para corrigir temperaturas de cores na imagem, seja ela mais fria, ou mais quente. Hoje programas de edição de imagem, como o Adobe Photoshop permitem que esse ajuste seja facilmente realizado.
[editar] Color Spot
Como é característico dos filtros spot, esse filtro trata de um ajuste gradual de cor que parte de uma transparência total no centro, para uma determinada cor nas bordas.
[editar] Star
Esse filtro cria um efeito nos pontos de luz da imagem que se assemelham a estrelas. Também é conhecido cmom Cross Screen.
[editar] Difusor
Ou soft-focus é um filtro que suaviza levemente a imagem, criando um desfocado em toda sua superfície. Muito utilizado em closes de rosto para suavizar linhas marcada no rosto.
[editar] Fog Effect
Simula ou aumenta o efeito de neblina em determinada paisagem.
[editar] ND
O filtro Neutral Density não altera a cor da luz que incide, mas sim neutraliza áreas que podem estar superexpostas. Uma vez que esse filtro neutraliza a entrada de luz no CCD, o filtro auta também como um ajuste de profundidade de campo uma vez que o ajuste automático da câmera aumenta a abertura do diafragma. Existem vários tipos de filtros ND, de acordo com a intensidade de bloqueio da luz. Assim temos ND1, ND2, ND3 etc.
[editar] Polarizador
Esse filtro tem duas finalidades de uso. Para amenizar ou ainda eliminar o reflexo de objetos em uma foto ou para realçar determinadas cores dentro da imagem. Assim um vidro de carro que está emitindo um reflexo muito forte pode ser amenizado com esse filtro. Esse filtro ainda pode realçar a cor de um céu, por exemplo. O filtro possui um anel livre que ajusta, conforme for rodado, a intensidade do efeito a ser aplicado, seja ele a eliminação do reflexo ou ainda o realce de uma cor.
[editar] Sepia
Produz nas fotos um aspecto marrom-avermelhado que passa um efeito de antigo. Quase extinto nas câmeras digitais uma vez que ela oferece essa opção eletrônicamente.
[editar] Solid Color
Produz uma efeito de tingimento da imagem em determinada cor. Disponível em uma infinidade de cores.
[editar] Split Filter
Esse filtro possui um semi-círculo de uma determinada cor e a outra metade transparente. Dessa forma é possível alterar a tonalidade somente de uma metade da foto. Muito utilizado para tingir céus e pôr-do-sol.
[editar] Streak
Filtro semelhante ao Star, porém aqui podemos notar que formam-se nos pontos luminosos dois riscos paralelos à luz emitida.
--Kalup 08:52, 30 Novembro 2007 (PST) Gabriel Kalup
[editar] Difusores
[editar] Difusor de flash
Segundo a fabricante Canon, colocado na frente do flash o difusor aumenta a sua amplitude para uso com lentes grande angulares, evitando bordas escuras, e suaviza a sua luz, não a deixando tão dura e chapada dando uma aparência mais natural à fotografia.
Trata-se de uma forma de diluir a luz do flash. Há formas de construir difusores caseiros para realizar testes a baixo custo, como abaixo:
Links Interessantes
Seguem abaixo alguns links que demostram a montagem dos difusores caseiros mostrados acima:
http://forum.brfoto.com.br/index.php?showtopic=4415
http://forum.brfoto.com.br/index.php?showtopic=17758
http://digiforum.com.br/viewtopic.php?p=285329&sid=df2cb733b9a7e20bedbb85bfc7ad0912
Amanda 23:52, 06 Dezembro 2007 (PST) Amanda de Melo Raposo









