Camila Denleschi Rodrigues


				

				

Tabela de conteúdo

[editar] Produção Gráfica

[editar] Fotografia

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[editar] Ênfase

O ponto central da fotografia de Bebil Beaton é a expressão da noiva, pelo perfil é impossivel notar o olhar entristecido. Entretando, pelo reflexo no espelho, é evidente os sentimentos da mulher. Pelo fato de ter sua imagem duplicada, a modelo é a parte mais "importante" da fotografia.

[editar] Equilíbrio

A fotografia possue "peso" na base, por conta da grinalda, e na laterais, por conta dos vasos. Ao centro, voltada para a esquerda, a modelo preenche o vazio da parede e do espelho.

[editar] Hierarquia

Partindo da modelo, os olhos percorrem a trilha de flores, chegando ao canto superior e volta a descer até, finalmente, chegar na modelo. É evidente a hierarquia das imagens, sendo que a modelo acupa o plano principal e, em seguida, as flores, em cadência de tamanha, e, por fim, a grinalda que se espelha pela base inferior, criando a ilusão de peso.

[editar] Proporção

Uma das características mais interessantes da fotografia é a proporção dos vasos de flores. Os vasos da base são maiores do que os superiores e, assim, sucessivamente. A quilanda do flores, no canto superior, tem a finalidade de ligar as colunas de vasos e guiar o observador de volta para a noiva.


[editar] Quadro de artes plásticas

magritte-therapeute.jpeg

[editar] Formas

Esta pintura de René Magritte é, essencialmente, o contraste de formas. As linhas retas da gaiola contrastam com a sinuasidade do pano e as linhas curvas dos pássaro, da areia e do chapéu. Ao longe, a linha do horizonte chama os olhos do obsevador para a capa vermelha e as lihas retas da gailosa acentuam os pássaros.

[editar] Proporção e Hierarquia

Esta é uma obra que vai se abrindo para o observador. Por razão de traduzir o inusitado, os olhos buscam explicação para a gaiola, procurando pelo seu conteúdo. Depois de constatar a presença dos pássaros, os olhos viajam pela pintura em ordem crescente: os pássaros, a gaiola, a capa, os braços e a pernas, a areia e o mar.

[editar] Agrupamento

Pode-se dizer que os fatores inesperados se agrupam no centro da pintura, ou seja, a gaiola no lugar de um corpo humano e os pássaros presos, mesmo com a gaiola aberta. Os objetos "normais" são postos nas bordas.


[editar] Bom Design

citizenkane.jpg

O cartaz do filme Cidadão Kane, de Orson Wells, pode ser considerado um bom design por comunicar ao público as informações sobre o filme. Conforme o roteiro é contato a partir de vários narradores, o cartaz seguiu o mesmo rumo, mostrando a mesma pessoa (Kane) segundo vários pontos de vista. --Camila 21h00min de 9 de Março de 2009 (UTC)

[editar] Mau Design

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A capa brasileira do livro A Villa não possui uma boa comunicação por não chamar a atenção do público-alvo. A maior parte ddos livros de Nora Roberts, incluindo a Villa, são destinados ao público feminino adulto, mas a capa não dá poucas pistas sobre o conteúdo do livro. Sabe-se apenas que a temática é vinhedo, nada mais. O principal motivo para a capa ter sido escolhida como um exemplo de mau design é a falta de informação sobre o conteúdo da leitura. --Camila 21h00min de 9 de Março de 2009 (UTC)

[editar] Proporção

my%20fair%20lady.jpg 1.jpg --Camila 21h00min de 9 de Março de 2009 (UTC)

[editar] Fotografia Digital

[editar] Conceitos

[editar] Tempo de exposição 1

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Embora o enquadramento não esteja bom, o tempo de exposição um pouco maior foi capaz de detectar o movimento da pessoas que ou não respeito o aviso ou aguardou o tempo necessário para entrar pela porta de vidro. A estaticidade da foto seria profudicial ao seu único ponto positivo, que é o movimento do pé esquerdo. --Camila 20h06min de 5 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Tempo de exposição 2

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Esta foto maravilhosa dá a sensação de movimento na montanha russa, não tão rápida, mas em movimento, e traz um panorâma do parquinho a noite. --201.95.206.167 23h13min de 5 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Profundidade de campo 1

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--Camila 19h46min de 26 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Profundidade de campo 2

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--Camila 20h10min de 26 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Trabalho de Cor e Contraste

[editar] Tom

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A árvore ecana, durante a noite, reservou uma grande oportunidade de registrar a diferença entre tons. Na imagem, principalmente o verde e o vermelho e, também, o verde e o amarelo possuem contrastes que deleniam as bolinhas. --Camila 14h21min de 22 de Setembro de 2008 (UTC)

[editar] Luminosidade

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A planta roxa, muito menos luminosa do que o arbusto verde e amarelo, escurece, assim, a parte inferior da imagem. A proximidade das plantas exemplifica a diferença entre o verde luminoso e o roxo escurecido. --Camila 15h42min de 22 de Setembro de 2008 (UTC)

[editar] Temperatura

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Além do contraste entre o vermelho do uniforme do Noel e a barba/ fundo ligeiramente azulados, também existe o contraste entre a roupa natalina, quente, e a práxis social em se relacionar natal com neve e clima gelado. --201.95.193.201 16h35min de 22 de Setembro de 2008 (UTC)

[editar] Complementaridade

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O verde e o magenta são complementares. Olha para uma das cores força o olho a procurar a outra. --201.95.37.146 17h55min de 2 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Suplementaridade

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Entre o vermelho e o amarelo falta o laranja, os olhos não podem ver, mas podem sentir. --Camila 18h03min de 22 de Setembro de 2008 (UTC)

[editar] Foto Apreendida

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Diversas tonalidade de amarelo compoem este belo pássaro. Não é apenas uma cor chapada. Pode-se notar a presença do azul, lilás, também um pouco de verde, além dos tons de amarelo. Esta foto exprime com exatidão o conceito de cor aprendida e cor apreendida. Um passarinho amarelo não é apenas um passarinho amarelo. --Camila 14h06min de 22 de Setembro de 2008 (UTC)

[editar] Valor

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Na foto acima, tudo acabou saindo azul. Azul mais claro, azul mais escuro. Se fosse um pintura a tinta, certamente o azul teria sido misturado ao branco ou ao preto. --201.95.37.146 18h15min de 2 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Saturação

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As cores usadas na caixinha de música são escurecidas pelo tom oposto. Nota-se este detalhe na barra do vestido da bailarina e no fundo da floresta. --201.95.37.146 18h01min de 2 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Foto Eu

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Esta sou eu não apenas porquê eu sou a pessoa da foto, mas pelo fato da tentativa de reproduzir uma imagem da década de 40/50. A luva preta, as bolinhas, tudo isso eu acho muito interessante e gostaria de registrar como a foto Eu. O plano escolido foi o close-up, para criar certa intimidade e o contraste escolhido foi de luminosidade. --Camila 19h29min de 19 de Setembro de 2008 (UTC)


[editar] Foto Pátria

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Não é apenas um observador, nem mais uma estátua pelo Brasil. É o brasileiro, gigante pela própria natureza, encarando a si mesmo através de um monumento de predra que representa a grandeza do seu povo. O brasileiro só não é maior que a união entre todos. O plano americano deixa a foto mais formal e a estátua mais imponente. Para mim, pátria é um motivo de orgulho. --Camila 19h26min de 19 de Setembro de 2008 (UTC)

[editar] Enquadramento

[editar] Reenquadramento 1

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Para o reenquadramento eu proponho eliminar o céu, procurando o melhor ângulo para isso, e deixaria apenas o mar de grama verde salpicado com flores branquinhas. Dessa forma a imagem teria contraste de luminosidade e também teria a linha central deslocada para o primeiro quadrante. --201.95.37.146 18h48min de 2 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Reenquadramento 2

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O ar de mistério da fotografia foi destruído pela excessiva proximidade entre o fotógrafo e o banco. Talvez se o fotógrafo se afastasse do objeto a imagem teria um aurea de mistério e solidão. --201.95.37.146 19h17min de 2 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Reenquadramento 3

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Na imagem acima, tem-se a impressão de que o homem está sentado sobre o arbusto. Este problema seria facilmente sanado com uma mudança de ângulo vertical (mostrando o banco ao fundo) ou horizontal (separando o arbusto do homem). --201.43.64.167 19h57min de 2 de Outubro de 2008 (UTC)

[editar] Foto Nhé...

Uma boa foto carrega muito mais do que traços e cores, carrega a alma do fotógrafo e o pedaço de mundo que se pretende registrar. Fotos interessantes são capazes de registrar os costumes de um povo, os detalhes de um lugar, o triste, o alegre, a solidão, o medo. Tendo em vista esta idéia, pode-se caracterizar o Nhé. Este conceito se resume em fotografar um momento, por mais notável que este seja, e não registrar os sentimentos que culminaram até as imagens captadas pelas lentes do fotógrafo. Uma foto Nhé pode ser bonita, importante ou notável, mas continuará sendo Nhé. Tais fotos não carregam, em seus meandros, o mistério de serem observadas sem desgaste aos olhos e à alma. Podem ser definidas pelas palavras de Vinicios de Moraes: "Que não seja imortal, posto que é chama; mas que seja infinito enquanto dure".





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