Camila Kawachiya Silveira
PRODUÇÃO GRÁFICA
[editar] Importância de Ikko Tanaka para o design
[editar] Ikko Tanaka
Ikko Tanaka nasceu em Nara, estudou em Kyoto e iniciou sua carreira em Osaka no jornal Osaka Sansei Shimbun até 1963, quando abriu seu próprio estúdio em Tókio. Trabalhou por 40 anos em projetos gráficos de cartazes, logotipos e identidade visual, catálogos, abertura de exposição, apresentações artísticas, calendários e livros.Durante sua trajetória recebeu mais de 80 prêmios e seus cartazes se encontram nos mais importantes museus do mundo, como o Museu de Arte Moderna de Nova York, Museu Stedelijk de Amsterdã, Museu da Publicidade de Paris e o Museu Gestaltung de Zurique. Foi presidente do Tokyo Art Directors Club, um dos diretores da Japanese Graphic Designers Association (JAGDA), representante do Tokyo Design Space e Membro do New York Art Dírectors Club.
Realizou trabalhos em praticamente todas as áreas do Design como a organização de revistas, embalagens, tecidos, cartazes e etc. Em muitos de seus cartazes, ele dispensa as ilustrações e se utiliza apenas de tipografia e cores primárias.
Teve fascinante carreira, fazendo história com seus trabalhos tornando-se um ícone do design gráfico. Faleceu em 10 de Janeiro de 2002.
[editar] Trabalhos
O trabalho de Ikko Tanaka destaca-se por vários motivos: um deles é ter se mantido sempre fiel às suas tradições, apesar de sentir grande atração pelo ocidente. A base para a criação de seu estilo único pode ser encontrada nos anos 60: enquanto muitos colegas eram fascinados pela cultura norte-americana, Tanaka debruçou-se sobre seu próprio país. É, dessa época sua frase: "Não faz bem para a gente conhecer tudo sobre Sclaubert e Stravinsky se não conhecemos nada sobre Chikamatsu e Saikaku”.
O designer desenvolveu um estilo pessoal - conciso, agudo, com amplo domínio da cor e da luz. A idéia é trabalhada à exaustão, filtrada e refinada até o mais alto grau de simplicidade. Apesar de incorporar a sutileza tão característica do Japão, o trabalho posssui penetração universal. Ao mesmo tempo, foi revolucionário no seu tratamento da forma e da tipografia valorizando igualmente imagem e texto, sempre contundente e comunicativo, porém mantendo a delicadeza. "O designer japonês tem que conhecer bem os ideogramas chineses (kanji), os alfabetos hiragana e katakana e ainda o alfabeto romano”; afirmou. "São quatro sistemas diferentes, combinando a milenar escrita vertical com a horizontal, surgida no Japão há menos de um século, por influência ocidental. A combinação desses elementos é de alta complexidade". Ele trabalha como poucos com essa incrível diversidade de sistemas e foi um dos primeiros a descobrir a beleza dos caracteres japoneses.
Enquanto muitos designers se desdobraram em efeitos e superposição de mensagens, Tanaka trabalha muito a idéia em si. Interessa-se vivamente pelos temas que passam por seu estúdio. Mas, na hora do desenho, opta pela depuração máxima dos recursos visuais, só o suficiente para transmitir a idéia. "Não dá para ser muito falante no meio de comunicação. Para um pôster de Hamlet, por exemplo, são muitos os caminhos. O importante é escolher apenas um e simplificar e concentrar ao máximo"; disse. É justamente dessa simplificação que resulta a força das peças gráficas. Ele não utilizava o computador e incumbia dessa tarefa sua equipe de sete pessoas.
Como a grande maioria de seus conterrâneos, Tanaka é obcecado por qualidade. Meticuloso, sempre esteve atento a todos os detalhes, única forma, a seu ver, de garantir o resultado perfeito do conjunto. Ele não se limitava â criação; envolvia-se também na produção e tem profundo interesse por materiais e técnicas.
Durante os mais de quarenta anos de atividades como designer, o artista buscou sempre novas concepções e ensaiou ousadas experiências. Suas criações compreendem cartazes, design de projetos de livros, marcas comerciais, logotipos e praticamente todas as demais áreas do design gráfico, mas em nenhuma delas observa-se uma mera repetição do passado, muito menos o pecado do plágio, demonstrando em vez disso, graus de originalidade e criatividade que chegam a surpreender. Hoje, já é possível, nas novas gerações de artistas e designers nipônicos, constatar influências de seu rico trabalho.
[editar] Briefing da Revista
Projeto – criação de uma revista mensal, cujo objetivo é disseminar a cultura oriental e entreter, podendo ser encontrada em bancas de revista, livrarias e sendo aberta a assinanturas. Conteúdo – artigos, colunas, entrevistas e curiosidades da cultura oriental.
Público – Comunidade oriental e simpatizantes. Público jovem e adulto, das classes A, B e C.
Características – o layout da revista deve privilegiar o conteúdo, sem esquecer da forma, limpa e clara, provendo uma maior legibilidade. Neste contexto, os espaços em branco ganham grande importância. A tipologia, do interior, diferentemente do título da revista que encontra-se na capa, deve ser limpa e leve, justamente no intuito de não comprometer a leitura. As imagens possuem dois valores: o de entreter e descansar os olhos. Também devem acrescentar ao conteúdo e não apenas ilustrar. As sessões são identificadas por cores, com as quais o leitor se familiarizará com o tempo. Em suma, a revista deve apresentar seus elementos em completa harmonia, apresentando um bom conteúdo, sem esquecer o senso estético que permeia a sua diagramação.
Tipologias
• Nome da Revista: Asian World
• Títulos: Gill Sans
• Subtítulos: Gill Sans
• Texto: Gill Sans
• Legendas: Gill Sans
[editar] Memorial de Gráfica
Processo de impressão: off-set
Cores: 4 cores
Páginas: 21 páginas + capa
Formato do papel original: 89 X 117cm offset 75g/m2
Formato aberto: 24,4 x 18 cm
Formato fechado: 18 x 12,2 cm
Tintas especiais: N/A
Processos especiais: N/A
Acabamento: Refile
Faca: N/A
Encadernação: grampo
Capa: papel couchê 150 g/m²
Tiragem: 50.000 exemplares mensais
[editar] Tipografia: Entre-letra
O espaçamento entre-letras torna-se essencial no que tange à legibilidade do texto. Dá uniformidade, coesão e uma fluência natural. O primeiro passo para se ter um bom espaço entre-letras é determinar as áreas laterais de cada letra. Estas áreas laterais constituem-se nos espaços à esquerda e à direita de cada símbolo. Na imagem abaixo o “U” possui as laterais direita e esquerda simétricas. Este normalmente é o caso, mas não necessariamente, pois pode acontecer de uma lateral ser negativa, ou seja, encontrar-se dentro na letra.
Note que a lateral esquerda do “j” está dentro dele próprio, cortando-o. Isto parece errado, mas é o melhor modo desta letra interagir com algumas outras letras vizinhas.
A lateral interna do “j” diz ao computador para juntá-lo à outra letra pelo lado esquerdo. Se a lateral do “j” fosse simétrica, o espaço entre ele e a letra vizinha seria bem maior e esteticamente instável.
Algo aconselhável para se certificar que as laterais foram bem definidas é imprimir uma lista de pares de letras e buscar por erros.
Uma vez que os pares problemáticos foram identificados, faz-se necessário corrigir cada detalhe. Abaixo um exemplo do par “V-e” antes e depois da correção. A idéia é fazer as letras fluírem nturalmente de uma para outra. Assim, com os ajustes no espaçamento entre-letras obtêm-se grandes ganhos de legibilidade.
[editar] Processo Gráfico: Flexografia
[editar] Flexografia
A Flexografia é um sistema de impressão gráfico, que usa um suporte flexível para imprimir em superfícies curvas, como latas de refrigerantes, copos ou materiais de formato não plano. Esta superfície possui algumas imagens em relevo, como um verdadeiro carimbo. Para cada material a ser trabalhado, é usada uma máquina especificamente desenvolvida para tal fim. São usadas tintas líquidas, que podem ser a base de água, solvente ou curdas por luz UV. Sua secagem é rápida, com o auxílio de ventiladores e aquecedores. É um processo recomendado para altas tiragens, mas que sai barato.
[editar] Origem
Os registros sobre a história da Flexografia ainda são incertos. Os ingleses dizem ter documentos comprovando que sua origem data do final do século XIX, pela sociedade Comercial Bibby, Barons & Sons Ltda. Já os registros históricos apontam o surgimento da flexografia nos Estados Unidos, no ano de 1860. A tinta, que inicialmente era um corante a base de anilina, dissolvida em álcool, desenvolveu-se em meados dos anos 50, assumindo o pigmento como elemento corante e agregando valor às exigências técnicas dos produtos impressos. No início era chamado de “impressão com anilina”. Como o termo anilina (derivado de alquitrán - substância tóxica) dava a impressão que produtos impressos pelo sistema poderiam causar algum mal para quem os utilizasse, fornecedores e vendedores resolveram lançar a proposta para a escolha de um novo nome. Foi lançada em uma revista da área a proposta para a escolha de um novo nome. Dentre muitos nomes enviados para a redação da revista foi escolhido Flexografia.
[editar] Características do processo
A gravação dos clichês se dá em equipamentos que conferem alta qualidade à chapa, com formato de até 1100 mm x 1500 mm, garantindo acabamento, durabilidade e flexibilidade, por isso o seu preço elevado. O princípio da impressão flexográfica deriva da idéia do carimbo, no qual são entintadas somente as áreas que estão em alto relevo. Esta forma é fixada no cilindro porta-clichê na impressora flexográfica onde, através de sistemas apropriados de entintagem, será realizada a aplicação da tinta na superfície dos objetos. Os clichês demandam alguns cuidados, como sempre estar limpos; fazer uso de óleo de silicone para proporcionar uma maior proteção; serem guardados na posição vertical ou plana; sua área de armazenamento deve ter uma temperatura ambiente de 25 ºC, longe das fontes de ozônio e protegida da luz do sol; ser embalados com papel kraft, nunca com plástico, pois este prejudica a dispersão dos gases dos solventes.
Podem ser encontradas tanto máquinas que possuem uma unidade de impressão (uma cor), como máquinas que possuem 10, 12, 14 unidades impressoras, podendo ser realizado a impressão somente na frente do substrato como também a impressão de frente e verso em uma única passagem pela máquina.
O sistema de saída da impressora (sistema de recepção), também varia muito de máquina para máquina, ou conforme o tipo de impresso realizado. Poderemos encontrar sistema de saída em bobinas, folhas, cartuchos (saída com corte e vinco) cadernos (editoria) entre outros, conforme necessidade.
A Impressora Flexográfica é composta basicamente por: - sistema de alimentação - conjuntos impressores - sistema de secagem - sistema de saída
[editar] Aplicações
Produtos que se utilizam da impressão flexográfica: editorial(jornais, tablóides, listas telefônicas); embalagens - o maior crescimento da flexografia encontra-se no ramo de embalagens flexíveis (celofane, polietileno, polipropileno, nylon, poliéster, alumínio, papel, papelão ondulado); papéis para presente; cortinas para box de banheiro; toalhas de papel;faixas promocionais; copos descartáveis; papel pautado; etiquetas adesivas; cerâmica; tecidos.
[editar] Família Tipográfica: Gill Sans
Gill Sans é uma tipografia humanista sem-serifa (grotesca), criada por Eric Gill em 1927. Gill foi aluno de Edward Johnston, autor da Johnston usada na identificação do metrô de Londres e dele recebeu grande influência. Gill era excêntrico e pretensioso e a sua proposta era a de desenvolver a grotesca definitiva, que pudesse ser usada tanto em textos como em cartazes. Em 1928, a Gill Sans era lançada somente em caixa alta e até 1930 as variações de minúsculas já haviam sido apresentadas ao público. Atualmente é distribuída como uma fonte de sistema para o Mac OS X e vem no pacote do Microsoft Office batizada como Gill Sans MT.
[editar] Características
A Gill Sans é uma tipografia típica do século XX, e apresenta certa delicadeza nas proporções e formas tradicionais, remetendo às antigas maiúsculas romanas, como as encontradas na coluna de Trajano. A letra “M” maiúscula é baseada nas proporções de um quadrado, com suas linhas médias encontrando-se no meio do quadrado. A influência carolíngea é clara nas minúsculas “a” e “g”, que parece um óculos, enquanto a “p” itálica guarda um vestígio caligráfico que lembra os rabichos da Caslon e Baskerville. A Gill Sans serviu de modelo para inúmeras tipografias humanistas grotescas posteriores, incluindo a Syntax e a FF Scala Sans.
[editar] Uso
O sucesso imediato desta tipologia ocorreu quando foi escolhida a tipografia-padrão da London & North Eastern Railway. Também está presente na capa dos famosos Penquin Book desde 1935, tornando a Gill Sans quinta colocada em vendas da Monotype. O fato da BBC incorporar a Gill Sans também contribuiu para a sua popularização. Dentre outras grandes organizações que a adotaram, estão: AMD, Bennetton, Cunard Line, Fox News, Philips, SAAB, University of Briston Union e University of Southampton.
[editar] O autor: Arthur Eric Rowton Gill
Um dos maiores tipógrafos do século XX, além de escultor, gravador e ilustrador, Arthur Gill nasceu em Brighton, Sussex, na Inglaterra. Em 1913 abandonou o anglicanismo, convertendo-se ao cristianismo e ao longo da vida escreveu diversos artigos falando da relação entre religião e arte. Em 1925, foi convidado por Stanley Morison a trabalhar na Monotype, para a qual desenvolveu inicialmente a Perpetua, uma de suas mais bonitas faces tipográficas. E, em 1928, apresentou a Gill Sans, uma das suas maiores contribuições para a tipografia mundial.
[editar] Análise de Obras
[editar] Foto
Harmonia: A harmonia da foto concentra-se na coesão dos objetos, os quais, apesar de parecerem jogados em total desordem, possuem uma organização lógica tendo em vista o todo, o grupo, ou seja, a representação da imagem maior.
Equilíbrio: O símbolo da paz, retratado artisticamente na foto, já traz consigo evidente simetria. A composição da foto trabalha com espaços vazios e preenchidos, proporcionando um equilíbrio entre as diferentes áreas.
Imagem/ Fundo: O fundo, por ser chapado e branco, contribui para destacar o conjunto de objetos, tema do trabalho, tornando a mensagem mais clara. Por ocupar também um espaço central, o fundo mescla-se com os outros objetos em meio à composição, possuindo ambos o mesmo valor.
Contraste: As peças de cores fortes contrastam bastante com o fundo chapado e branco.
Ênfase/Hierarquia: Percebe-se uma ênfase nas cores e posteriormente nos objetos, indo dos maiores para os menores.
Formas e Camadas: O símbolo de paz não está explicitamente representado, mas a disposição dos vários objetos, com suas diferentes formas, faz uma clara alusão. Em outras palavras, o conjunto possui um sentido bem distinto do sentido das partes.
Fluxo/Ritmo: O fluxo é dado pela disposição dos objetos de forma contínua. Há sempre um encadeamento dos objetos independente do enquadramento em que se foque o olhar.
Simplicidade/Síntese: A idéia de colocar num mesmo lugar coisas diferentes mas que produzem harmonia e sugerem um símbolo de paz carrega uma forte carga de sentido ao mesmo tempo em que conserva uma simplicidade.
[editar] Quadro de artes plásticas
Harmonia: O uso de cores vibrantes e primárias junto a formas simples com acabamento de história em quadrinhos compõe uma linguagem única, cujos elementos coadunam com um só ritmo.
Equilíbrio: Apesar de haver muitos elementos na cena, todos se encontram bem distribuídos e pode-se perceber pares de oposição que se equilibram, como o homem e a mesinha, o cachorro e o abajur, o tapete e o quadro, e até mesmo o quadro e a porta.
Imagem/ Fundo e Contraste: Aqui há muitos elementos, mas há uma clara noção de profundidade por causa das linhas retas que delimitam o espaço da sala, evidenciando alguns objetos em relação ao fundo. O uso de cores primárias e de traços pretos fortes contribui para uma clara delimitação entre espaços, cores e formas.
Ênfase/Hierarquia: Aqui, a cor vermelha é a primeira a atrair os olhos e ela está presente justamente no personagem protagonista da situação: Tin-tin. Sentado a uma poltrona igualmente vermelha, sua posição chama a atenção para a intenção maior do quadro: mostrar que Tintin consegue se esquivar por pouco de uma faca, atirada provavelmente pelas costas da poltrona. Contribui para isso, a onomatopéia “CRAC” e o rastro de luz formado pela trajetória da arma.
Formas e Camadas: As formas estão bem definidas e há um equilíbrio no uso de retas e linhas com movimento. A porta semi-aberta dá o tom de suspense e “sedução” do observador da obra.
Fluxo/Ritmo: Aqui o fluxo é claramente constante e cíclico. Numa observação da composição geral, o olhar atenta primeiro ao Tintin vestindo calças vermelhas, e gira para o abajur, deste para o quadro ao fundo, deste para a faca no ar, desta para o móvel com chapéu, deste para o osso, do osso para o tapete e do tapete, finalmente, para o cãozinho Milu. Numa esfera mais fechada, o próprio quadro ao fundo representa uma ciranda, brincadeira feita com pessoas que se dão as mãos, formando um círculo.
Simplicidade/Síntese: O quadro é uma representação fiel daquilo que mais acontece com o personagem Tintin: mal percebe quando está sendo atacado, mas sempre escapa por pouco do perigo. Com apenas uma faca e a posição de Tintin, distraído, foi viável fazer AL representação.
[editar] Cartaz
Harmonia: O trabalhador em colorido em oposição aos burgueses capitalistas sentados à mesa jogando exala fortemente a ideologia comunista soviética. Com o punho fechado e um tamanho desproporcional em relação aos outros personagens, o rapaz mostra sua força, estado acima dos outros numa simulada hierarquia.
Equilíbrio: O rapaz descomunal com sua grande e vermelha bandeira ocupam grande parte do espaço superior do cartaz, equilibrando-se com a parte inferior, ocupada por um maior número de capitalistas sentados à uma mesa verde, cor fria. Se analisado em seu eixo vertical, o cartaz apresenta um equilíbrio quase que simétrico, uma vez que a figura comunista encontra-se ao centro, bem como a mesa de capitalistas, cujos elementos estão bem distribuídos.
Imagem/Fundo e Contraste: A imagem contrasta com o fundo branco e chapado, ganhando maior destaque, bem como a ideologia que ela carrega.
Ênfase/Hierarquia: O operário, representado em cores e em maiores proporções, segurando a bandeira vermelha, a cor mais chamativa do cartaz, é o quê mais se destaca.
Formas e Camadas: Muitas formas dão a sensação de movimento, como na bandeira e nos papéis, concedendo maior realismo à cena. Esta, por sua vez, constitui-se num recorte de uma situação, pintada por uma ideologia. Não é sempre que se vê um operário batendo na mesa reivindicando por seus direitos, mas este é um elemento simbólico de uma maior amplitude.
Fluxo/Ritmo: O fluxo de visualização do cartaz é de cima para baixo, das figuras maiores para as menores e de onde há mais cor para o preto e branco da burguesia.
Simplicidade/Síntese: Uma pessoa vestida de operário, carregando uma bandeira com a cor do partido comunista, interrompendo uma reunião de engravatados foi uma forma simples encontrada para representar a luta de classes.
[editar] Basmala
Harmonia: Tratando-se de uma palavra, o traçado das suas letras é similar, por terem sido escritas com o mesmo material. Apesar de esta língua não ser facilmente legível para os falantes do português, a harmonia é evidenciada no traçado, cujas formas são claramente distinguíveis.
Equilíbrio: A Basmala possui algumas variações na sua forma. Aquela em que a linha mais comprida forma um círculo em volta do resto das letras, aqui a escolhida, possui grande equilíbrio, apesar de não ser simétrico. Os espaços em branco e o traçado possuem um lugar próprio, estabilizando-se.
Imagem/Fundo e Contraste: A imagem fina e delgada em preto contrasta com uma grande área branca e uniforme.
Ênfase/Hierarquia: Há um maior destaque para as formas que se encontram no interior do que parece ser um círculo.
Formas e Camadas: A confusão de formas ao centro é o quê mais atrai a atenção e também causa exaustão pela justamente por sua quantidade e desordem.
Fluxo/Ritmo: Mantém-se o ritmo da imagem com a continuidade da linha e a preservação do traço em todas as formas.
Simplicidade/Síntese: Principalmente quando não se reconhece uma letra como tal, parece incrível que um símbolo torne-se sinônimo de um conceito, uma idéia ou até mesmo uma frase, como é o caso desta imagem. A escrita, assim, mostra o grande poder de síntese do homem através dos tempos.
[editar] Mosaico
Harmonia: Todas as peças que aqui compõem o Jesus Cristo em Mosaico atendem a um mesmo objetivo: demonstrar sua dor o mais realisticamente possível. As cores utilizadas pertencem a uma mesma linha, variando sutilmente de tom.
Equilíbrio: O equilíbrio do trabalho vem da posição da cabeça de Jesus, totalmente centralizada. A parte inferior é ocupada pelo seu corpo e a superior por um fundo num tom um pouco mais escuro, contrabalançando-se.
Imagem/Fundo e Contraste: Apesar de não haverem cores uniformes, a figura de Jesus se destaca do fundo, tendo em vista a complexidade de formas da coroa de espinhos e de sua cor extremamente escura, que contrasta com o vermelho, vivo em alguns momentos, de trás.
Ênfase/Hierarquia: O destaque vai para a expressão de exaustão de Cristo, olhando para o céu.
Formas e Camadas: O conjunto das formas e pecinhas do mosaico parece convergir para o sentimento que a imagem carrega.
Fluxo/Ritmo: As peças não estão dispostas em linha reta, mas parecem estar alinhadas de modo concêntrico, convergindo as atenções para o centro, que apresenta a face de Jesus.
Simplicidade/Síntese: A composição da cena, o enquadramento e a disposição do material conseguiram de forma simples passar a complexidade do sentimento de Jesus no momento de sua crucificação.
[editar] Sumi-ê
Harmonia: Na pintura todos os elementos parecem estar em movimento e apesar de, à primeira vista, parecer que os cavalos estão dispostos aleatoriamente, todos andam numa mesma direção e sua hierarquia (primeiro, segundo) pode ser facilmente identificada.
Equilíbrio: Os cavalos estão bem distribuídos pela folha, bem como a inscrição que provavelmente identifica a obra ou o autor.
Contraste: O fundo branco e uniforme contrasta de forma clara com a imagem dos cavalos e a assinatura do pintor, que possuem traços leves e cor preta, tendendo a tons de cinza.
Ênfase/Hierarquia: A ênfase é maior para a figura dos cavalos, como praticamente temática única presente na obra.
Formas e Camadas: Os traços são finos e sugestivos e o conjunto transmite leveza e movimento. Os cavalos mais escuros são também os mais nítidos e que sobressaem frente aos mais claros, que também parecem estar mais longe.
Fluxo/Ritmo: O próprio planejamento da obra já pressupõe um ritmo, com todos os cavalos andando na mesma direção numa ordem natural do bando.
Simplicidade/Síntese: A simplicidade da obra concentra-se nos traços, que, mesmo simples, conseguem transmitir uma incrível realidade.
[editar] Iluminura
Harmonia: O dourado junto ao azul e vermelhos fortes coadunam com o momento histórico da Idade Média, principalmente quando nos referimos ao clero. A diagramação em formas de caixa remonta um pouco ao início da Internet, com suas tabelas.
Equilíbrio: A moldura do entorno possui uma simetria praticamente perfeita, enquanto que a caixa central, onde localizam-se o texto e algumas figuras possui um equilíbrio de encaixe, em que os elementos estão dispostos num encaixe perfeito, dificilmente se conseguirá tirar ou adicionar qualquer elemento a esta área.
Contraste: As formas complexas e coloridas contrastam com o fundo amarelado, que simula o dourado. As figuras humanas com seus fundos simples também se destacam junto às molduras ricamente ornamentadas.
Ênfase/Hierarquia: A hierarquia de visualização ocorre conforme o tamanho, do maior para o menor, tendo em vista que outros aspectos, como cores, estão igualmente presentes nas em toda a obra. Portanto, o brasão e suas partes adjacentes recebem maior ênfase.
Formas e Camadas: O conjunto do desenho é complexo, mas as partes que o compõe são apenas levemente trabalhadas. A obra em si conta uma história/situação e cada parte torna-se componente essencial.
Fluxo/Ritmo: Apesar da dureza da imagem, que possui todas as suas partes inseridas em caixas, percebe-se um ritmo que une todos os pedaços.
Simplicidade/Síntese: Apesar da grande quantidade de elementos, sua representação ultrapassa a simplicidade e aborda aspectos subjetivos, como o da divindade da realeza, representada pelo brasão sustentado por dois anjos.
[editar] Caligrafia Oriental
Harmonia: As formas aqui apresentadas são dinâmicas e naturais. O acabamento singular deriva do material utilizado: pincel e nanquim.
Equilíbrio: Cada uma das figuras (kanji) representa uma idéia e cada uma possui seu próprio equilíbrio. As pinceladas distribuem-se pelos espaços, opondo-se ao fundo branco, atingindo assim o equilíbrio estático.
Contraste: Há forte contraste da linha leve e escura sobre o fundo branco e chapado.
Ênfase/Hierarquia: Por mera convenção, poder-se-ia dizer que a ordem de observação da obra seria de cima para baixo, quando, na verdade, os dois objetos possuem o mesmo potencial para chamar atenção. Ainda, é possível afirmar que os traços marginais dos objetos, por serem mais grossos, possuem maior destaque que os traços centrais.
Formas e Camadas: As formas possuem grande movimento e possuem um toque natural, sem artificialidade, como ocorre quando se olha para figuras geométricas. Historicamente, sabe-se que os kanjis, os quais fazem parte dos alfabetos chinês e japonês, são derivados de desenhos dos ancestrais, que mantinham grande similaridade com aquilo que se observava. Assim, o kanji de árvore lembrava a própria árvore.
Fluxo/Ritmo: O ritmo é claro, pois sendo um kanji manuscrito, possui o fluxo do movimento natural.
Simplicidade/Síntese: É grande a capacidade desse desenho de alguns traços de transmitir idéias e sensações.
[editar] Anúncio
“Ensine sua filha a ter bom gosto desde já. Um dia ela vai escolher namorado.”
Harmonia: O fundo do anúncio segue o mote de decoração da sandália: estrelas. A partir da idéia do começo da noite, a cor rosa da sandália acompanha as nuances de cores do céu, que vão desde o vermelho, quente, até o azul escuro, frio. Claramente voltada ao público infantil feminino, a peça ainda apresenta fadas entre nuvens e uma lua cheia, completando um verdadeiro cenário de fantasia.
Equilíbrio: Cada elemento possui um outro que corresponde o seu oposto, equilibrando seus espaços. As fadas se complementam, bem como as nuvens, as estrelas e, principalmente, o chinelo ao centro e o fundo.
Contraste: A foto do chinelo contrasta fortemente com a colagem que constitui o fundo e a atmosfera que contextualiza a peça publicitária.
Ênfase/Hierarquia: Pela diferença no tratamento entre foto e desenho e pela posição central do chinelo na peça, este acaba tendo um maior destaque.
Formas e Camadas: Todas as formas transmitem movimento e contribuem para produzir o ar infantil e sonhador no qual toda a menina vive enquanto criança.
Fluxo/Ritmo: O fluxo é mantido pelos elementos que, sincronizados, precem levar o produto numa onda de sonhos e fantasia.
Simplicidade/Síntese: O poder de transportar o mundo de fadas e sonhos de meninas para um produto.
[editar] Website
http://www2.uol.com.br/marisamonte/site/abertura.htm
Harmonia: Este o tipo de site “clean”. Ou seja, apresenta as informações objetivamente, com layout bem feito, mas sem exageros. A navegação também é simples, bem como os elementos gráficos utilizados, como fontes e esquemas de cores, além de serem relaxantes.
Equilíbrio: Os elementos estão bem equilibrados, apesar de a barra de navegação do UOL, cujo design foge totalmente à temática do site, aparecer insistentemente na parte superior. De forma geral, optou-se em separar o canto direito para a navegação interna e boa parte do centro e canto esquerdo foram destinados ao conteúdo em si.
Contraste: O fundo bege e claro contribui para destacar os outros elementos que estão em primeiro plano e possuem cores mais saturadas, como as fotos e os textos em preto e laranja.
Ênfase/Hierarquia: A ênfase está claramente nas fotos e, logo após elas, em caixa alta, tende-se a visualizar a barra de navegação à direita.
Formas e Camadas: As formas são muito simples e geométricas, excetuando-se a apresentação introdutória, totalmente orgânica em sua concepção, performance, formas e sons. Provavelmente a opção pela forma simples revela uma preocupação em mostrar a importância do conteúdo.
Fluxo/Ritmo: De alguma forma, todos os elementos levam aos novos trabalhos de Marisa Monte (dois CDs), construindo uma boa ponte com eles.
Simplicidade/Síntese: O layout e as formas simples combinam com a simplicidade da intenção da artista em suas composições e interpretações. É a comunicação bem-feita, que traduz até na forma o conteúdo.
FOTOGRAFIA DIGITAL
[editar] Uma boa fotografia...
É aquela que instiga o olhar e a atiça a curiosidade. Conta uma história e gera empatia. Precisa ter um mínimo de técnica para ser visualizada e compreendida. É o novo construído a partir do velho, retratando a verdade inusitadamente.
[editar] Definição foto Nhé
Toda foto que produz sensação de vazio, não transmitindo qualquer informação relevante é uma foto Nhé. Em boa parte das vezes o problema é de enquadramento ou são questões técnicas (como iluminação, foco, abertura, etc.), mas a escolha de um bom tema já é de grande ajuda. O importante é impressionar, gerar um novo olhar, acima de tudo, agregar conhecimento a quem observa.
[editar] Pintor: Egon Schiele
http://wiki.eca.luli.com.br/index.php?title=Egon_Schiele
[editar] Fotógrafo: Richard Avedon
http://wiki.eca.luli.com.br/index.php?title=Richard_Avedon
[editar] Os TOP 10 de fotos do Flickr são:
1º) Atletismo [1]
Ao contrário do que se possa imaginar, o objeto que mais chama a atenção não é a atleta em si e sua cara de nojo para a areia que está prestes a entrar em seus olhos, mas sim a própria areia no ar, que dá a impressão de movimento de onda.
2º)Rockefeller Skaaaaank! [2]
Nova York é característica por seus prédios e arranha-céus e o enquadramento desta foto transforma alguns prédios baixos em gigantes, perto de nós, dando a impressão de estarem muito mais perto do céu.
3º) Consumismo [3]
Esta foto possui um enquadramento perfeito, no sentido de dar uma idéia de infinito às peças de roupa, o que acentua ainda mais seu conteúdo ideológico. E isto só poderia ser reproduzido, se a foto fosse tirada em plano geral.
4º) IMG_1511 – 01 [4]
A centralização do pássaro ajuda a passar a idéia de imobilidade, contribuindo para chamar a atenção para o movimento da água.
5º) light [5]
Tanto o enquadramento quanto o contraste entre as cores escuras do fundo e o dourado da sandália contribuem para ressaltar a sandália: ponto principal da fotografia, principalmente quando se trata de produtos.
6º) Cuti cuti... [6]
A inclinação da foto e o enquadramento da foto empurrando o esquilo para o terço esquerdo contribuem para uma maior sensação de movimento do bicho. Além disso, o pelo do esquilo e a neve passam uma sensação de frio.
7º) Sem Nome [7]
É uma ótima foto, no sentido de que quanto mais se olha para ela, mais coisas podem ser observadas. A princípio, o cacto fica em evidência, estando deslocado para a parte inferior da foto. Depois, observando-se com mais atenção, percebe-se a presença do lagarto em cima do cacto. Definitivamente o plano geral foi a melhor solução para este tema.
8º) Monte Verde IMG_1197 - 01 [8]
Apesar de a foto ser um registro de um momento estático, neste caso traduz grande dinamicidade com a água que corre de um extremo a outro. Ainda, o reflexo do sol sobre a água, produz um grande e belo contraste com a madeira e o fundo escuros.
9º) Oásis [9]
Este enquadramento transmite a sensação de que a casa se mostra aos poucos por detrás da naturaza e monta um contraste temático bem vivo entre a naturaza intocada e a transformada pelo homem.
10º) Praça [10]
Este ângulo e o momento foram perfeitamente articulados, de modo que a arquitetura das casas tenha destaque junto ao bondinho que passa pela foto transmitindo movimento.
[editar] Exemplos de bom enquadramento
1) Windmill Land [11]
Nesta foto a regra dos terços fica bem evidenciada. O Moinho à esquerda ocupa o terço vertical da esquerda e os outros moinhos, mais ao fundo, ocupam o terço do meio horizontal. Houve um corte numa das hélices do reflexo do moinho maior, contudo, percebe-se que a intenção foi manter o equilíbrio entre as partes céu e água.
2) Preto Velho [12]
O plano médio do retrato contribui para chamar a atenção para o rosto do indivíduo extremamente peculiar, que remete a figuras de nossa história, nosso folclore. Observa-se que o homem encontra-se ao centro, mas seu chapéu e sua camisa, elementos contrastantes com o fundo e sua pele, encontram-se nas extremidades. Seu olhar, atento a um dos cantos, é instigante, atiçando a curiosidade.
3) Independência da Bahia [13]
A convergência das linhas das bandeirolas para um centro próximo à extremidade direita produz um efeito interessante: a sensação de movimento provocado pelo vento. Aqui a regra dos terços também pode ser conferida na extremidade esquerdaq, onde as bandeiras do Brasil ganham certo destaque.
[editar] Cor aprendida X apreendida
Cores aprendidas são aquelas com as quais se lida durante a escola, seus nomes e classificações. Elas podem ter variados tons, mas seus nomes são sempre os mesmos.
Já as cores apreendidas são as observáveis durante a vida, cujas nuances podem ser infinitas e sobre as quais a luz incide, ou não, podendo modificar a percepção.
Nesta foto pode-se facilmente aplicar estes conceitos: a cor marrom da pele do bichinho não é o mesmo marrom do móvel, apesar de as duas cores terem o mesmo nome. O uso de Flash deixa evidente também que a cor que se percebe na foto não é a exata do bichinho e nem de parte da madeira.
[editar] Contraste
O contraste se dá entre cores complementares. Estas, são definidas por uma primária e a secundária resultante da mistura entre as duas outras primárias.
Temos como primárias: azul, vermelho e amarelo. E como secundárias: verde, roxo e laranja. Os pares de complementares são:
-azul e laranja
-amarelo e roxo
-vermelho e verde
[editar] Auto-retrato
Observação: Um tanto inusitado, o tema é uma crítica à leitura falha feita pelos jovens. Poucos conseguem realmente ler e apreender o sentido real dos textos. Assim, o cabelo cobrindo o rosto mostra a "cegueira latente", junto ao movimento de arrumar os óculos e segurar o livro de cabeça para baixo.
Enquadramento: Os assuntos de maior interesse da foto coupam os teços centrais, tanto horizontalmente, quanto verticalmente. Optou-se por simular um "flagrante" de um leitor atento.
Composição: As pernas cruzadas e o braço apoiado no sofá dão a idéia de relaxamento.
Cor: O sofá de cores primárias (azul e amarelo) junto à blusa verde contrastam com a cor lavada da parede.
Luz: A iluminação é suave e remete a um dia de sol, havendo uma janela no lado esquerdo da pessoa sentada.
[editar] Dia da Pátria
Observação: Estando no aeroporto Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, quem diria que haveria algo com tanta simbologia quanto a que está retratada nesta imagem? A baiana, símbolo máximo da Bahia e também sinônimo de brasilidade está reunida às fitinhas do Bonfim, que igualmente representam a terra de Jorge Amado, formando a saia da baiana. Mas o que dá o tom maior de pátria brasileira são as cores das fitinhas, combinando tanto com o feriado nacional, quanto com a região e seus souvenirs turísticos.
Enquadramento: Junto a outros souvenirs, todos com as cores da bandeira nacional (principalmente verde e amarelo), a “cachoeira” de fitinhas do Bonfim aparece com destaque, tanto na foto, quanto na vitrine, ocupando o centro do terço vertical da imagem.
Composição: Cuidadosamente dispostas na forma da saia da boneca baiana, as fitas dão um grande efeito de repetição. O fundo, da loja, ajuda a lembrar que a construção da vitrine possui fins comerciais, os quais servem de estímulo à valorização da estética.
Cor: O verde e amarelo, como cores fortes, contrastam bem com os móveis de madeira da loja.
Luz: A luz da vitrine é a única a incidir sobre a boneca baiana e as fitinhas. Possivelmente, a imagem poderia ter sido melhorada com o uso de Flash, mas tendo em vista que havia o vidro da vitrine, que refletiria a luz do flash, optou-se pela sua não utilização.
[editar] Planejamento de fotografia
1) Retrato Close-up de uma moça oriental, entre 20 e 30 anos, olhando para um dos lados, com cabelos soltos e esvoaçantes para o mesmo lado do olhar. Seu semblante é pensativo e seus lábios entre abertos. A boca é cor vermelho carmim e ela se encontra numa atmosfera enevoada, fria.
2) Paisagem
Uma praia cujo encontro das águas e da areia é vista na diagonal, com uma ponte grande e vermelha bem ao fundo. É fim de tarde, mas a ponte é o protagonista da foto e não o sol. As águas estão calmas e a areia possui um tom claro.
[editar] Verbete: Arte
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[editar] Luz e composição: Distância Focal
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[editar] Trabalho Final
Fotos estilo Renoir:
- Renoir 1
- Renoir 2
- Renoir 3
- Renoir 4
- Renoir 5
Fotos estilo Avedon:
- Avedon 1
- Avedon 2
- Avedon 3
- Avedon 4
- Avedon 5





